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sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Natureza



Gosto do vento passando por mim, da forma como as borboletas voam e os pássaros cantam. Gosto de observar o sol nascer e se pôr, a coloração do céu, as formas das nuvens. Gosto de admirar os animais, ouvir o barulho dos rios, sentir cheiro da grama cortada e a terra molhada. Estremeço ao ouvir um trovão, durmo tranquila em uma tempestade, sorrio quando o céu está azul. O universo é perfeito. Gosto da natureza porque ela me faz bem. Gosto da natureza porque eu também sou ela. 

Raphaela Barreto


sábado, 24 de junho de 2017

Original


“Se você vai ser original, vai estar errado bastante vezes” 

– Roger Von Oech

sábado, 4 de março de 2017

Encontros


Há sempre duas formas de encontrar toda a sua família e os amigos mais chegados ou antigos: casamentos ou velórios, sendo este ultimo o mais provável.

sábado, 13 de agosto de 2016

Feliz dia dos Pais


Acordei e olhei para o lado, ele dormia tão tranquilamente. Como será que reagiria a notícia? Até que enfim eu poderia contar. Estava me segurando há duas semanas desde que descobri, mas hoje seria o grande dia. 
Levantei me da cama sem fazer barulho para não acorda-lo, mas sabia que logo mais ele iria despertar. Fui ao banheiro, lavei o rosto, arrumei o cabelo e alisei minha barriga. Eu não poderia estar mais feliz. 
Peguei em minha parte do guarda-roupa a caixinha que tinha a surpresa e fui para a cozinha preparar o café da manhã. Assim que terminei de arrumar a mesa coloquei a caixinha em frente ao seu lugar de costume.
Não precisei esperar muito até que sentisse o me abraçando por trás.
 - Bom dia querida - disse ele em meu ouvido. Eu sorri.
 - Bom dia amor. Está com fome?
 - Sabe que acordo faminto.
E era verdade, ele comia tudo que estivesse em sua frente depois de acordar. 
Peguei o café no fogão e juntos fomos para a mesa. Meu coração se acelerava mais a cada passo. 
 - O que é isso? - perguntou ele surpreso quando viu a caixa em cima da mesa. 
 - Abra - disse eu sorrindo. Ele tinha que fazer aquilo logo porque eu quase não me continha, iria chorar de emoção ou sorrir até minhas bochechas doerem.
Ou as duas coisas. 
Ele olhou desconfiado para mim e abriu a caixa. 
Seus olhos transmitiram choque, surpresa, ele sorriu e por fim seus olhos encheram de lágrima. 
 - Isso é sério? - perguntou ele tirando os sapatinhos amarelo da caixa com o teste de sangue que deu positivo e o bilhete que dizia: 
"O primeiro dia dos pais a gente nunca esquece. Feliz dia dos pais meu amor".
 - Sim - disse eu já entre lágrimas. Estava tão feliz por ele saber agora também. Ele veio até mim e me abraçou, me tirando do chão. - Feliz dia dos pais. 

sábado, 30 de abril de 2016

Pequeno conto


O cheiro do café invadia a sala, poderia sentir este aroma todos os dias da minha vida que não me cansaria.
 - Metade do copo? - perguntou ele da cozinha. Espiei por cima do sofá e sorri. Ele sorriu também. - O que foi?
 - Nada - disse eu sorrindo - Metade do copo.
Ele trouxe dois copos com café e me deu um, sentou do meu lado e nos aconchegamos. 
Poderia estar com ele todos os dias da minha vida que não me cansaria. 

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Fim do mundo

O que você faria se soubesse que pode perder a pessoa que você mais ama por um erro seu? Que você conseguiu estragar tudo o que mais importava. Tentaria arrumar tudo? E se parecesse que não está sendo o bastante? Um pouco desesperador, não? Pois é. Não há palavras para descrever, angústia, tristeza, sentimento de odiar a si mesmo, sentimento de falha. É como uma dor que te dilacera por dentro e faz seus joelhos falharem até você cair no chão. E depois perder esse chão também. E não há castigo pior do que passar o resto da vida sabendo isso.
São planos e sonhos construídos que podem se desfazer ao vento e cara, isso é desesperador. Novamente esta palavra. Talvez seja isso que defina tudo no momento. Talvez eu deva me agarrar a ela como esperança. Esperança de que tudo fique bem e possamos ser felizes novamente, porque não dá para voltar ao passado, mas é possível melhorar o futuro.
Erros se tornam aprendizados e com um deste tamanho é impossível que aconteça novamente.
Precisei ir até a ponta do precipício para ver o tamanho dele, enquanto poderia ter observado a distância. Vi o fim do mundo e parece que estou vivendo ele nesse exato momento. 
Tudo o que fazemos geram consequências, vem com um preço, e esta está sendo uma catástrofe.  

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Fases


É incrível como ideias para escrever podem surgir nos momentos mais inusitados, como por exemplo, no banheiro de um barzinho – claro que não escrevi este post lá, mas arquivei a ideia em uma nota mental, certa de que viraria um post.
Pois bem, estava eu num barzinho onde a entrada é permitida somente aos maiores de dezoito anos, mas eu me lembro bem de quando tinha 16, 17 anos e queria muito ir, o que não aconteceu, porque não e do meu feitio fazer um RG falso, fora isso, analisando toda a situação, sou grata de nunca ter ido lá antes da maior idade, estou certa que se tivesse frequentado o lugar aos dezesseis anos não seria tão legal quanto agora: aos dezenove.
Quando somos mais jovens queremos tudo do nosso jeito e no nosso tempo, mas as coisas não são assim e existe um limite para tudo, que só vamos entender quando crescermos. Alguns jovens poderão dizer sobre a emoção de entrar proibido, uma emoção que logo passa e te faz fazer coisas bestas só por estar em um lugar que não deveria, fora que como disse antes, a diversão não seria a mesma se você tivesse ido mais tarde, sabendo exatamente como curtir.
Existe diversão certa para cada fase da vida, e se quisermos apressar alguma delas, mais preocupações e problemas, muitas vezes permanentes, teremos. 

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Primeira semana em Dublin, Host Family, Luas, Pubs e Park

A aventura começa assim que você chega no aeroporto do país de destino, afinal, é outro país, com uma cultura e língua totalmente diferentes da sua. 
Pois bem, contratei um transfer para me buscar no aeroporto e assim que saí de lá fiquei encantada com o que ia vendo: casas clássicas ao estilo europeu, trânsito organizado com carros de volante ao lado direito, montanhas na paisagem de fundo e muito verde.


Para hospedagem escolhi Host Family, acredito ser mais vantajoso uma vez que as refeições estão inclusas no pacote. Me trataram bem assim que cheguei, mas mesmo assim por serem culturas diferentes sempre haverá um primeiro "choque". Recomendo na hora de escolher a Host Family, passar para a agência o que você gostaria ou não que tivesse na casa, como quantidade de filhos, animais, não fumantes e etc. Minha Host Family é composta por 7 pessoas, mãe, pai, 5 filhos e ainda estão aqui duas italianas que daqui duas semanas irão embora, então deixe bem claro a agência se você não quer ouvir brigas de irmãos, choros de crianças e usar o banheiro cronometrado porque tem mais 7 pessoas no seu andar querendo usar.


Emerald Culture Institue

Estou estudando na Emerald Culture Institute e não tenho o que reclamar, é uma excelente escola, só recomendo fazer os passeios com agências de turismo e não com a escola, ficará mais barato. Já no primeiro dia fiz amizade com brasileiros e espanhóis, e as pessoas podem falar quantas vezes quiserem para você ficar longe de brasileiros, mas em um lugar onde você não conhece ninguém, com uma cultura totalmente diferente, você vai procurar "alguma coisa se casa", neste caso, outros brasileiros - e isto acontece com todos, koreanos andam com koreanos, italianos com italianos e assim sucessivamente, não que não haja conversa entre pessoas de diferentes nacionalidades, mas na hora de formar os grupos para sair e curtir os finais de semana, sempre é com pessoas da mesma nacionalidade que a sua. 
Continuando a semana, estou usando o meio de transporte Luas, uma espécie de bonde elétrico que percorre a cidade e é muito vantajoso, ja que você pode comprar o ticket para o mês todo e utilizar o Luas quantas vezes você quiser ao dia - estudantes que ficarão mais de três meses na Irlanda podem estar fazendo a carteirinha de estudante no Trinity College, e com esta, conseguem um desconto ainda maior no Luas ou em qualquer outro meio de transporte.





Nesta semana que se passou conheci o centro de Dublin, que é fantástico com seus prédios antigos e lojas que conseguem dar um ar moderno aos mesmos. Se sentir fome, não se preocupe, a cada esquina você encontra um Mcdonald, Burguer King e Starbucks com preços ótimos para estudantes. Conheci também o parque St. Stephen Green (que a última parada/primeira do Luas de linha verde no centro), é um excelente lugar para passar a tarde sentado a grama fazendo um piquenique ou lendo um livro, e você ainda pode encontrar diferentes tipos de aves, um lago e jardins com belas flores.




Para a noite não deixe de ir no How at the Moon, as quartas-feiras a entrada é grátis até às 21h e a cerveja é €2,50,  caso você não beba, a música é excelente e você pode dançar a noite toda e se divertir muito, mas fique atento ao horário dos transportes, o luas por exempo, durante a semana é até meia noite e meia e os táxis nunca são baratos.
Logo mais falo sobre o final de semana e os lugares que visitei, ou este post ficará bem extenso.


Estou adorando cada minuto e super recomendo aqui não só para estudar, mas para visitar e até morar também! 

quinta-feira, 16 de abril de 2015

domingo, 15 de março de 2015

Aniversário!


No dia 10 desse mês o My Life completou cinco anos e caramba, são cinco anos!! O tempo passa realmente muito rápido. Estou super feliz de não ter desistido de postar aqui, e sempre contar um pouco sobre minha vida e fazer reflexões para quem eu nunca poderia contar pessoalmente. Muito obrigada por quem tem acompanhado meu cantinho nesses últimos anos, é maravilhoso escrever algo e sempre ver aquele apoio ali em forma de comentário. E em como todo ano eu penso em algo para comemorar e divulgar meus leitores, esse ano não poderia ser diferente! Como conto com a falta de tempo, então o plano é o seguinte: vou publicar texto de alguns blogs (com a autoria do blogueiro, claro) e para participar é simples: é só me enviar o seu nome, o nome do blog e o link do texto que você quer que poste no meu e-mail: raphabarreto_96@hotmail.com . Assim todos nós da blogsfera poderemos nos conhecer mais e quem sabe, achar algo que realmente estávamos precisando, como um conselho, um produto, ou uma boa dose de romance! 

sábado, 10 de janeiro de 2015

[Resenha] Livro As Crônicas de Nárnia


As Crônicas de Nárnia é um dos melhores livros que já li, e como já fiz as resenhas de cada Crônica, vou falar no geral agora. Este livre é um volume único no qual possui sete crônicas:

·         O sobrinho do mago;
·         O cavalo e seu menino;
·         O príncipe Caspian
·         O peregrino da alvorada;
·         A cadeira de prata;
·         A última batalha.

A história de Nárnia começa quando Polly e Digory se encontram num lugar escuro, sem vida, e então aparece Aslam (um Leão dourado, irradiando um certo tipo de luz, com grandiosidade) tudo começa a nascer, qualquer semelhança não é mera coincidência, já que foi Deus que criou nosso mundo. Temos até uma macieira, mas o conceito muda um pouco em relação ao fruto proibido. Os primeiros humanos a morarem em Nárnia se tornam rei e rainha, dos quais toda a população humana neste mundo mágico descende deles.
Em como todo local bom, existe o mau, desde o primeiro dia da existência de Nárnia a Feiticeira branca já está lá, nos mostrando a separação das trevas e das luz. E todo o mal não prospera, então temos a ida de quatro filhos de Adão e Eva para dar a Nárnia esperança novamente. O livro parece não só ser envolto no Cristianismo, com também na Magia, uma vez que aparecem animais mitológicos. Vemos também o sacrifico de Aslam, que é ligado a morte e ressureição de Cristo. E claro que no final vemos o bem prosperando e temos o que chamados de Era do Ouro, que foi o reinado de Pedro, Edmundo, Lúcia e Susana. Durante o reinado deles, mas em O cavalo e seu menino, conhecemos um pouco sobre a Calormânia e em como são um povo cruel e servem a um deus chamado Tash, que é totalmente o oposto a Aslam.


Em o príncipe Caspian os telmarinos tomam Nárnia e passam a morar lá, nos mostram o quanto o homem pode ser cruel e em como muitos seres podem perder a esperança e podem recorrer ao mal em sua falta de fé. Voltam então os quatro filhos de Adão e Eva para este mundo mágico, onde ajudam Caspian a tomar o poder, que era seu por direito. Apenas Lucia consegue ver Aslam, porque ela é pura e cheia de fé. Vemos novamente que o mal não prospera e em toda vitória, a perdas.


No Peregrino da Alvorada vamos um pouco além, o Rei Caspian sai em busca dos sete fidalgos perdidos, passam por aventuras fascinantes e Lucia, Edmundo e Eustáquio se juntam a eles. Ouvimos falar desde o País de Aslam, para onde tanto Ripchip quer ir, até estrelas que podem ter formas humanas. Nesta aventura Eustáquio é mau e mesquinho e aprende após uma provação que não deve ser uma pessoa ruim. No final da aventura Ripchip consegue ir para o País de Aslam, o qual Este o diz que uma vez lá, jamais poderá retornar. Hora de Lucia, Edmundo e Eustáquio voltarem para o nosso mundo, mas antes se encontram com um Cordeiro, perto do País de Aslam, o qual depois de um tempo se transforma no próprio Aslam, interessante não? Lucia e Edmundo partem sabendo que jamais poderão voltar, mas Eustáquio volta em sua próxima aventura em Nárnia, junto com sua colega Jill e recebem uma missão – encontrar o filho perdido de Caspian: Rilian. O mal em A Cadeira de Prata tem forma de uma mulher que é feiticeira e pode se transformar em uma serpente verde. Esta crônica é uma de minhas preferidas apenas pelo final ser estupefato: Jill e Eustáquio antes de retornarem ao nosso mundo se encontram em uma das colinas do País de Aslam, e encontram Caspian já morto. Aslam pede que lhe espetem a pata e quando o sangue dele começa a escorrer, Caspian começa a se tornar jovem até estar em sua melhor idade. Jill e Eustáquio então retornam para o nosso mundo, e Caspian passa a “viver” no País de Aslam.


E para encerrarmos esta aventura, temos o último rei de Nárnia: Tirian. Vemos nesta crônica o mal tomando conta, os animais enganados, os Calormanos se aproveitando e um nome citado a todo tempo: Tash. Como tudo que começa, uma hora termina, e foi neste meio que Nárnia foi acabando. Os reis e rainhas do nosso mundo aparecem (justamente por causa de um acidente de trem), os animais que nunca perderam a fé, mesmo sendo enganados são poupados e todos são levados a uma Nárnia maior, mais cheia de vida, mais grandiosa. Aslam explica que tudo de bom dito ou feito em nome de Tash era na verdade para Ele, e tudo de ruim feito ou dito no nome de Aslam, era para Tash – pois os dois são o oposto e Tash “cuida das coisas ruins”. Todos os Narnianos e os “Ajudantes de Nárnia” seguem uma corrida para um monte, onde há um Jardim com portões de ouro. Lá dentro quando Aslam começa a falar com todos, pouco a pouco vai deixando de ser Leão, e o autor apenas finaliza dizendo que não poderia descrever, tamanha era a grandiosidade, mas que um dia todos poderão conhecer.



Apenas citei algumas partes que nos levam a pensar no Cristianismo enquanto lemos este livro, mas há passagens de Magia também, no que em meu ver, magia não é totalmente relacionada com o pessoal lá de baixo. O livro é fantástico e vale a pena ser lido – até por quem é ateu, porque as histórias são fantásticas. Existem mais “ligações” no livro, mas apenas lendo para saber.
O livro se encerra com C.S Lewis contando “3 maneiras para escrever para crianças”, que é excelente também.

Páginas: 750.
Nota: 5 estrelas. 

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Contradições Humanas

Olá pessoal, separei algumas imagens bem interessantes para publicar aqui, encontrei todas neste site awebic. As obras são de Pawel Kuczynski, espero que gostem e reflitam.

















sábado, 9 de agosto de 2014

Mudando o rumo


Maria estava trêmula enquanto fazia aquilo pela terceira vez, seu namorado havia pedido, ele queria ver com os próprios olhos o resultado. Maria saiu do banheiro e entregou à Henrique aquilo que confirmaria a mudança definitiva da vida dos dois, desabando na cama em seguida - ela não sabia o que aconteceria a partir dali. Henrique assumiu uma expressão mais séria e de preocupação. Ele olhou para ela, Maria estava se controlando para não chorar, ela já havia surtado o suficiente nesta ultima semana. Os dois namoravam há dois anos, ela tinha 20 anos e ele vinte e dois, eram novos demais. Henrique foi até ela e abraçou-a, "vai ficar tudo bem" sussurrou em seu ouvido, mas a verdade era que ele também estava com medo. "Como vamos contar para os nossos pais? Vão nos matar..." disse ela derrubando as primeiras lágrimas."Vamos dar um jeito, você e eu, juntos". Os dois se apertaram mais na pequena cama, um peso enorme havia caído em cima deles, responsabilidades aumentariam e dois futuros seriam modificados. Henrique olhou ainda uma ultima vez para o teste de gravidez, positivo, Maria tinha um filho seu no ventre, é, ele seria pai. 

Raphaela Barreto
P.S: Um feliz dia dos pais!

terça-feira, 22 de julho de 2014

Melancolia


O dia lá fora está bonito, o céu azul, mas aqui dentro não. Nunca fui de contar meus problemas e conflitos interiores para os outros – não conseguia nem fazer isso com minha psicóloga, e então eu escrevo, é mais fácil do que falar, não é? Sim, com certeza é. E então estou assim, sem muita vontade de nada, com um relacionamento caindo aos pedaços e fazendo tudo mecanicamente. Queria viajar, sozinha, para um lugar longe com natureza e esquecer-me de tudo – amigos, namorado, família, trabalho e até um pouco de mim. Mas até nisso tem um problema: 18 anos não muda nada na sua vida e seus pais não vão deixar você sair descobrindo o mundo, e o único lugar que mais se aproxima de natureza onde eu possa ir aqui, é uma ponte em cima do rio Tietê. Pois é, não ta fácil para ninguém, então eu continuo essa minha melancolia patética.

sábado, 12 de julho de 2014

Lago assassino transforma animais em estátuas


My Life também cultura gente!
(vi esta reportagem e pensei: tenho que postar no meu blog, é assustador e fantástico ao mesmo tempo)

A natureza pode ser feia e assustadora, como prova o Lago Natrão, no norte da Tanzânia. Essa porção de 'água assassina' alcança temperaturas de 60 ºC, e seu pH vai entre 9 e 10.5. O nome vem do natrão, composto a base de carbonato de sódio e bicarbonato de sódio, proveniente das cinzas vulcânicas de um vale na região. As informações são da New Scientist.

Esse 'poço mortal' abriga um tipo de tilápia ultra-resistente (Alcolapia alcalica), mas é fatal para outros animais. Aves que se acidentam em suas margens, iludidas pela superfície refletora do lago, têm um destino cruel: acabam mortas e calcificadas, como estátuas. Flamingos que tentam usar suas ilhas de sal como ninho correm o mesmo risco, como mostra a foto no topo.

Você pode encontrar mais fotos, clicando aqui.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Quem seríamos sem a tecnologia?


Como seria nossa vida sem essa pequena caixinha que chamamos de celular? O que faríamos no ônibus ao invés de ouvir musica? Veríamos nossos amigos no domingo a tarde ao invés de ficar no facebook? Quem nós seríamos sem essa constante tecnologia?

Achei o vídeo no blog "Minha Forma de Expressão"
da Sr. Nathalia.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Despedidas e o tal 18 anos

Nunca fui muito boa com despedidas, abraços e choradeira, mas tudo tem um fim - e um ciclo de minha vida acabou. Foi um alivio terminar um técnico de dois anos e meio, mas triste ao saber que aquela seria a ultima aula. Foi triste sair da empresa que trabalhei durante 1 ano e 10 meses, mas estava feliz por tudo que aprendi lá, e pelas pessoas que conheci. Foi uma semana de beijos, abraços e lágrimas, e agora uma nova jornada se inicia. Como se para afirmar mais um pouco tudo que estou dizendo, ainda teve os finalmente 18 anos. As pessoas esperam demais por essa idade, e ela acaba sendo igual a qualquer outra, um ano a mais, mais responsabilidades, mais um passo... Me sinto exatamente como semana passada, quando eu ainda tinha 17 anos, mas agora com uma pequena diferença: posso comprar bebidas (não sou alcoólatra), ir em clubes (não vou em clubes) tirar carta e ser presa (o que é difícil, que eu me lembre,não tráfico drogas, animais e nem pessoas). É, acho que é isso ai.
Estou já em um novo emprego também, e infelizmente minhas passadas por aqui não serão tão frequentes, mas prometo jamais abandonar o blog (e em breve teremos novidades).

Raphaela Barreto

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Nostalgia e os 18 anos


É como um filme passando em minha mente, as férias escolares, as brincadeiras, a casa da Barbie espalhada pelo chão, os pés pretos, a gritaria da criançada na rua. É como lembrar de um sonho, é uma viagem em que ficamos imaginando os desenhos nas nuvens enquanto nossa roupa está suja de sorvete de chocolate. É como um clichê ouvindo a mãe dizer para ir tomar banho, e nós sempre esquecermos a toalha e pedir "mãaaaaaae, pega a toalha?". É enfrentar os bichos papões e dormir com os pés para dentro cama, fazer amiguinhos na escola, levar brinquedos às sextas-feiras, é sorrir a cada cinco minutos, perguntar se o amigo tem bala, bater figurinhas no chão sujo, jogar futebol descalço, chutar a bola e na verdade chutar o chão. É crescer e crescer mais um pouco, dar montanhas de roupas embora, e crescer mais ainda e imaginar as profissões que vamos exercer: Médica? Veterinária? Secretária? Professora? Dançarina? Cantora? Modelo? - ok, eu já quis ser tudo isso. Ansiei crescer e cresci, então a infância começa a passar em flahshs, os pensamentos mudam, e caramba, amanhã faço 18 anos! A jornada parecia fácil quando eu tinha oito anos, mas só parecia. Andávamos com pirulitos na boca, não havia malicia, queríamos descobrir o mundo e ser descobertos, posso dizer que continuei com a criança dentro de mim, outros a perderam durante o caminho e quiseram ser adultos cedo demais. Uma vez li em um livro, é uma frase que nunca esquecerei:
 - A infância passa depressa, trate de aproveitar (Vee Sky - Silêncio, Hush Hush). 

O tema sugerido foi "Nostalgias da Infância", pela Luiza Porfirio,
do Blog: Meus Devaneios.
Juntei o tema ao fato de eu fazer 18 anos amanhã (na abertura da copa + dia dos namorados).
Se eu pudesse, eu voltaria a minha infância, viveria tudo novamente, aproveitando tudo o dobro.

E aqui encerra a promoção do My Life, dos quatro aninhos do blog, fico muito feliz pela participação de vocês. E em breve teremos mais novidades também! 

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Psicologia: Necrofilia é um distúrbio?

Vamos entrar em um pouco de psicologia hoje, talvez a pessoa que sugeriu este tema esperasse algo diferente, um conto ou uma história qualquer, mas é preciso fazer com que as pessoas enxerguem esse universo em que vamos entrar, de uma forma diferente. Qual é a primeira coisa que vem a sua mente quando leem ou ouvem a palavra necrofilia? Muitas pessoas se repudiam, fazem sinal de cruz, querem prisão para a pessoa e acabam se perdendo em sua própria ignorância. Ninguém vai transar com um cadáver simplesmente porque quer, existe todo um contexto por trás e é sobre isso que vamos falar. O necrófilo sofre de um distúrbio mental sexual, no qual ele sentirá prazer durante o ato, podendo até se culpar ou próprio se repudiar depois. Ninguém nasce com essa doença, ela pode ser adquirida por diversas maneiras: uma mãe que tentou abortar o filho, uma criança muito nova vendo pornografia ou ouvindo algo impróprio ligado ao sexo, e o mais comum: ser abusado sexualmente na infância. Isso vai criando diversas situações e distúrbios na mente da criança e que na maioria das vezes desenvolvem-se puberdade. Esta pessoa pode ter uma vida normal, casar-se e ter filhos, porém vai precisar de medicamentos e acompanhamento com psicólogos. Ai vai da pessoa ter uma força de vontade, o governo fornecer soluções e a população ser mais informada e entender que necrofilia é um distúrbio e não algo para se criticar e jogar todas as pedras que tem na mão.


O tema sugerido foi Necrofilia, um tanto diferente não?
Quem sugeriu foi o Nicolas, do blog Fucking the Medice.
(Que é um blog ótimo, com uma escrita excelente, se você não for preconceituoso demais para ler.) 
Escrevi usando o que já aprendi em minhas aulas de psicologia.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Morte


A única certeza que qualquer pessoa pode ter na vida, é a da morte. É uma situação complicada que parece estar longe de nossa realidade, sabemos que um dia irá acontecer com qualquer um que amamos, mas jamais estaremos preparados. Ao mesmo tempo que olhamos “o quintal mais verde do vizinho” a morte por um câncer, acidente de carro ou de trabalho, overdose ou causas naturais parece que sempre irá ocorrer no vizinho e quando acontece conosco é um choque. É como perder o chão, um soco no estomago e três no olho ao acordar. Só quem perdeu sabe como é, e a única coisa que nos resta é lembrar da pessoa em momentos bons e seguir em frente. Se é complicado? Com certeza, mas é isso que devemos fazer. Ninguém quer perder alguém querido, mas esse é o processo natural da vida, e querendo ou não temos que aceitar, afinal, um dia nós também iremos para um outro lugar.

O tema sugerido foi "Morte", pela Beatriz Elisa,
do Blog: Etc e Tal.. (é um blog que acompanho a bastante tempo já, e adoro tudo que vejo nele).
Não digo que o tema foi difícil, talvez um pouco complicado por se tratar de "dor", mas é algo inevitável em nossa vida. Chega até a ser casual. 
Banal.