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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Retomando o lado artístico


E a programação do blog de segunda, quarta e sexta furou na última semana, mas foi por um bom motivo: eu não estava conseguindo nem me mexer. Eis que voltei para as aulas de jazz após ficar quase três anos parada sem fazer exercício nenhum, e então no dia seguinte após minha primeira aula até sentar na cadeira doía. 

Gostaria de compartilhar que estou muito feliz por ter voltado para as aulas de dança, eu sempre gostei muito do que envolvesse música e corpo e meus estilos preferidos vão desde o jazz, passando por contemporâneo e parando lá no ballet. Minha história nos palcos começou tarde, com apenas quinze anos, que foi quando eu comecei a trabalhar e pude pagar as aulas. Até os dezenove anos passei pelo jazz e ballet e me apresentei diversas vezes. Apesar de eu não ter toda elásticidade e coordenação que uma bailarina de dez anos têm, eu sou muito grata por favor parte desse mundo nos palcos. 


Esse é um lado artístico meu que ás vezes espaira minha mente mais do que a escrita, apesar de minhas palavras serem melhores do que meus pés. 

E vocês, possuem um lado artístico? Gostam de alguma dança?  

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Se fez aquilo que queria

Jaqueline subiu ao palco, não era a primeira vez, mas mesmo assim ela estava nervosa. Ela daria início ao espetáculo, falaria um pequeno poema sobre o mundo e a sociedade, e a música soaria. Recitou cada verso como se fosse parte dela e quando terminou foi para sua pose – a música iria começar e ela iria dançar a própria coreografia. Ao primeiro toque ela se moveu graciosamente, deixando que a melodia invadisse seu corpo, cada movimento estudado deixando que a música fosse uma extensão dela própria. Ao final todos aplaudiram a melhor dança que haviam visto – Jaqueline fez e se fez poesia, assim como todos nós podemos fazer e se fazer, é só sentir e viver tudo intensamente.   

O tema sugerido era "O direito do ser humano de ser e se fazer poesia"
Tive que pensar muito para escrever este texto, é mais fácil "mostrar" a nossa poesia do que escrever.
O blog da Clara é maravilhoso e vale a pena ser lido, ela consegue mostrar melhor este direito de fazer e ser poesia!

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Falando em paixão, acabei com as sapatilhas no pé


Imagine sua maior paixão, seu sonho de infância, um mundo alternativo, uma utopia difícil de ser conquistada, mas não impossível. Imagine um dos motivos do seu bem estar, algo que você goste, que te complete, que renove sua alma, limpe sua mente e deixe pensamentos bons. Imagine-se uma pessoa melhor, capaz de fazer aquilo que quer e ir atrás dos seus sonhos. Imagine-se renovado. Pense em algo que vá te fazer sentir especial, transbordando felicidade e êxtase. Agora, vá atrás disso e se já tens, não deixe escapar. O motivo deste pequeno texto? Por que é assim que me sinto dançando – as dores musculares, os calos nos pés, os tombos e o cansaço valem a pena quando posso desfrutar poucas horas desta minha pequena utopia. 

Raphaela Barreto

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Dança


A dança é muito mais do que movimentos simples ou complexos – é algo que vem da alma. Transportamos cada sorriso, amor, dor e lágrima para nossos pés e mostramos o que se passa aqui dentro. Quando dançamos somos nós mesmos. É como transformar cada movimento num enredo fantástico de gestos, expressões, sentimentos e emoções. É se sentir vivo e completo. É mostrar o amor e a dor, a alegria e a tristeza, o sorriso e a lágrima. É sentir a musica entrar em seu corpo e se soltar, sentir cada musculo traduzir seu coração, deixar a alma levar para o corpo o que o coração sente. É dar o melhor de si e transparecer um pouco do seu interior. A dança pode ser um livro para quem sabe ler com o coração.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Dançar


Uma espiada de leve na plateia - quanta gente! Agora é a hora de mostrar tudo aquilo que aprendemos e ensaiamos durante 6 meses. É hora de mostrar o que somos capazes de fazer. Respiração acelera e o coração dispara. É hora de entrar no palco. Sorriso no rosto, música na alma, e os pés transformando cada sentimendo em dança. É maravilhoso estar ali em cima, sob os holofotes, sentindo cada par de olho olhar para você. A música termina e corremos para a coxia, sorrindo uma para outra, com a sensação de missão cumprida. Conseguimos. E todos os ensaios árduos, as dores, os xingos e o cansaço, não importam mais. Não nesse momento. Estar no palco é recompensador. Te dá mais energia. Te deixa mais forte. Mais experiente. Te faz sentir mais viva.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Protagonista


Nostalgia – gosto desta palavra. Gosto de lembrar o passado e ver como as coisas eram. Como eu era. Como nós éramos. Tanta coisa mudou. Eu mudei. Você mudou. Minha forma de pensar já não é a mesma, minhas atitudes não são de criança e minhas responsabilidades aumentaram. Às vezes penso na possibilidade de desistir de tudo, mas não estou aqui para ficar no chão. Quero um dia olhar para trás e poder ver o quanto cresci e aprendi – como às vezes faço hoje. Quero poder brilhar, sorrir e chorar, como num espetáculo. Quero poder sentir cada pedaço da musica entrando em meu corpo e fazendo minha alma dançar, e se eu esquecer os passos, é só sorrir e fazer uma pose, improvisar. Porque a vida não passa de uma peça de teatro, mas que não temos a oportunidade de ensaiar, só de refletir sobre os atos feitos. A frase é clichê, mas vou usa-la, não assista sua história da plateia, seja protagonista dela.

sábado, 14 de abril de 2012

Porque só assim vivo

Há coisas muitas vezes que se é preciso analisar cada detalhe. Como a sincronia em uma dança, como as batidas de cordas, que juntas formam a mais bela canção. Cada passo, cada movimento, tudo depende de nós, somos nós quem criamos a sincronia, somos nós quem criamos o ritmo, a momentos que se é preciso um ritmo alegre, outros tristes, tudo vária dependendo de cada linha escrita.
Solto, livre.  Olhar para cima, estender as mãos e sentir gotas de chuva caírem sobre você. Dançar.
 -Porque tu danças menina?
 -Porque só assim vivo.
Era tudo, era tudo o que ela tinha, desde uma fração desde um segundo, dançar era sentir, era ver, que ela estava sendo verdadeira, sendo ela mesma uma única vez.
Texto de Karine Cassol do
blog Dreamer. 
Você diz um tema e ela faz o texto.
Se alguém quiser participar, aqui está:

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Dezembro de 2011


Esperar. Coração a mil. Movimentos na coxia. A luz se apaga e logo acende. A musica começa a tocar: hora de entrar no palco. Respiração acelerada, coração "saindo pela boca" e o máximo de concentração. Agora não é hora de errar. Deixo a musica me levar, movimentos leves e precisos. Sorriso no rosto. Logo fico mais calma, é tão bom estar ali no palco. A musica vai acabando, a luz se apagando e finalmente: aplausos. Missão cumprida. Na coxia, todos sorriem um para o outro, querendo dançar novamente. E assim foram minhas noites, onze e doze de dezembro, de 2011.

P.S: eu não danço de ponta.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Jazz


Movimentos graciosos e leves. Postura alinhada. Posições que pensei que jamais faria. E logo, logo meu corpo está na batida da musica. No ritmo certo. Como se a musica fizesse parte de mim e eu parte da musica. 
Um passo para lá, outra para cá, e logo, logo uma coreografia está montada. 
Energia entra e saí de meu corpo. Esqueço meus problemas. Naquela sala só existe eu e a musica, a musica e eu. Concentração, hora de respirar fundo e começar a dançar como se não houvesse depois.
Dançar algo, chamado Jazz.