Mostrando postagens com marcador imagine. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador imagine. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 7 de maio de 2014

[Resenha] As crônicas de Nárnia - O Peregrino da Alvorada

Em o Peregrino da Alvorada a história começa com Edmundo e Lúcia passando as férias na casa de seu primo Eustáquio – que por sinal ninguém gosta. O primo adora zomba-los, principalmente quando ouve-os falando sobre Nárnia, o que ele não tem a mínima ideia do que seja. Um dia no quarto de Lucia, os irmãos Pevensie e Eustáquio começam a observar um quadro, no qual tem um navio (navegando) muito parecido com os navios de Nárnia, inexplicavelmente as ondas e o navio começam a se movimentar, a água começa a jorrar do quadro inundando todo o quarto, Lucia e Edmundo nadam para dentro do quadro e acabam levando Eustáquio junto com eles. Logo se deparam no oceano perto do Navio, onde são içados. O tempo passado em Nárnia foi relativamente igual ao que passaram em nosso mundo, apenas um ano – um ano do Reinado de Caspian X. A bordo encontram velhos amigos, como Ripchip (o rato falante) e o próprio Caspian. O Rei diz que está à procura de Sete Fidalgos que eram amigos de seu pai e foram enviados para explorar os mares quando seu tio Miraz assumiu o poder – e ai nossa aventura começa. E quanto a Eustáquio, não parava de reclamar um só minuto e queria a todo momento voltar embora, fora o medo que sentiu quando viu faunos, centauros e animais falantes e por tal motivo ficava a maioria do tempo sozinho. 
A primeira parada que o Peregrino da Alvorada faz é nas Ilhas Solitárias – um conjunto de 3 ilhas. Assim que colocam o pé na primeira, são pegos por mercadores de escravos. Por sorte Caspian é o primeiro a ser vendido, e foi vendido justamente para um dos sete fidalgos perdidos. Logo Caspian lhe conta toda a história e seguem para libertar os outros. Com um plano bem feito Caspian liberta os amigos e proíbe a venda de escravos, libertando todos que já eram. 
Em alto mar novamente, eles enfrentam a pior tempestade já vista, no qual as provisões começam a ser racionadas e então temos alguns trechos do diário de Eustáquio para ler – que chega até ser um pouco divertido por ele estar tão irritado. Após a tempestade, eles avistam terra e começam a procurar por provisões. Enquanto isso, Eustáquio se perde de todos e acaba encontrando ouro mágico e um dragão velho, morrendo já (que descobrimos ser mais um fidalgo). Após o dragão morrer, Eustáquio coloca um bracelete de ouro no braço e acaba virando um dragão. Quando todos o veem, pensam que ele é uma ameaça, até Lucia começar a conversar com ele e mostrar a todos que o dragão é na verdade, seu primo. Enquanto Eustáquio começa a se dar conta do péssimo amigo e primo que fora, e começa a se arrepender e a colaborar com todos a partir de então. Caspian e os Pevensie passam a noite na ilha pensando o que iriam fazer com o primo. Para sair desta, Eustáquio se encontra com Aslam, o qual pele por pele de dragão é tirada, até restar somente o Eustáquio que conhecemos.



Tudo certo, hora de seguir viagem. No oceano acabam lutando com uma serpente do mar, e se não fosse por Ripchip, nossa história acabaria aqui. A próxima parada é em uma ilha que eles denominaram “Ilha da Água da Morte” pois há um lago que transforma tudo em ouro e descobrem que mais um lorde passou por esta ilha e infelizmente acabou virando ouro. A próxima aventura acontece na ilha das vozes, onde há um encantamento onde tudo é invisível. Um seres denominados Tontos, raptam Caspian, os Pevensie, Eustáquio e Drinian (comandante do navio) e dão a missão a Lucia de ir à casa do Mago (onde tem o livro de feitiços) para desfazer o encantamento. E assim é feito, Lucia desfaz o encantamento e fica maravilhada com o tanto de feitiços existentes – ela se apega em um especial, a de ser mais bela que todas as mulheres, mas após ver o rosto de Aslam, ela o esquece. Encantamento desfeito, Lucia vê Aslam, conhece o Mago, vê quem são os Tontos e Caspian obtêm informações de para onde foram os outros fidalgos. 



E hora de voltar para o mar. Próximo mistério: “A Ilha Negra” – não passa de um nevoeiro e escuridão em alto mar, onde os sonhos se tornam realidade – os piores sonhos. E lá encontram mais um fidalgo, quase louco já. Na próxima ilha em que fazem uma parada, encontram os outros três fidalgos em um sono mágico sobre uma mesa repleta de comida - é a ilha de Ramandu (Ramandu é uma estrela velha). Lá conhecem a filha de Ramandu, a qual futuramente será esposa de Caspian e descobrem que para quebrar o encanto do sono dos últimos três fidalgos teriam que ir até o fim do mundo (já não estavam muito longe) e deixar algum deles lá. Ripchip de prontidão se ofereceu, ele queria ir para o País de Aslam. Após muita discussão e uma conversa entre Aslam e Caspian, apenas Lucia, Edmundo, Eustáquio e Ripchip partem para o Fim do mundo. Passam por um mar (de água doce) repleto de lírios até chegarem na parte mais rasa, onde uma onda enorme e contínua se destaca – atrás dela é o País de Aslam. 



Ripchip parte para lá, e os Pevensie e Eustáquio começam a caminhar para o sul, onde um cordeiro aparece e este mais tarde se transforma no próprio Aslam (qualquer semelhança é mera coincidência). Aslam diz para Lúcia e Edmundo que não retornaram mais a Nárnia, pois já estão grandes e devem reconhece-Lo em nosso mundo, no qual ele possuí outro nome. Para Eustáquio não diz nada, o que deixa-o esperançoso em regressar para Nárnia. No momento seguinte todos são trazidos para o nosso mundo novamente, e então nossa aventura acaba aqui. E Eustáquio (agora uma pessoa muito melhor), Lucia e Edmundo, tiveram um verão cheio de histórias para relembrar.

Páginas: 118.


Nota: 5 estrelas.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

[Resenha] O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa - As Crônicas de Nárnia


Imagino que todos já conhecem a história de O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa, contando o início da história de Pedro, Edmundo, Susana e Lucia em Nárnia. Mas antes de começar esta aventura, lembra do Sobrinho do Mago? Então, ele ao retornar de Nárnia trouxe uma maça (com consentimento se Aslam) para curar a mãe dele e depois plantou as sementes, que fez nascer uma árvore. Esta arvore em uma tempestade, infelizmente foi destruída, e Digory (o sobrinho do mago que já estava velhinho e tinha se tornado um grande professor e se mudado para uma casa de campo) pede para que façam um guarda-roupa com a madeira. Ligando alguns pontos aqui e outros acolá, logo sabemos que os 4 protagonistas desta história se mudam para a casa do sobrinho do mago (velhinho agora) e que entram no guarda-roupa construído com a madeira da arvore da maça de Nárnia. Agora vamos a história dos 4 irmãos, Lucia é a primeira e conhecer esse mundo encantado e depois de algumas brigas e falta de fé de seus irmãos, todos acabam conhecendo a grande e maravilhosa Nárnia. Desde que o Mago saíra de lá, em nosso mundo passaram apenas algumas décadas, mas lá se passaram 100 anos e infelizmente a Feiticeira Branca (rainha Jadis, que descobrimos ser parente de Lilith, é, essa mesma Lilith que você está pensando) fez com que caísse um rigoroso inverno em Nárnia, jamais chegando o natal ou qualquer outra estação. Mas havia uma profecia (*esperança*), quando 2 filhos de Adão e 2 filhos de Eva pisassem em Nárnia novamente, Aslam voltaria e então a primavera chegaria – dito e feito. A primavera chegou com a volta de Aslam, mas para derrotar finalmente a feiticeira, foi necessário uma batalha em que no final (com o lado de Aslam ganhando) os quatro irmãos foram coroados reis e rainhas de Nárnia e nos anos que se seguiram ao reinado deles, se chamou de Era de Ouro.

Pág: 88.


Nota: 5 estrelas.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

[Resenha] O que é magia - João Ribeiro Junior

No livro o que é magia de João Ribeiro Junior entendemos o que é magia e quais são suas práticas. Ao contrário do que muitas pessoas pensam não existe somente magia negra, mas magia branca também. Vemos que quem pratica magia, é o mago, que não passa de um homem comum em busca de conhecimento, sabedoria e equilíbrio com o universo –“O objetivo da magia é o conhecimento integral do homem” – Conhece-te a ti mesmo. Bruxos praticam bruxaria e feiticeiros, feitiçaria – ambas usando mais desejos carnais. Como tudo no mundo, para o lado do bem, existe o mal, ou seja, existe o culto a Deus e o culto aos demônios também. Aprendemos sobre o que é ocultismo e o que ele significa para um mago. A escrita do livro é mais técnica, mas não difícil de ser compreendida. Recomendo o livro para quem quer entrar ou conhecer este mundo de mistérios.

Capítulos: As singularidades particularidades da magia; As modalidades mágicas; As práticas mágicas e os símbolos, Magia e religião, Magia e Ciência; Amor e sexo segundo a magia; e Indicação para leitura.

Páginas: 50.


Nota: 3 estrelas. 

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Imaginação


"Você não pode confiar em seus olhos quando sua imaginação está fora de foco."


(Mark Twain)

Blog da Layanne Rezende, Bau de Pensamentos.
Ela foi a vencedora da promoção a Lit Bittle of My Life com o texto Insonia, de sua autoria mesmo. Obrigado por participar e parabéns.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Te vestir. Não te avistar.



Olha, eu tenho vivido dias revirados só porque ás vezes, quando esfria, eu sinto sua falta. E esses dias revirados têm sido puro inverno. Engraçado como a melancolia vem junto com o vento. Entrei no clima do revira-volta, revirei o ármario, a agenda, a gaveta fui me agasalhar do frio, e me vesti de você! INFERNO! Até escutei sua voz falando baixinho, que essa seria uma boa rima. Inverno - inferno, que agora tem o mesmo endereço. Até pensei no seu sorriso bobo quando eu chegasse pra contar que em cada linha desse texto eu parei pra olhar o visor do celular imaginando uma nova mensagem!
Eu te vesti quando fui pro sofá liguei o dvd e não quis ver um drama, escolhi um romance desses mal produzidos, mal legendados e com fim sempre tão igual. Então o seu eu que agora estava em mim, me dizia que nosso fim seria diferente, que nosso filme era gravado no olhar um do outro, sem flash, sem platéia, sem rodeios!
Dormi no sofá. Acordei com sua voz que me chavamava só em mente, me pedindo baixinho pra não me despir de você, porque no frio a casa é grande demais pra andar com a alma nua! Qualquer acordo bobo que a melancolia fizer com o vento, pronto. Resfriado ataca a alma. Congela o pensamento. E deixa a gente por dias deitada na cama chorando com a trilha da novela. E por isso eu me vesti ainda mais de você.
Dormi bem com o abraço que você dava na minha alma, que era feito pelos meus próprios braços. E sonhei outra vez que tua alma ocupava espaço na minha casa, e minha casa era o que batia em seu peito. Acordei outra vez com sua voz me chamando baixinho, num timbre que só você alcança, e então fui tratar de ser o eu que só você tem.
Preparei o café forte, montei mesa pra dois e você me acompanhou. Dois copos na mesa, dois lugares, dois pratos, dois croassaint , e um corpo. Bebi duas doses de café, bebi no teu copo, te vesti no meu corpo, e me alegrei em mim. Olhei pela vidraça e o inverno de ontem tinha ido embora e achei que era hora de você ir também. E você disse baixinho que podia ficar mais, que queria ficar mais, e que a gente valia mais. E te vesti outra vez.
Te vesti quando fui até a varanda só pra ver a gente sentados na escada, ouvindo a musica que era mais minha do que sua, mas a gente dizia que era nossa! Te vesti quando tocou o telefone eu atendi e disse que não estava, porque quando estou contigo não estou pra ninguém, não estou pra nada.
E tua veste me fez companhia por tantos dias, que estavam só por fazer. E a casa foi mais quente, a mesa mais bem posta, os filmes mais inusitados, a varanda mais querida, e eu tão mais amada! E você passou a ser minha roupa favorita, te vestia pra ir à feira, te vestia pra ir a festa, te vestia pra dormir.
E te vesti tantas outras vezes, te vesti sempre, te vesti de novo. E dizia que era sempre a ultima vez, porque morrer de frio é doloroso, e doloroso foi quando eu vi que de tanto te vestir estava por morrer de amor! E morri outra vez!
Morri de amores, morri de dores, morri só por morrer. Não, não estou dizendo que te vestir tenha sido ruim, me vestir de você era maravilhoso. Ruim era quando eu lembrava que só te vestia e não te avistava em canto nenhum. E foi então que fechei a vidraça, porque o inverno chegava outra vez.



Texto da Tainá Oliveira, do blog Venenos e Maças.
O texto está otimo, a forma escrita também e o contexto do texto maravilhoso.
Parabéns.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Manias


"Mania de jogar o cabelo pro lado. Mania de sorrir quando sente alguém olhando demais. Mania de coçar os olhos e olhar o visor do celular como se houvesse chegado alguma coisa e não viu. Mania de estudar escutando música e revirar os olhos sempre que escuta, ouve ou vê alguma bobagem. De sorrisos, de olhares, de vozes e cheiros. Mania de achar que nem tudo é aquilo que se vê. De imaginar situações com quem nunca viu e se arrepiar, sorrir, se desesperar por isso. Mania de fechar os olhos antes de dormir e te desejar boa noite em pensamento, dorme bem, sonha comigo, te quero muito e bem.
— Caio Fernando Abreu

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Imagine.


Imagine não haver o paraíso, é fácil se você tentar. Nenhum Inferno abaixo de nós, acima de nós, só o céu. Imagine todas as pessoas, vivendo o presente. Imagine que não houvesse nenhum país, nenhum motivo para matar ou morrer. Imagine todas as pessoas vivendo a vida em paz. Você pode dizer que eu sou um sonhador, mas eu não sou o único. Espero que um dia você junte-se a nós e o mundo será como um só. Imagine que não há posses. Eu me pergunto se você pode sem a necessidade de ganância ou fome uma irmandade dos homens. Imagine todas as pessoas partilhando todo o mundo. Você pode dizer que eu sou um sonhador, mas eu não sou o único, espero que um dia você junte-se a nós e o mundo viverá como um só.
- John Lennon