31/03/2021

Não romantize o ciúmes

Vamos falar sobre amor?

Quando eu era adolescente nunca entendia aqueles casais ciumentos que precisavam fuçar no celular do parceiro e restringirem com quem saem ou não.

Também nunca entendi os casais que começavam a namorar e esqueciam todo o resto, incluindo sua individualidade.

Até hoje não entendo.

Quando penso em amor, seja romântico ou não, penso em liberdade. Confiança. Companheirismo.

Eu sei a senha do celular do meu parceiro, mas não mexo no celular dele. Eu conheço os amigos dele e tudo bem se quiserem sair juntos. Até porque, eu saio com minhas amigas.

Apesar do relacionamento, o casal ainda tem sua individualidade. Eles não se transformam em uma única pessoa. Os dois somam, e crescem.

Quando dois tentam ser apenas um, partes de quem somos e almejamos são cortadas. Sonhos são deixados para lado. E de repente, mal nos reconhecemos.

Quando a gente ama de verdade, os olhos se abrem para um novo mundo de possibilidades, de crescimento, de companheirismo.

Para mim, o amor é para nos abrir os olhos, jamais cegar.

29/03/2021

Por que comecei a escrever?

Por que comecei a escrever?

Apesar de me comunicar muito bem, sempre fui uma pessoa mais quieta, guardando para mim mesma minhas opiniões e pensamentos.

Por um lado isso é bom, porque não gera discussões ou brigas. Por outro lado, palavra por palavra que não eram ditas enchiam uma caixinha que ficava cada vez mais cheia.

E então, veio a escrita. Em um blog simples. Quando a internet não sonhava em ser tudo o que se tornou hoje.

"Papo com a Rapha".

Foi uma forma de colocar tudo o que estava dentro de mim, para fora.

Com tempo passei a ter paixão pelo processo de escrever e percebi que havia muitas outras pessoas parecidas comigo, ou que precisavam das minhas palavras.

O fato é que tomei gosto pela coisa e não me imagino um dia sequer sem fazer isso.

Meus primeiros textos, frases, poemas e reflexões estão em meu livro "Os textos da minha vida", disponível na Amazon.

27/03/2021

Não se cobre tanto

Auto cobrança. 

Às vezes a gente acorda e pensa "eu preciso fazer mais, ser mais, me desdobrar, fazer isso, fazer aquilo, ainda não é o suficiente e..." 

Ufa, a gente se cobra todos os dias. E isso não é ruim, significa que temos desafios e estamos dispostos a vencê-los. 

Mas é preciso ir com calma também. É preciso gostar do processo e não só do resultado. 

É preciso celebrar as pequenas vitórias. 

Quando criarmos uma cobrança muito grande em cima de nós mesmos ou acharmos que não somos capaz, lembre-se de suas vitórias. 

Um passo de cada vez a gente chega lá. Aproveite a caminhada.