Depois do décimo copo ela já nem sentia mais os lábios – tudo estava
amortecido. “Garçom, mais uma rodada” disse ela terminando de beber o restinho
que havia em seu copo. Já mais nada importava e ela poderia ficar ali horas,
sem ver o tempo passar, mas observando o cenário a sua volta se transformar.
Mais nada importava agora, o estupor há a havia consumido e copo após copo ela
ia se afundando em um mar de escuridão. E apenas um pensamento passava pela sua
mente “como é que vou ir embora daqui sem
aquele idiota?”
Raphaela Barreto
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