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sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Partiu

De tanto sonhar acordado
o menino de olhos cerrados
criou asas para voar.


Daniela Silva
Do blog Café e Ócio, acredito que este é o blog que mais citei aqui no My Life.
Simplesmente adoro o cantinho da Dani!

sexta-feira, 28 de março de 2014

Entre Aerosmith e AC/DC


Há tempos Karen não saía para se divertir, e justamente hoje seu melhor amigo tinha a chamado para ir à algum lugar, e a escolha seria o mesmo barzinho de sempre, com a habitual trilha sonora entre Aerosmith e AC/DC. Ela sabia que era bonita e gostava que os olhares se dirigissem a ela, por isso colocou seu melhor vestido, o coturno preferido e passou o batom mais vermelho que tinha. Felipe não se atrasou ao pega-la em casa, e não hesitou em dizer como ela estava linda – Karen apenas sorriu e disse que ele não estava nada mal também e ficaram rindo e contando piadas, eram amigos de anos e anos já. Chegaram ao conhecido pub, se sentaram à mesa que mais lhes era confortável e começaram a conversar – os dois adoravam falar sobre o universo, filósofos, um pouco de nada e chegar a conclusão nenhuma também, contanto que o copo estive cheio. Karen queria extravasar ao máximo essa noite e apenas sussurrou para Felipe “não me deixe fazer nenhuma besteira hoje à noite” Felipe sorriu – já havia visto Karen algumas vezes passando mal depois de beber ou pulando feito louca e cantando sem parar – falou que sim, ele seria o sóbrio da noite, alguém tinha que voltar dirigindo e entre copos de cerveja e doses de uísque a conversa e a noite iam passando. Karen já estava meia tropeça quando decidiram ir embora às 03hrs da manhã, Felipe não estava totalmente são, mas podia andar em linha reta e dirigir muito bem. Voltando para casa cantando Beatles o mais alto que podiam, Karen sentiu algo diferente – quando avistou a primeira rua que virava à esquerda, sem aviso prévio virou o volante. “Você ta louca Karen?” perguntou Felipe. “Pare o carro” disse ela com os lábios amortecidos, quando já estavam longe da pista e embaixo de um poste com lâmpada queimada. Ela conhecia aquela rua e sabia que ninguém passaria ali, nem policiais, nem bandidos, nem ninguém. “O que foi? Ta passando mal?” perguntou Felipe. Karen negou com a cabeça e sorriu, abaixou o volume do rádio e encarou Felipe e assim que o olhar de ambos se encontraram Karen avançou e o beijou, era um beijo doce com um gostinho de uísque. Felipe era quente, mas ela já sabia disso. Karen avançou querendo ir para cima de Felipe, mas ele recuou e se soltou dela, “você pediu para que não deixasse você fazer nenhuma bestei...”, Karen fez “xiiu” com os lábios, “eu sei o que eu disse” e voltou ao beija-lo. Desta vez não houve protesto, Felipe também queria aquilo mais que nada no mundo. Karen foi para cima dele e assim que seus quadris se encontraram ela soltou em leve gemido. O carro não era tão grande, mas eles faziam o melhor que podiam. Felipe delineou o pescoço dela com os lábios até chegar na clavícula e Karen abriu o zíper dele. Eles formavam uma bela dupla e pouco a pouco iam se transformando em um, o movimento era contínuo e ambos sabiam o que fazer para satisfazer um ao outro. Karen já estava cansada quando ambos chegaram ao ápice do prazer, ela sorriu e repousou a cabeça no ombro dele. “Você é louca” disse Felipe ofegante, e ela sabia disso. Olharam no relógio e já eram 05hrs da manhã, se arrumaram e Felipe dirigiu para a casa dele, o melhor de se ter um bom emprego e um bom diploma, é conseguir se sustentar sozinho. Karen entrou no apartamento dele, encontrou sua blusa jogada, havia esquecido na última visita, tirou o vestido, a lingerie e caiu na cama, Felipe não demorou para fazer o mesmo, se abraçaram e dormiram como tantas vezes haviam feito antes – eram amigos, amantes e namorados. 

Raphaela Barreto

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Orgulho

O frio predominava naquele cenário.
A lua estava escondida por uma nuvem e a garoa fina caía.
Os dois discutiam e o orgulho crescia.
Droga, por que ela tinha sempre que se apaixonar pelo cara de cabelo bagunçado e sorriso travesso?
Ambos respiraram fundo.
Ela se continha para não deixar as lágrimas caírem, não iria chorar ali.
Ele a beijou no rosto e se afastou.
Explosão.
Cada passo dele uma lágrima dela.
Ele não olhou para trás.
Ele não voltou para busca-la.
Não voltou para abraça-la.
O orgulho gosta de fazer isso com as pessoas.
E ela ficou observando ele ir embora por tal caminho,
Um caminho, que ela também deveria seguir.

Raphaela Barreto

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Pena


A noite estava fria, mas não era isso que a fazia ficar gelada por dentro. O corpo dele quente ao lado dela parecia ser muito atraente, um rápido flash passou pela sua mente, de outros tempos, de outra vida, de um passado não tão distante. Eles conversavam como se nada fosse importante, vez ou outra até sorriam. Ele era esperto e sabia tirar proveito das situações, ela ansiava por calor de um corpo. Juntos caminharam até o local que ambos conheciam muito bem, uma história tinha sido ali formada. Ele se aproximou e a olhou nos olhos enquanto o coração dela se acelerava, depois de muito tempo ele cedia a vontade que há tempos guardava para si mesmo. Ela deixou com que ele se aproximasse lentamente, e antes de seus lábios se tocarem ela parou o movimento e sorriu como nunca havia feito antes, e se afastou sorrindo. Não valia a pena – não mais, não com ele, tampouco por ele.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Diferente


Um sorriso estampado nos lábios e travessura nos olhos, somos jovens e só queremos nos divertir. O cheiro do tabaco invade o ar, as garrafas vazias ao lado e no céu a lua iluminando tudo. Amigos reunidos de velhos e novos tempos, conversas e risadas rolando fácil. Somos vistos como desertores de uma causa nobre pela sociedade, o olhar indiferente dos alienados paira sobre nós, julgando-nos. O certo e o errado são apenas pontos de vistas diferentes, o bom para mim pode ser o errado para outro. O poder de julgar uma pessoa não cabe a ninguém nesse mundo, temos nossos motivos para agirmos da maneira que queremos. E por uma noite, só queremos aproveitar, sem se preocupar com o mundo lá fora, se desligar algumas horas dos problemas mundanos e admirar as estrelas, porque sabemos que no outro dia tudo volta ao normal e teremos que ser como fantoches do capitalismo. Dizem quem somos livres para fazer o que quisermos, mas a verdade é que somos livres para fazer o que queremos de acordo com o que a sociedade impõe, mas não hoje. Seremos livres de acordo com o que queremos e o momento é que importará – não há nada melhor do que os amigos do lado, alguém para chamar de meu e muitas risadas para dar.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Papel em branco


Uma camada grossa de nuvens cobre o céu, os raios solares aqui não chegam e a garoa é intensa. O dia está acinzentado e me pego ouvindo suas musicas preferidas, minhas musicas preferidas. Se eu fechar os olhos posso senti-lo perto de mim e é por isso que os mantenho aberto, não vale a pena viver no passado, não vale a pena recordar coisas que jamais poderei sentir novamente, não vale a pena remexer nas cicatrizes e trazer os velhos fantasmas a tona. É por isso que enterrei tudo aqui dentro de mim, se um dia quiser lembrar, simplesmente abro a gaveta das lembranças e devaneio com um sorriso nos lábios, não há motivos para ter lágrimas nos olhos, e mesmo se quisesse não conseguiria, já deixei de me importar com tudo isso há algum tempo - já deixei de sentir. Frieza? Chamaria de autoproteção. Soa clichê, mas o amor e a dor são feitos de palavras ditas a todo o momento numa tentativa falha de expressar o que sentimos aqui dentro, porque por mais que tentemos explicar o que sentimos, sentimentos não podem ser escritos numa folha de papel em branco e ser deixados em cima da mesa para se ler no café da manhã.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Rotina

A chuva cai fina lá fora, o vento faz as janelas rangerem, e faz a casa ficar gelada. São em dias assim que a nostalgia fala mais alto e a saudade aperta. Tudo parece ter ocorrido há uma zilhão de anos atrás - tudo tão distante, mas ao mesmo tempo tão perto. Parece que está faltando aqui, e os livros são o meio encontrado para preenchê-lo, mesmo que por poucas horas. Pego meus livros e me jogo neles, devoro-os rapidamente, paragrafo por paragrafo, capitulo por capitulo. Quando fecho-os sou inundada novamente por pensamentos e lembranças que já se tornaram rotina e que aos poucos me acostumei.



segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Raro


Sabe, sou daquele tipo de pessoas que vai sempre estender a mão a um amigo, não importa o quão frágil eu esteja. Sempre meu ombro estará disponivel. Sempre um abraço estará pronto. Não suporto ver as pessoas ao meu redor tristes, mesmo que eu não conheça-a muito bem. Sempre faço de tudo para ver os outros felizes quando estão para baixo, mesmo porque, eu sei o peso de um "vai ficar tudo bem" quando seu mundo está desmoronando.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

.

Fico impressionada ao ver que seis meses já se passaram e que tanta coisa mudou. Fizemos novas amizades, construimos laços, conhecemos novas coisas, descubrimos o nosso lugar e acima de tudo, descubrimos um pouco mais sobre nós mesmos. Todos mudaram ao longo desses seis meses, amadurecemos e adquirimos conhecimento. Formamos amizades que jamais poderão ser desfeitas, rimos, nos divertimos, houve momentos de trizteza e de briga, e sorrio ao lembrar de tudo. Sei que pouco vivemos e que muito ainda está por vir, mas fico feliz desde já e de nada me arrependo. E que venha as novas coisas, unidos, conseguiremos tudo.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Te amo.


Esta noite, eu queria estar ai contigo. Te abraçar e dizer que tudo vai ficar bem. Fazer você desabafar, colocar pra fora tudo o que está preso dentro de você. Secar suas lagrimas e amenizar sua dor. Ficar ai contigo, como se não houvesse o amanhã. Fazer você respirar fundo, te reconfortar. Eu sei que essa noite não vai ser fácil. Mas calma que tudo se ajeita, tudo se encaixa. E depois, iria fazer carinho em você, até você dormir. Até você adentrar no inconsciente e esquecer a dor. Se desligar do mundo real. Só queria dizer que tudo vai ficar bem, ta? E que... te amo.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

P.S: te amo


Noites frias, o vento bagunçando meu cabelo e... você. Você me abraçando, fazendo minha mão ficar quente. Perguntando como havia sido meu dia, tentando me deixar mais feliz, fazendo me sorrir, e eu falando de coisas banais, piadas, tentando te deixar mais feliz. Eu confiava em você, e apesar de tudo acho que ainda confio. E não importa quantas coisas você faça, ainda vou te amar. E me dói, pra caralho ver você enrolando com ela ao invés de estar me protegendo do frio. E você disse que ia fazer algo a respeito e até agora não vi nada. Mas acho que agora nada importa mais, creio que ambos se acostumaram com essa nova rotina e o orgulho não fica de lado. Mas mesmo assim, queria você lá, do meu lado, me fazendo rir. Mas querer não é poder. E sabe o que mais me dó? É ver que nada do que digo ou faço tem algum resultado em você. É ver que você não liga, não dá a minima. Quando as pessoas diziam que ser deixada de lado, esquecida, doía eu não sabia que machucava tanto. Pois é, mas como disse, agora nada importa, nada adianta. Foram bons momentos e como tudo que é bom: acabou. Só espero que esteja feliz, seja lá onde você está, seja lá com quem você está. P.S: Te amo.

sábado, 7 de maio de 2011

Just live.


Esses dias eu estava andando com meu amigo e nós estavamos conversando sobre o Hopinight que eu vou e estou super ansiosa
e nós estavamos falando da balada e ele disse:
"Não importa como você vai dançar, apenas dançe"
E essa frase ficou na minha cabeça e logo trasnformei nisto:
"Não importa o teu jeito de viver, apenas viva" (e não confunda viver com existir).

Post dedicado a Gui Martins :)

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Blog qe eu achei!

Como vcs já sabem, tdo blog qe eu olho e gosto, eu coloko o endereço aki para ajudar a divulgar...bom, deêm uma olhadinha nesse:
http://www.o-thefame.blogspot.com

Mtu legal, viiu!
Bjs