Há sempre duas formas de encontrar toda a sua família e os amigos mais chegados ou antigos: casamentos ou velórios, sendo este ultimo o mais provável.
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sábado, 4 de março de 2017
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017
Graciosidade
Há uma certa graciosidade na vida, na forma como as coisas acontecem e mesmo não parecendo ter ligação, tudo se conecta. Como cada parte de nossa vida é marcada por fases e transições, onde pessoas chegam e vão, onde você amadurece, chora, ri e cresce.
Lembro-me de ouvir meus pais falarem coisas quando eu era criança e bem, agora eu estou vivendo estas coisas, contas, faculdade, responsabilidades, o tempo correndo parecendo ter pressa para chegar em algum lugar e você não fazendo metade das coisas que gostaria. Até encontrar velhos amigos na rua e ter uma conversa de cinco minutos é normal.
Começamos a divagar sobre outros assuntos em nosso cotidiano, a divagar sobre a vida, futuro e morte. E em falar sobre a morte, você percebe que é uma fila até chegar seu dia, primeiro seus avós, em seguida sabe que serão seus pais e advinha? Você é o próximo da lista. Então digo que há uma certa graciosidade na morte também, na forma como as coisas acontecem e mesmo não parecendo ter ligação, tudo se conecta. Como uma fase final, uma transição para o desconhecido.
Nada é coincidência nesta vida, não existe um ao acaso, mas uma coisa sempre será certa, a vida e a morte, em um ciclo gracioso trazendo, levando e transformando tudo o que há no universo.
domingo, 22 de fevereiro de 2015
Faces da moeda
“[...] Só quando sentiu
intensamente que um dia desapareceria é que pôde entender exatamente o quanto a
vida era infinitamente valiosa. E quanto maior e mais clara era uma face da
moeda, tanto maior e mais clara se tornava a outra. Vida e morte eram os dois
lados.
Não se pode experimentar a
sensação de existir sem se experimentar a certeza que se tem de morrer, pensou.
E é igualmente impossível pensar que se tem de morrer sem pensar ao mesmo tempo
em como a vida é fantástica.”
- O Mundo de Sofia
segunda-feira, 26 de maio de 2014
Morte
A única certeza que qualquer
pessoa pode ter na vida, é a da morte. É uma situação complicada que parece
estar longe de nossa realidade, sabemos que um dia irá acontecer com qualquer
um que amamos, mas jamais estaremos preparados. Ao mesmo tempo que olhamos “o
quintal mais verde do vizinho” a morte por um câncer, acidente de carro ou de
trabalho, overdose ou causas naturais parece que sempre irá ocorrer no vizinho
e quando acontece conosco é um choque. É como perder o chão, um soco no
estomago e três no olho ao acordar. Só quem perdeu sabe como é, e a única coisa
que nos resta é lembrar da pessoa em momentos bons e seguir em frente. Se é
complicado? Com certeza, mas é isso que devemos fazer. Ninguém quer perder alguém querido, mas esse é o
processo natural da vida, e querendo ou não temos que aceitar, afinal, um dia
nós também iremos para um outro lugar.
O tema sugerido foi "Morte", pela Beatriz Elisa,
do Blog: Etc e Tal.. (é um blog que acompanho a bastante tempo já, e adoro tudo que vejo nele).
Não digo que o tema foi difícil, talvez um pouco complicado por se tratar de "dor", mas é algo inevitável em nossa vida. Chega até a ser casual.
Banal.
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