04/01/2015

O pior cachorro do mundo

Ninguém espera chegar em casa depois de ter passado o natal na praia e receber uma má noticia - mas foi isso o que aconteceu. Eu lembro do primeiro dia dele em casa, os primeiros brinquedos e a primeira mordida que levei também. Ele não era uma mal cachorro, talvez incompreendido, mas não era mal. Parecia normal ele latir e chorar quando iria chover ou quando estouravam rojões, talvez só não fosse normal ele morder tudo e quebrar várias coisas. Ele piorava a cada dia, mas alguns cães são assim, não? Talvez fosse a idade, porque apesar de o tempo passar, não parecia que ele fosse envelhecer, e mesmo notando a barbinha branca e os olhinhos começando a acinzentar, ele sempre ia ser meu primeiro cão, novo e saudável que já tinha destruído vários ursinhos meus em brincadeiras. Então, ao chegar da praia no dia 26 recebo a noticia, ele havia partido. 12 anos. Tinha se machucado no natal e desde então teve vários ataques epiléticos. O coração já estava parando. Não suportou nem ao soro. E isso é foda pra caralho. Mesmo sendo o pior cão de todo o mundo, sinto a falta dele ao olhar para o meu corredor, e mais falta ainda ao ver o olhar triste da minha outra cadelinha. Parece que ele foi ao veterinário e vai voltar ao qualquer momento, e ai minha cadelinha vai latir e pular de alegria. Mas só parece. 

P.S: Feliz ano novo a todos.

Raphaela Barreto

20/12/2014

A ultima batalha - C.S. Lewis

Bom, eu realmente queria escrever sobre minha vida, meu relacionamento, trabalho e alguns fantasmas que rondam minha mente, assim também como contos, porém minha falta de tempo e não ter um computador em casa impedem/dificultam tudo isso. Então, vamos com mais uma resenha:

As Crônicas de Nárnia: A ultima Batalha - C.S. Lewis

Bem, este é a última crônica que encerra o livro. Nos primeiros capítulos apenas uma coisa passou pela minha cabeça: vontade de rasgar as páginas de tanta raiva por causa de uma macaco que se achava o “bam bam bam” e fez coisas terríveis (como fazer dos Nárnianos escravos dos Calormanos). No decorrer desta crônica vemos que vários seres, anões, animais são enganados e muitos passam a desacreditar em Aslam. Quando o rei Tirian (último rei de Nárnia) se encontra em apuros, Eustáquio e Jill novamente aparecerem, mas desta vez não foi porque foram chamados, mas sim por um motivo maior que não só os levou ali, mas também Lorde Digory, Lady Polly, Rei Pedro, Rei Edmundo e Rainha Lúcia (a última coisa que lembram é de um barulho no trem em que estavam antes de serem transportados para Nárnia). Acontece que com o “mal” em Nárnia, ela é destruída e todos os seres daquele mundo vão para um outro lugar: Uma Nárnia maior e mais bonita, onde há um jardim com portões de ouro onde estão todos os habitantes bons que já passaram por Nárnia – desde o primeiro rei e rainha que estavam com Polly e Digory em sua aventura, no primeiro dia de Nárnia, até o príncipe Tirian, último rei de nárnia que lutou a última batalha (para salvar os Nárnianos dos Calormanos). O narrador encerra esta aventura contando que Aslam ao falar com todos os presentes ali, no decorrer não parece mais um Leão, mas sua magnitude e beleza era tão grande, que não seria possível descreve-la, só quem iria para lá um dia, poderia conhecer.

Páginas: 112.

Nota: 5. 

Tento voltar em breve.

10/12/2014

Melancolia

É necessário tentar,
É preciso correr,
É complicado arriscar,
É difícil fingir,
É mais fácil aceitar,
E tentar esquecer.
É proveitoso esperar,
Pra tentar resolver.
Só o tempo ajuda.
Só assim a dor some.
Mas não importa o que aconteça...
Eu to em greve de fome!
Greve de esperança;
Greve de amor;
Greve de acreditar no fim dessa dor.
No final das contas ainda sou criança...
Quero acreditar que ainda há esperanças...
Mas quando olho pro lado,
Percebo como é difícil,
Aceitar e entender esse mundo indigno!
Por: Beatriz Elisa, do blog: Etc e tal...

"O mundo é bom, mas às vezes eu sinto necessidade quase que vital de descer um pouco dele"