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quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Resenha - A Noite Maldita, André Vianco



Em A Noite Maldita, André começa contando sobre diferentes pessoas e suas rotinas que viram de ponta cabeça ao longo do livro. Em uma noite aparentemente normal as pessoas ouvem um estrondo inexplicável no céu seguido de uma epidemia, várias pessoas começam a dormir involuntariamente e não há nada que as acorde, e como se não bastasse acontece a queda de qualquer meio de telecomunicações, não há celulares, telefones, TV’s ou rádios, tampouco internet. As rotinas então já começam a ser quebradas, os adormecidos são levados para o hospital fazendo com que haja uma superlotação. Na noite que se segue a esta, alguns dos adormecidos e muitas pessoas até então normais, acordam com dores muito fortes no abdômen, não suportam a presença de luz e tem sede, muita sede. Sede de sangue. Surge então o caos, as pessoas não conseguem se comunicar, sistemas bancários param, superlotação nos hospitais, incêndios em todos os lugares e a energia não tarda a acabar. Finalmente as histórias das diferentes pessoas vão se cruzando e então surgem dois personagens ilustres: Cássio e Raquel, que vão lutar até o fim para conseguir o que querem. De um lado humanos, do outro, vampiros.

O que eu achei: O autor escreve de uma forma que nos prende a leitura, e por tudo acontecer no Brasil faz com que pensemos que aquilo poderia mesmo acontecer e o que faríamos. André Vianco usa o português claro e nos faz perceber que a vida em um minuto pode virar de ponta cabeça, ou acabar de uma forma que você jamais imaginou. (cinco estrelas)

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Rotina

A chuva cai fina lá fora, o vento faz as janelas rangerem, e faz a casa ficar gelada. São em dias assim que a nostalgia fala mais alto e a saudade aperta. Tudo parece ter ocorrido há uma zilhão de anos atrás - tudo tão distante, mas ao mesmo tempo tão perto. Parece que está faltando aqui, e os livros são o meio encontrado para preenchê-lo, mesmo que por poucas horas. Pego meus livros e me jogo neles, devoro-os rapidamente, paragrafo por paragrafo, capitulo por capitulo. Quando fecho-os sou inundada novamente por pensamentos e lembranças que já se tornaram rotina e que aos poucos me acostumei.



sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Dor

Era um domingo comum. Uma tarde comum. Era pra ser um passeio comum. Eu estava indo ao parque com meus pais, buscar minha irmãzinha para leva-la para a casa. O farol abriu e meu pai acelerou, tarde demais pra ver o que ia acontecer. Um caminhão vinha na direção contrária, a toda velocidade. Olhei assustada segurando-me mais ainda no banco da frente. Ele deveria ter parado não? O impacto foi inevitável. Senti uma pancada do lado direito do carro, barulhos estridentes de vidros se quebrando e metal sendo arranhado. Gritei. O carro girou algumas vezes, bati minha cabeça e meu corpo ia sendo lançado de um lado para o outro, mesmo com o cinto. A dor era terrível. Perdi as contas de quantas vezes o carro capotou. O pânico me invadia e flashes de sorrisos passavam em minha cabeça, até a imensa escuridão chegar. O carro havia parado. Olhei para minha mãe, ela sorria para mim sem felicidade nenhuma, lágrimas me vieram aos olhos. Ela estava encharcada de sangue. Olhei para meu pai, suas órbitas estavam vazias, havia um enorme machucado em seu rosto. Ele já se fora - pensei começando a chorar. Cada centímetro de mim doía. Minha mãe estendeu a mão para mim, e eu peguei, lembrando de como as pessoas me diziam que eu parecia com ela. Mamãe não iria mais aguentar por mais tempo.
 - Eu te amo - ela sussurrou. 
 - Eu também te amo - disse olhando pra ela. Sua mão deslizou da minha - Mãe? Mãe? - gritei para ela, mas não obtive resposta. Comecei a chorar. Meus pais estavam mortos, bem ali na minha frente, e algo me dizia que eu teria o mesmo fim. Cada centímetro do meu corpo doía e minha visão começava a vacilar já. Tateei meus bolsos em busca do celular, precisava fazer mais uma coisa. Ouvia vozes lá fora já. Disquei o número assim que encontrei o celular, eu estava tremendo muito. Juliana? disse a voz do outro lado. Como era bom ouvir aquela voz, reconfortante. Chorei mais alto. 
 - Julie? O que aconteceu? Fala comigo por favor.
 - Meus pais...eu - não conseguia dizer, parecia que algo estava entalado em minha garganta. 
 - Julie o que houve? - disse ele preocupado.
- Felipe, estou vendo meus pais...mor...tos, eu...eu...
 - O quê? Onde você está? Calma, tudo vai ficar bem 
 - Não - disse sorrindo e chorando ao mesmo tempo. Minha visão ia e voltava e eu já não sentia minhas pernas - Siga sua vida...e... Eu amo você Felipe.
- Eu também amo você Juliana, agora me conta o que está acontecendo? - ouvir que ele me amava era o bastante. A força de meus braços estava acabando, vacilei e o celular caiu da minha mão. Ouvia Felipe gritar meu nome do outro lado da linha. Ouvi barulho de sirenes. Eu só queria que a dor parasse. Lentamente fechei os olhos. Meu celular tocou e eu sabia que era o Felipe pelo toque. Sorri uma ultima vez e então mergulhei numa escuridão sem fim. Num lugar aonde o barulho não chegava. Onde a dor não existia mais. 

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Be happy


Não tenha medo, enfrente-o. Vá de encontro ao desconhecido. Arrisque. Tenha boas historias para contar no futuro. Errre, acerte e acima de tudo, seja feliz.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Imagine.


Imagine não haver o paraíso, é fácil se você tentar. Nenhum Inferno abaixo de nós, acima de nós, só o céu. Imagine todas as pessoas, vivendo o presente. Imagine que não houvesse nenhum país, nenhum motivo para matar ou morrer. Imagine todas as pessoas vivendo a vida em paz. Você pode dizer que eu sou um sonhador, mas eu não sou o único. Espero que um dia você junte-se a nós e o mundo será como um só. Imagine que não há posses. Eu me pergunto se você pode sem a necessidade de ganância ou fome uma irmandade dos homens. Imagine todas as pessoas partilhando todo o mundo. Você pode dizer que eu sou um sonhador, mas eu não sou o único, espero que um dia você junte-se a nós e o mundo viverá como um só.
- John Lennon

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Olá lindo e queridos leitores (:
Peço mais uma vez 1001 perdões por estar demorando a postar. Textos não vem a cabeça, ideias não surgem, e tempo não é algo que eu tenho sobrando.
Se alguém ai tiver alguma ideia, ou sugestão sobre algum post, por favor comunique-me através de um comentário ou no meu e-mail/msn: mylife-rapha@hotmail.com

Beeijinhos a todos e mais uma vez desculpas ;*