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terça-feira, 28 de agosto de 2018

Berlim: Campo de Concentração Sachsenhausen

Aproveitando o último post sobre a Segunda Guerra Mundial, vamos embarcar em minha última aventura em Berlim: Campo de Concentação Sachsenhausen. Quando decidi ir para Berlim, pesquisei se havia algum campo nas rodendezas e cerca de 40 minutos de viagem de trem me levaram até lá. Comprei um tour guiado com o Get Your Tour Guide, e super recomendo, uma guia canadense nos acompanhou informando e ensinando tudo e mais um pouco (há opções de tour em inglês e em espanhol).
O campo Sachesenhausen tinha como objetivo o trabalho forçado, e fizemos o mesmo caminho dos Judeus do centro de Berlim até o campo. Havia centenas e centenas de campos de concentração para trabalho forçado, mas apenas seis voltados para o extermínio, e talvez seja por isso que não senti aquele tal arrepio e lágrimas nos olhos que todos sentem quando visitam Auschwitz Birkenau. O clima é pesado, há algo na atmosfera difícil de explicar, mas não é como os relatos do maior campo de extermínio da história.  
 
"O trabalho liberta" - portão de entrada do campo.

Mas voltando a Sachsenhausen, o local virou um memorial e é aberto para visitação. Foi inaugurado em em 1936 primeiramente para prender os partidários contra a política do Führer, servindo mais tarde como campo de concentração de Judeus. O campo servia também de centro de treinamento para os oficiais da Gestapo, a polícia secreta da Alemanha.

O campo dispunha dos quartos dos prisioneiros que era basicamente um amontoado de camas, cozinha, enfermaria e mais tarde a câmara de gás. 
  
Entrada do campo. O relógio em cima da torre marca exatamente a hora que
os soviéticos chegaram e libertaram os Judeus.
 
Após o término da Guerra, os galpões foram destruídos (retângulos no chão), deixando somente dois quartos, a cozinha, a enfermaria e o que sobrou da câmara de gás, que foi praticamente destruída após bombardeios.
 
 























Quando perguntamos à guia sobre os némeros de cada Judeu e o pijama listrado, tivemos como resposta que era muito mais fácil exterminar um número, alguém que já não se parecia mais com um humano do que alguém saudável e em boa forma. Quando os Judeus chegavam nos campos, ocorria um processo de "descarecterização humana".

 
 

 
 A estátua representa dois Judeus verificando se o que está deitado (assassinado em câmara de gás) possuí algo de valor, antes de levá-lo para os fornos de cremação.
Os Judeus que faziam esse trabalho não podiam dizer nada aos demais, era proibido falar sobre as câmaras de gás. Estes "trabalhadores" frequentemente acabavam se suicidando.
 
 
 
Escombros das câmaras de gás.
 



Escombros dos fornos de cremação.
 
Fora a descaracterização humana dos Judeus, o governo investia em propagandas enganosas que aumentavam mais ainda o desgosto da população para com os Judeus. Era realmente uma lavagem cerebral. E o que muita gente não sabe hoje, é que no início da guerra, os Judeus tentaram migrar para outros países, mas seus vistos foram negados. A Austrália por exemplo, foi um país que disse que não tinham problemas raciais no país, e que não iriam ter. Parece que não houve só um culpado em tudo isso, não é? E toda essa situação de vistos negados, não lembram os refugiados das guerras atuais?
Para encerrar deixo as fotos abaixo, e digo que todos deveriam conhecer um campo de concentração. É um lembrete de que ponto a humanidade chegou e um memorial para aqueles que não devem ser nunca esquecidos.
 
 
 
Pedras para os judeus e politicos que foram exterminados. As flores murcham, mas as pedras aguentam o vento frio, o sol escaldante, a neve e as folhas de outono. O tempo pode passer, mas as pedras jamais se vão.
 


terça-feira, 20 de junho de 2017

Idas


Passaram se semanas, mas ainda sinto sua falta e não acredito que esta saudade irá passar algum dia. Pode ser que a dor se torne suportável, ou que as lágrimas não me venham quando eu pensar em você, mas agora isto é simplesmente impossível.
Sabe, me imagino contando para você sobre meus dias, sobre a faculdade, o trabalho e.... ah Deus, como queria que você me ouvisse tocando piano... e quem sabe talvez você esteja me ouvindo de algum lugar mesmo. 
Nós sempre nos preparamos para este momento e quantas vezes pedi que seu sofrimento acabasse, mas a verdade é que nunca estamos preparados e dói demais passar em frente de sua casa e saber que ela já não mais te abriga, saber que não posso entrar lá e relembrar de todas as brincadeiras ao longo dos anos e melhores momentos de minha vida. 
Sinto muito sua falta e não há um dia que eu não queria ouvir sua voz e saber de teus conselhos. 
Me traz lágrimas aos olhos saber que não estará em meu casamento ou não verá teus bisnetos e que não me dará conselhos de como ser uma boa mãe.
Como disse, esse sentimento não vai passar, mas um dia se tornará suportável. 
Então vó, onde quer que esteja, como a estrela mais linda e brilhante que é, saiba que eu te amo e sempre amarei. 

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Fim do mundo

O que você faria se soubesse que pode perder a pessoa que você mais ama por um erro seu? Que você conseguiu estragar tudo o que mais importava. Tentaria arrumar tudo? E se parecesse que não está sendo o bastante? Um pouco desesperador, não? Pois é. Não há palavras para descrever, angústia, tristeza, sentimento de odiar a si mesmo, sentimento de falha. É como uma dor que te dilacera por dentro e faz seus joelhos falharem até você cair no chão. E depois perder esse chão também. E não há castigo pior do que passar o resto da vida sabendo isso.
São planos e sonhos construídos que podem se desfazer ao vento e cara, isso é desesperador. Novamente esta palavra. Talvez seja isso que defina tudo no momento. Talvez eu deva me agarrar a ela como esperança. Esperança de que tudo fique bem e possamos ser felizes novamente, porque não dá para voltar ao passado, mas é possível melhorar o futuro.
Erros se tornam aprendizados e com um deste tamanho é impossível que aconteça novamente.
Precisei ir até a ponta do precipício para ver o tamanho dele, enquanto poderia ter observado a distância. Vi o fim do mundo e parece que estou vivendo ele nesse exato momento. 
Tudo o que fazemos geram consequências, vem com um preço, e esta está sendo uma catástrofe.  

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Psicologia na veia: Pedofilia é um transtorno?

Hoje vou falar de um tema um tanto polêmico: Pedofilia. A primeira coisa que vem à cabeça de quem está lendo deve ser raiva, ligamos uma pessoa assim a um monstro, afinal, quem teria coragem de fazer tal coisa com uma criança, não é mesmo? Em uma de minhas aulas de psicologia aprendi mais um fato que gostaria de compartilhar com todos os meus leitores. Pedofilia não é um pensamento que ocorre e o indivíduo vai lá e faz, mas sim um transtorno mental em que o indivíduo tem uma compulsão a fazer tal ato pela criança. E vamos mais além, o pedófilo pode ser uma pessoa normal, com hábitos comuns, porém possui esse transtorno mental – e como toda pessoa ele tem os seus valores que foram adquiridos ao longo do tempo e pela família, e ao praticar o ato, seu próprio inconsciente o culpa, é por este motivo que muitos deixam “pistas” (como fotos em computadores, brinquedos pela casa, etc...) para serem presos, porque muitos repugnam seu próprio ato e sabem a crueldade que fizeram. O pedófilo não possuí o mesmo transtorno mental que o estuprador, pedófilo tem desejo por crianças e estupradores por mulheres adultas (e se coloca-los na mesma cela, é provável que o estuprador mate o pedófilo, como qualquer outro preso se colocado junto com o pedófilo, pois eles não aceitam esse tipo de crime). Quando a pessoa tem esse transtorno, NÃO DEVE ser colocada em uma cadeia, mas sim em um centro de psiquiatria, pois ele possuí uma doença e deve ser tratado. Há países em que fazem castração química nos indivíduos, então eles não sentem mais desejo sexual o que acarreta a não praticarem o ato. Achei tudo isso muito interessante, e penso em como toda a população é desinformada e em como o governo é ineficiente e ineficaz no Brasil. Claro que o que o pedófilo faz é horrível, mas prendê-lo e depois que cumprir sua pena, solta-lo, só vai fazer com que ele cometa o mesmo ato novamente, por isso é necessário tratamento. O pedófilo é um cidadão comum, apenas com uma doença digna de ter pena.

Raphaela Barreto,
Aprendi isto em minha aula de psicologia.
P.S: não faço psicologia, e sim tec. em segurança do trabalho, e a grade do curso possui psicologia.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Um pequeno momento de loucura


Ela estava fitando a parede branca, vazia, sentada numa cadeira qualquer onde costumavam conversar sobre coisas banais e rir à toa, o que não estava acontecendo nos últimos dias. Só gritos ecoavam pela casa e soluços de choros reprimidos, e ela se perguntava o porquê. Todos os seus músculos estavam tensos, rígidos, ela sabia que iria explodir. Perto dela estava uma mesinha, daquelas do chá das cinco, pires e pratinhos estavam graciosamente arrumados. A discussão que tiveram a pouco passou por sua cabeça, ela somente esticou a mão e pegou uma xícara, parecia coisa de novela, mas era assim que ela iria aliviar tudo o que tinha no peito, a dor, as lágrimas presas, tudo. Jogou a delicada xícara na parede, ela se partiu em pedaços e caiu no chão. Uma por uma foram acertadas longe, até que um gritou rouco saiu de sua garganta e ela deslizou para o chão, chorando aliviada, talvez haveria outra discussão por causa dos pires quebrados, mas valia a pena se sentir assim agora, ou ele entenderia o que estava acontecendo e então poderiam limpar toda a bagunça, sentar na cadeira e juntos, conversar sobre coisas banais e rir à toa novamente.  

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Consequências.



O estupor do passado ameaça me abandonar e o sorriso aos poucos volta para meu rosto, fraqueza e vulnerabilidade nunca foram algo que pudesse me orgulhar. Esparanças que construi para mim mesma num passado não muito longe, joguei fora, se vamos brincar eu não quero sair perdendo e me encontrar numa situação deplorável. Vejo hoje que tudo tem um próposito e um porquê, dizer que não sinto falta é mentir, mas simplesmente deixei de me importar. Apesar dos sorrisos involuntários que dou, sei que aqui dentro está mais frio e duro que uma rocha e nenhum calor por um bom tempo será capaz de me aquecer. Estou me transformando com uma intensidade devastadora em alguém que um dia disse que não seria, mas como disse, nada disto importa para mim. Só quero viver o hoje, sem lembrar do passado e sem pensar no amanhã. Com as consequências, a gente se preocupa depois, manter a mente ocupada é a melhor coisa a se fazer agora.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Deprimente


Sabe por que o mundo está assim hoje? Porque vivemos num mundo capitalista regrado por regras, onde a vida humana não vale mais do que centavos e o amor não tem mais importância. A ganancia do homem me surpreende e observo enquanto todos sucumbem ao escuro. Hoje tudo é uma hierarquia, e quem está no mais baixo é tratado como lixo enquanto é obrigado a servir os grandes babacas que estão no topo. Se o homem queria ódio, tristeza, caos, destruição, ganancia, frieza... bem, conseguiu. Parabéns a essa grande sociedade de merda que cada vez mais da valor a coisas materiais, esquece do amor, a coragem, a amizade, esquece que "chegar juntos" é mais importante do que "chegar sozinho". Deprimente, ta ai uma boa palavra que define o que somos hoje. E o que mais me irrita é que muitos fecham os olhos para tudo isso e continuam ali na sua vidinha como se tudo estivesse normal. Claro, porque ligar a TV e ver que pessoas estão sendo mortas é normal hoje. Ver que jovens só fazem merda, é normal hoje. Toda essa grande baboseira é normal. Toda essa grande baboseira é deprimente. Ver que o dinheiro vale mais que o amor, companheirismo e alegria é aterrador. Mais uma vez, parabéns a todos nós. 

Raphaela Barreto

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Dor

Era um domingo comum. Uma tarde comum. Era pra ser um passeio comum. Eu estava indo ao parque com meus pais, buscar minha irmãzinha para leva-la para a casa. O farol abriu e meu pai acelerou, tarde demais pra ver o que ia acontecer. Um caminhão vinha na direção contrária, a toda velocidade. Olhei assustada segurando-me mais ainda no banco da frente. Ele deveria ter parado não? O impacto foi inevitável. Senti uma pancada do lado direito do carro, barulhos estridentes de vidros se quebrando e metal sendo arranhado. Gritei. O carro girou algumas vezes, bati minha cabeça e meu corpo ia sendo lançado de um lado para o outro, mesmo com o cinto. A dor era terrível. Perdi as contas de quantas vezes o carro capotou. O pânico me invadia e flashes de sorrisos passavam em minha cabeça, até a imensa escuridão chegar. O carro havia parado. Olhei para minha mãe, ela sorria para mim sem felicidade nenhuma, lágrimas me vieram aos olhos. Ela estava encharcada de sangue. Olhei para meu pai, suas órbitas estavam vazias, havia um enorme machucado em seu rosto. Ele já se fora - pensei começando a chorar. Cada centímetro de mim doía. Minha mãe estendeu a mão para mim, e eu peguei, lembrando de como as pessoas me diziam que eu parecia com ela. Mamãe não iria mais aguentar por mais tempo.
 - Eu te amo - ela sussurrou. 
 - Eu também te amo - disse olhando pra ela. Sua mão deslizou da minha - Mãe? Mãe? - gritei para ela, mas não obtive resposta. Comecei a chorar. Meus pais estavam mortos, bem ali na minha frente, e algo me dizia que eu teria o mesmo fim. Cada centímetro do meu corpo doía e minha visão começava a vacilar já. Tateei meus bolsos em busca do celular, precisava fazer mais uma coisa. Ouvia vozes lá fora já. Disquei o número assim que encontrei o celular, eu estava tremendo muito. Juliana? disse a voz do outro lado. Como era bom ouvir aquela voz, reconfortante. Chorei mais alto. 
 - Julie? O que aconteceu? Fala comigo por favor.
 - Meus pais...eu - não conseguia dizer, parecia que algo estava entalado em minha garganta. 
 - Julie o que houve? - disse ele preocupado.
- Felipe, estou vendo meus pais...mor...tos, eu...eu...
 - O quê? Onde você está? Calma, tudo vai ficar bem 
 - Não - disse sorrindo e chorando ao mesmo tempo. Minha visão ia e voltava e eu já não sentia minhas pernas - Siga sua vida...e... Eu amo você Felipe.
- Eu também amo você Juliana, agora me conta o que está acontecendo? - ouvir que ele me amava era o bastante. A força de meus braços estava acabando, vacilei e o celular caiu da minha mão. Ouvia Felipe gritar meu nome do outro lado da linha. Ouvi barulho de sirenes. Eu só queria que a dor parasse. Lentamente fechei os olhos. Meu celular tocou e eu sabia que era o Felipe pelo toque. Sorri uma ultima vez e então mergulhei numa escuridão sem fim. Num lugar aonde o barulho não chegava. Onde a dor não existia mais. 

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Robôs


O mundo mudou. As pessoas mudaram. A sociedade piorou. As crianças não sabem a sorte que tem. O valor das coisas se foi. Tanta coisa está acontecendo. Tem gente machucando a gente, tem gente que não sabe amar. A sociedade está exigindo demais. Exigindo coisas que ela própia não é capaz. A essência das coisas e pessoas está se perdendo. Todos querem o mais fácil, o rotineiro, querem ser robos. Querem que todos sejam robos. Porque assim é mais fácil de controlar. Fácil - uma palavra tentadora, mas que prefiro deixar longe de meu vocabulário. As coisas ficam mais divertidas quando se é dificil, ficamos com mais histórias para contar.

terça-feira, 3 de julho de 2012

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Rio de Janeiro, 07 de Abril de 2011 ²

DEPOIMENTOS: “Ele começou a atirar. Eu me agachei e, quando vi, minha amiga estava atingida. Ele matou minha amiga dentro da minha sala.” (Camila Dias) "A professora mandou a gente se abaixar, foi quando minha amiga olhou pra mim e disse “to com medo” e quando ela virou pra frente, ele deu um tiro no meio da testa dela .” (Menina de 11 anos) Imagine que horrivel deve ser você ver sua melhor amiga, aquela com quem você passou os melhores momentos juntos, aquela que sabe seus segredos e que você sabe os dela, aquela que te passava cola nas provas, aquela que te dava conselhos quando você precisava, aquela que ria com você, que se divertia e fazia coisas legais e idiotas, morrer na sua frente. Sem palavras.
Senhor, muito obrigado por eu ter ido na escola e ter voltado viva. Muito obrigado por me proteger. Lhe peço que ajude todas as familias das vitimas e dos feridos. Ajude-os de toda forma possivel, por favor. Amém.
Se você orou pelo Japão, agora ore pelo Brasil.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Rio de Janeiro, 07 de Abril de 2011


Rio de Janeiro, 07 de Abril de 2011. Muitos acordando para ir à escola, ou ao trabalho e muitos reclamando por isso. De fato parecia um dia normal, era. Mas não seria dali há algumas horas.. Enquanto você estava no transito reclamando pelo o engarrafamento, ou enquanto muitos estavam na escola reclamando de uma aula chata que estava tendo, ou enquando muitos estavam no trabalho reclamando do chefe chato; crianças e adolescentes de um colegio municipal do Rio estavam sofrendo um pessadelo.. Um colegio onde crianças e adolescentes estavam estudando para quem sabe, ter um grande futuro lá na frente, sofre atentado de um atirador que entra na escola e mata 11 crianças e deixa 13 feridas.. Sonhos que foram embora, planos que ficaram pra trás.. Enquanto você está ai chorando por que um menino não te ama, dizendo que quer se matar pq sua vida não faz mais sentido.. Me diz então, a vida dessas mães que perderam parte de si, sim. parte de si. Quando você perde um filho, você perde parte tua, uma ferida é aberta, e jamais cicatrizará. Pense mais nisso. Quando for reclamar que não tem o celular modelo mais novo, pensa que seus pais te deram o que poderam, lembre-se que essas mães nunca mais poderão dar nada para seus filhos, nem se quer um sorriso. Quando você sentir vontade de sumir, de se matar, lembre-se dessas dessas crianças que dariam tudo pra viver de novo e dessas mães que dariam tudo pra ter seus filhos no braço novamente.. Doeu tanto quando eu ouvi uma menina de 12 dizer agoniada na reportagem: “Ele começou a atirar. Eu me agachei e, quando vi, minha amiga estava atingida. Ele matou minha amiga dentro da minha sala.” (Camila Dias)