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quarta-feira, 27 de março de 2019

[Desafio] O que te inspirou a criar o blog? - Cada detalhe tem sua essência!


E para hoje temos a blogueira Mayara Cruz, do blog "Cada detalhe tem sua essência!" participando do desafio "O que te inspirou a criar o blog?". 

"Tudo começou em 13 de Maio de 2011 já fazem quase 8 anos, resolvi criar o blog como uma maneira de desabafar sentimentos e criar fantasias, com a ideia de fazer as pessoas verem a vida de outra forma, o nome vem de eu acreditar que cada coisa, cada sentimento pode nos transformar, tudo tem uma essência, e o subtítulo "A beleza da vida está na forma como você vê as coisas" já diz tudo, se você vê flores terá flores, se você vê espinhos terá espinhos, devemos apreciar cada detalhe do que a vida nos apresenta, tento criar um cantinho aconchegante com uma imagem de céu ao fundo de uma foto que eu mesmo tirei só dupliquei, tripliquei, quadripliquei, gosto de poemas, de crônicas, de detalhes, então em cada pedacinho tento por o máximo de mim. Com o blog nasceu o sonho de um livro que em breve pretendo realizar."

Muito obrigada pela participação e continue nos cativando e emocionando com seus incríveis poemas e textos. 

Clique abaixp para acessar o blog


 

segunda-feira, 25 de março de 2019

[Desafio] O que te inspirou a criar o blog? - Luz...


E para nossa felicidade tivemos mais um participante do desafio "O que te inspirou a criar o blog". Dessa vez é o Angelo do blog "Luz".


É simples. Eu escrevo desde 2008. Este é meu quarto blog. O motivo de eu escrever foi perda irreparável, impossível de assimilar. De repente, a pessoa mais feliz do mundo que eu sou não conseguiu administrar o gigante da perda, precisou canalizar. Eu tenho um marcador de página que diz: “Amar. Amar sempre. Amar o dia inteiro. E ao final do dia poder dizer: amei todos, amei sempre.” Penso que esse relacionamento de amor com as pessoas é o único canal possível. Agora, eu estou ótimo. Ame muito o que você tem, pois você não sabe até quando. O pensamento que levou o primeiro blog a surgir e que está à direção de tudo que faço é esta postagem de hoje.

Muito obrigada por ter participado Angelo, e para fechar com chave de ouro, vamos a última frase deixada por ele: "A maior distância não é, necessariamente, medida em extensão. A maior distância, muitas vezes, é apenas aquela que se fez instransponível"

 

quarta-feira, 20 de março de 2019

[Desafio] O que te inspirou a criar o blog? - Memórias da Lira Velha


O primeiro participante do desafio "O que inspirou a criar o blog" foi o Marcos Satoru Kawanami, do blog Memórias da Lira Velha. 
O blog do Marcos é um cantinho que venho acompanhando há algum tempo e sempre me encanto com os poemas e os jogos de palavras, então segue o depoimento dele sobre a criação do blog: 

"Eu criei o meu blog em fevereiro de 2009, fazem 10 anos! Passou rápido e com muito gosto.
Antes disso, eu ingressara no Blogger para ler o blog de Márcia Frazão, romancista de quem eu tinha lido um livro escrito com bastante originalidade, intitulado "Senhoras do santíssimo feminino".
Então, Letícia, uma moça que recebeu o Crisma comigo em 2007, disse: "Cria um blog para publicar teus poemas.".
Eu só fui crismado aos 32 anos de idade. Antes, estudei várias religiões até ter certeza de que me adequava mais ao cristianismo católico.
Foi isso."
 
Não deixem de visitar esse cantinho especial na blogsfera.  


 

quarta-feira, 13 de março de 2019

Aniversário My Life | DESAFIO "O que te inspirou a criar o blog?"


Essa semana é dia de festa, o My Life está completando nove anos. Minha primeira postagem foi no dia 12 de março de 2010 e desde estão foram anos, meses, semanas e dias de muita história. 
Ao longo de todos os anos o My Life hoje conta 775 publicações, 1.000 comentários já registrados e 133.412,00 visualizações da página, então deixo aqui um agradecimento especial a todos os leitores e quem vem me acompanhando ao longo de todos esses anos. 

Meu blog foi criado com o intuito de contar sobre minha vida, as confusões e aventuras por onde passo, as leituras infindáveis que abrigam minha estante e bibliotecas online. Os filmes que ganharam espaço em meu coração, mas acima de tudo, um mundo para onde eu pudesse correr e transformar minhas palavras em sentimento quando necessário.  
São nove anos transformando minha vida em palavras e graças a Deus minha escrita melhorou muito com isso e, talvez o conjunto de escrever no blog e ler muito tenham despertado meu amor em dar vida a personagens nos meus livros.  


E pensando em tudo isso criei o desafio "O que te inspirou a criar o seu blog?". O desafio é escrever em seu blog o que te motivou a criar esse espaço na blogsfera e deixar o link da postagem aqui no comentário, onde estarei publicando aqui no My Life ao longo das próximas semanas sua postagem. Não deixe de participar! 

Um grande abraço aos meus leitores e a todos que passaram por aqui!


Raphaela Barreto 

sábado, 2 de março de 2019

Numa moldura clara e simples, sou aquilo que se vê?

No escuro adormecem os sonhos

que realizo quando todos dormem.
Procuro antônimos para sentimentos
que não se adequam ao contexto.
Ando fadigado sobre os pedregulhos
enquanto bolhas de sabão estouram aos meus olhos.
Distribuo sorrisos cordiais
enquanto lágrimas salgadas enchem o mar.
Vivo ereto, "sim, está tudo bem"
mas o semblante mente.
E me pergunto, inocente
por que é assim a vida da gente? 



sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Estante Porcelana

Olá leitores, hoje gostaria de convidar todos vocês a conhecerem meu novo blog: Estante Porcelana. Eu sempre gostei muito de ler e escrever resenhas, então decidi dedicar um espaço aos livros da minha estante, kindle e wattpad. 



Conto com a participação de todos lá e sejam bem vindos ao meu cantinho literário
 

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Café

“Antes que a tarde amanheça
e a noite vire dia
põe poesia no café
e café na poesia.”
 
— 
Paulo Leminski


Aproveitando pessoal, uma amiga minha acabou de criar um blog e convido todos a conhecerem seus posts e darem as boas vindas, My feelings - Mah .

 

sábado, 10 de novembro de 2018

domingo, 4 de novembro de 2018

É tudo cópia da cópia



Ela era mais uma dessas que usava camiseta de banda só porque estava "na moda", nem sequer conhecia, apenas usava. Ela era mais uma dessas que ia se sentar na calçada para ver as pessoas que passavam para dizer "nossa que cabelo horrível e que barriga é essa", mas parecia não se lembrar que já estava usando calças tamanho 42. Ela era mais uma dessas, que tinha que ter aquele anel igual à vilã da novela das oito. Ela era mais uma dessas que era demasiado simpática com todos, pois, gostava de ser adorada. Ela era mais uma dessas que não podia se ver sozinha, sempre estava de namorado novo, mas se aquela lá, aquela ruiva do trabalho fosse vista com outro cara, "nossa que puta", ela diria. Ela era mais uma dessas que sentia pena das crianças de rua, mas o armário transbordava de roupas (ainda com etiquetas) que nunca seriam usadas. Ela era mais uma dessas que se dizia sem preconceitos, mas não beijava negros e homossexuais eram criaturas abomináveis. Ela era mais uma dessas que estava todo domingo na igreja e toda sexta naquele barzinho fazendo fofoca de todos que conhecia. Ela era mais uma dessas que tratava o corpo e esquecia-se do cérebro. Enfim, ela era mais uma dessas, sabe? Mais uma dessas que se dizia diferente.


do blog Café e Ócio

sábado, 28 de julho de 2018

domingo, 15 de abril de 2018

Imagine all the people living life in peace


As flores solitárias
De uma montanha distante qualquer
Que sempre passam despercebidas
É como se elas não estivessem ali?
Passar a vida sendo a observadora
Nunca sendo o centro
Faz os dias passarem mais rápidos ou mais lentos?
Perguntas sem respostas nos surge ao travesseiro
E a vida é só mais um fardo
Que insistimos em carregar
E a liberdade é só uma utopia
Que nunca vamos alcançar.
Daniela Silva

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

[Resenha] Mestre das Chamas - Joe Hill

    
Título: Mestre das Chamas

Autor: Joe Hill

Páginas:  592

Editora: Arqueiro

Sabe aquele autor que você quer ler até a lista de mercado? Esse é Joe Hill para mim, leio qualquer coisa dele sempre! Desde que peguei o livro de contos dele, Fantasmas do Século XX, que eu não consigo parar de lê-lo. 

     Como diz a Alessandra: Joe Hill é amor!

     Sim! Amor!! Então por favor, Joe, não deixe meu amor acabar!! 
     
     O que eu mais gosto na escrita do Joe Hill é o toque irônico que ele coloca em suas histórias. Mesmo no momento de maior tensão, ele consegue fazer piadinhas. Adoro isso!

     Mas preciso ser justa, não é porque eu gosto de um autor, que não vou dizer que não gostei de uma obra, então preciso dizer que fiquei um pouco decepcionada com Mestre das Chamas.

     Pois é, eu também me decepcionei. Talvez estivesse esperando algo mais intenso e melhor que Nosferatu... porém, "Mestre das Chamas" passou longe disso.

     Na verdade em alguns momentos me lembrou muito o pai dele no auge das drogas. (Pra quem não sabe Stephen King usava muiiitaaa droga, e escrevia. Tem livros dele que ele sem se lembra de ter escrito. Esses são os livros mais chatos do autor, com descrições em excesso e assuntos perdidos no meio da trama.)

     A história é uma distopia, pós apocalíptica adulta. Há um fungo, Escamas de Dragão, consiste em uma especie de escama que nasce no corpo do hospedeiro e o faz entrar em combustão espontânea. 

     Ninguém sabe como ou onde essa praga começou, alguns morrem poucas horas após adquirir o fungo, outros demoram dias, e algumas pessoas aprendem a controlar e até usufruir de seus efeitos colaterais, se tornando “X-Men” das chamas...

     Achei essa coisa da Escama de Dragão excelente! Adoro temas inovadores nos livros. Imagine você pegando um fungo desse na fila do banco, e de repente, PUFF, explodiu.
"Harper Grayson já tinha visto muita gente pegar fogo na TV, todo mundo tinha, mas a primeira pessoa que viu pegar fogo de verdade foi no parquinho atrás da escola."Pag. 10
     O mundo está um caos, os EUA caiu, e uma enfermeira contaminada com as Escamas de Dragão precisa se proteger para proteger seu filho ainda no ventre. Um bombeiro, másculo, bem-humorado, cheio de talento e mistérios é uma especie de príncipe encantado, contrapondo o pai do bebê da enfermeira, que parece o Gastão, saído da história da Bela e a Fera.

     Vou falar desses personagens; a enfermeira é o tipo de protagonista que eu me apaixono fácil. Tem sua dose de inocência e acredita muito no amor e nas pessoas erradas, mas em contrapartida, é forte e determinada. Dá sua vida para ajudar os outros, seu coração é maior que ela mesma. Fora que fiquei imaginando o quão linda ela ficou coberta por essas escamas pretas e douradas pelo corpo.

     O Bombeiro, um homem forte e bem humorado que consegue controlar as chamas dele e dos que estão próximos. Ele sabe como fazer com que um infectado consiga sobreviver e usar seu poder para um bem comum. 

     Já o ex-marido de Harper é um monstro, um homem egoísta, fútil, egocêntrico, nojento, asqueroso, insuportável... Não canso de xingar esse ridículo.

     No quesito criação de personagens, Joe Hill é mestre. Isso não dá pra negar.

     A história é arrastada e me lembrou muito Stephen King, (para quem não sabe, Joe Hill é filho de Stephen king). Eu particularmente, não consigo ler o King, não vou dizer que ele é ruim, apenas que, há autores que não escrevem pra gente, é o meu caso com o King... 

     É isso mesmo. Uma história incrível, com personagens maravilhosos, mas que se perderam no meio de tantas páginas. Foi difícil ler, foi difícil terminar a leitura... Prolixidade, seu nome é Joe Hill.

     Neste Mestre das Chamas, eu fiquei triste, decepcionada e cansada da leitura... 

     Apesar de ficar encantada com esses três personagens e com os coadjuvantes, foi impossível gostar da narrativa. O livro realmente se salva pelos personagens, mas a história é decepcionante.

     Ficou na média. Pontos positivos e negativos. Nada demais. Não supriu minhas expectativas. 

     Recomendo que leia e tire suas conclusões.
"Em certo sentido, claro, eu acho que todo mundo sempre morre no meio de uma boa história. Da sua própria história. Ou da história dos seus filhos. Ou dos netos. A morte é sempre dureza para os viciados em narrativas."Pag. 30

E para encerrar a Promoção 101 com chave de ouro, está aqui a resenha do blog Tô Pensando em Ler.
Seja bem vinda no My Life e muitíssimo obrigada por ter participado!

sábado, 29 de julho de 2017

A carta final


Porque escrever pode ser o seu último pedido antes de fritar seus miolos em uma cadeira elétrica? Talvez seja uma forma de expurgar meus pecados de forma simples e resumida, já que eu não acredito em Deus. Enfim, permita-me me apresentar: me chamo Frederic King, mas a galera costumava me chamar de Fred.
Minha vida já começou daquele jeito, quando fui concebido em um beco de Manhattan por um usuário de drogas e uma moradora de rua (também usuária). Desde pequeno tive que conviver com as drogas, porém nunca tive interesse ou vontade de usar, justamente por esse motivo apanhei muito da minha “mãe”. Você deve estar nessa parte pensando que tipo de mãe é essa, não é? Bom... ela não batia muito bem da cabeça mesmo, aliás, sempre batiam a cabeça dela na parede por conta das dívidas com as drogas. Decidi fugir de casa – se é que devo chamar assim a lata de lixo que eu morava no beco – aos 7 anos de idade. Sem rumo, sem nada.
Depois de vagar pedindo comida, brigando com pombos, fui parar em Little Italy, onde comecei a fazer minha vida. Á princípio, arrumei um trabalho de engraxate na frente da quitanda de Tony, dava pra ganhar uns trocados com aquele trabalho, mas ainda não tinha onde dormir. Uma noite enquanto dormia na rua, roubaram minha caixa de engraxar, então tive que arrumar outro emprego. Por sorte, eu vivia na rua, engraxava já a quase 1 ano e justamente por não aumentar o preço do serviço (e isso não foi uma atitude burra), ganhei clientes importantes do bairro, da cidade... talvez até do Estado. E foi assim que eu fui atrás de Vito.
Vito era um um dos integrantes da família mais respeitada de Little Italy, não irei falar o nome para não os entregar. Conversei com ele e passei a fazer pequenos serviços, como fazer compras, entregar recados e claro, engraxar os sapatos, em troca de moradia e alimento. Vito confiava em mim, via “o filho que nunca tive” como costumava dizer, me matriculou em uma escola e me tratava muito bem. Tudo aconteceu muito rápido para mim, que sai literalmente do lixo, e estava amando. Queria ajudar ainda mais Vito, mas ele nunca deixava.
- Quando você tiver idade, filho, te precisarei de você. Por hora, se concentre nos estudos para ser alguém na vida.
E foi assim, foquei nos estudos até o meio do Ensino Médio, quando fui chamado por Vito em sua sala. Em todos os anos que vivia naquela casa nunca fui chamado aquela sala, poucas pessoas entravam ali, e eu nunca tive curiosidade de estar lá. Entrei, tive uma conversa com Vito. Ele me perguntou se eu podia fazer qualquer coisa por ele, já que sempre pedia. De início, achei esse papo estranho, mas ele me explicou melhor. Um dos grandes negócios da família é, até hoje, o tráfico de armas e agora que eu era um “menino crescido” – como ele mesmo gostava de dizer –, já poderia ajudar ele de uma forma melhor.  Você deve estar se perguntando como eu nunca percebi isso antes, não é? Simples, Vito me mantinha ocupado o dia inteiro. Eu estudava, fazia aulas de etiqueta e praticava futebol, tudo financiado por ele. Chegava em casa já era no fim de tarde e todas as atividades eram normais. Nunca perguntei nem pedi nada á ele, já que eu era grato por ter um teto sobre minha cabeça e alimento no prato.
Depois da conversa que mudou minha vida, já tive minha primeira missão. Haviam outras famílias em Little Italy, e uma delas em especial estava se intrometendo nos negócios de Vito. Alvejar o chefe da família seria muito difícil, então teria que começar pelo filho. Confesso que foi bem mais fácil do que eu pensei. Vito me deu uma arma carregada, me ensinou a usar e disse o que fazer. Encontrei o “alvo” em uma rua não tão movimentada no fim de tarde, saquei a arma e atirei 6 vezes, acertando três, dois no peito. Com 17 anos, eu tinha matado pela primeira vez e em momento algum eu senti pena, culpa ou remorso. Voltei pra casa, coloquei a arma na mesa de Vito e avisei que o serviço estava pronto. Instantes depois ele recebeu um telefonema falando que o filho do outro chefe havia sido baleado e morto, Vito me parabenizou na hora e a partir dali me tornei o que sou até hoje, o que serei até o momento em meu último miolo derreter e meu olho descolar da orbita por conta da voltagem alta.
A partir dali eu tive que sair da escola, aprendia o que dava lendo em casa. Era chamado para “missões” frequentes. Basicamente consistia em matar, roubar, obter informações necessárias de forma eficaz (tortura inclusa, claro) e fazer o acordo ou entrega do carregamento. Era simples, eu impunha respeito em todos e se não respeitassem, eu tinha o total direito de eliminar do mapa de forma rápida e eficaz. Nenhuma dessas missões em si foram tão marcantes quanto a primeira, a qual já mencionei. Era mandado para o bairro chinês, árabe, já cheguei a ser mandado até para outros Estados. Claro que minha vida não ia passar despercebido, eu era conhecido nesse submundo e quase sempre tinha alguém tentando ter minha cabeça como troféu, mas como podem perceber, não conseguiram... e foi por pouco.
O motivo da minha prisão é uma coisa tão banal e idiota, que acho desnecessário entrar em detalhes. Basta dizer que foi uma enrascada muito malfeita em que eu caí. Tráfico de armas não dá pena de morte, mas assassinatos sim.
E neste momento você, o leitor dessa carta, deve estar se perguntando se eu sinto culpa, remorso, ou qualquer merda desse tipo agora no meu leito de morte (ou cadeira, no caso) e a resposta é direta e contém três letras: NÃO! E sabe por que?
Porque se eu não tivesse ido atrás de Vito e ajudado em tudo que ele me pediu e propôs, eu teria sido um zé ninguém e moraria no lixo, provavelmente se rendendo a tentação das drogas igual aconteceu com a minha mãe ou com meu pai – o qual nunca fiz ideia de quem era –. Hoje sou conhecido, fui respeitado na prisão, respeitado fora dela e serei lembrado para todo sempre.
Enfim o guarda me chama, tá na hora de fritar um pouco. Tenho alguns agradecimentos a fazer, primeiro ao ser vivo que roubou minha caixa de engraxate porque se não fosse ele, eu não teria trilhado esse caminho. E também claro, agradeço a Vito pela oportunidade e por toda a ajuda que pode me dar ao longo dos meus 23 anos que acabam hoje. Vida curta, não? Mas vou sem arrependimento, afinal só se vive uma vez.

Texto do Blog Livros, Amor e Mais.
Sou leitora deles há pouco tempo, mas adoro esse cantinho especial.

terça-feira, 25 de julho de 2017

Fica a dica


Post do Meus Segredos, da Bell.
Quero agradecer enormemente por participar da Promoção 101 e por estar presente há tanto tempo aqui no My Life.
Super indico esse cantinho maravilhoso da Bell, a cada dia um novo texto, aventura, dica, opiniões. Vale muito a pena conferir.

sábado, 22 de julho de 2017

Esperança


A moça na janela
Cortina de renda acarinhando os braços
Violeta é companhia, em vasinho de barro meio rachado
Nos dedos, os negros cachos,
Sossegada cascata que o vento aprendeu a desarrumar
Seus ombros baixos, sustentam a leveza do afeto
E a mão no queixo quase encobre seu quase sorriso
No horizonte os olhos brilham em espera, e se perdem ao piscar
Se perdem ao contar as horas, os dias, as nuvens, as flores, as batidas do coração
Seus ombros baixos, agora mais baixos, envoltos na negra cascata
Sobre a mão, o sorriso já é quase suspiro. Doce espera
E ela, dorme
A moça na janela.
Bárbara Paloma
Do blog, Degradê de Palavras, super indico esse cantinho.
Obrigada por ter participado da Promoção 101, 

terça-feira, 6 de junho de 2017

Me dê um gole de vida

Vejo
Passarem os dias
As semanas
Os meses
Os anos

Sinto
Tudo
Sinto
Muito
Não te sinto

Nas noites
Choro
Escutando os gritos
Do silêncio

Inundo o quarto
Com preces 
Sussurradas 
E adormeço

Desperto 

Com o cantar dos pássaros
E se tem início
A batalha interior

Vontade 
De encarar a vida
Não mais 
Porém o coração
Ainda arde




Daniela Silva
Fui obrigada a criar uma tag com o nome da Dani, de tantos posts seus que escrevi aqui.
Infelizmente seu blog está desativado, mas os poemas são maravilhosos.