sábado, 20 de dezembro de 2014

A ultima batalha - C.S. Lewis

Bom, eu realmente queria escrever sobre minha vida, meu relacionamento, trabalho e alguns fantasmas que rondam minha mente, assim também como contos, porém minha falta de tempo e não ter um computador em casa impedem/dificultam tudo isso. Então, vamos com mais uma resenha:

As Crônicas de Nárnia: A ultima Batalha - C.S. Lewis

Bem, este é a última crônica que encerra o livro. Nos primeiros capítulos apenas uma coisa passou pela minha cabeça: vontade de rasgar as páginas de tanta raiva por causa de uma macaco que se achava o “bam bam bam” e fez coisas terríveis (como fazer dos Nárnianos escravos dos Calormanos). No decorrer desta crônica vemos que vários seres, anões, animais são enganados e muitos passam a desacreditar em Aslam. Quando o rei Tirian (último rei de Nárnia) se encontra em apuros, Eustáquio e Jill novamente aparecerem, mas desta vez não foi porque foram chamados, mas sim por um motivo maior que não só os levou ali, mas também Lorde Digory, Lady Polly, Rei Pedro, Rei Edmundo e Rainha Lúcia (a última coisa que lembram é de um barulho no trem em que estavam antes de serem transportados para Nárnia). Acontece que com o “mal” em Nárnia, ela é destruída e todos os seres daquele mundo vão para um outro lugar: Uma Nárnia maior e mais bonita, onde há um jardim com portões de ouro onde estão todos os habitantes bons que já passaram por Nárnia – desde o primeiro rei e rainha que estavam com Polly e Digory em sua aventura, no primeiro dia de Nárnia, até o príncipe Tirian, último rei de nárnia que lutou a última batalha (para salvar os Nárnianos dos Calormanos). O narrador encerra esta aventura contando que Aslam ao falar com todos os presentes ali, no decorrer não parece mais um Leão, mas sua magnitude e beleza era tão grande, que não seria possível descreve-la, só quem iria para lá um dia, poderia conhecer.

Páginas: 112.

Nota: 5. 

Tento voltar em breve.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Melancolia

É necessário tentar,
É preciso correr,
É complicado arriscar,
É difícil fingir,
É mais fácil aceitar,
E tentar esquecer.
É proveitoso esperar,
Pra tentar resolver.
Só o tempo ajuda.
Só assim a dor some.
Mas não importa o que aconteça...
Eu to em greve de fome!
Greve de esperança;
Greve de amor;
Greve de acreditar no fim dessa dor.
No final das contas ainda sou criança...
Quero acreditar que ainda há esperanças...
Mas quando olho pro lado,
Percebo como é difícil,
Aceitar e entender esse mundo indigno!
Por: Beatriz Elisa, do blog: Etc e tal...

"O mundo é bom, mas às vezes eu sinto necessidade quase que vital de descer um pouco dele"

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Uma conversa sobre autismo

 - Meu neto é autista - disse a senhora, procurando qualquer assunto para iniciar uma conversa.
 - Puxa, é mesmo? Eles são bem inteligentes, não é? - por que não conversar? 
 - São sim, o médico já explicou tudo para nós.
 - Eles focam em algo e querem aprender tudo sobre aquilo, não é? - eu estava tentando mostrar meus conhecimentos sobre o assunto. 
 - Sim, meu neto é bem esperto, mas tem que tratar certinho, se não pode ficar igual passou na TV - (referência a novela da globo em que tinha uma autista).  
 - Ah sim. Todos tem uma grande facilidade com contas, Einstein era autista, sabia? 
 - Quem?
 - Aquele cientista famoso... - começando a ficar perplexa. 
 - Não sei quem é, mas o Messi é autista. 

Ok, estamos no Brasil. 

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Mudanças



A infância era maravilhosa, não era? Lembro me de sempre querer três coisas e imagina-las, com os olhos brilhantes, firmemente: ter uma festa de quinze anos, casar usando um vestido branco e ser mãe. Coisas simples que toda mulher quer, não é? 
Não.
No ano em que eu completaria quinze anos toda a magia sumiu, eu não queria festa, não queria vestido longo, não queria valsa com ninguém. (Mas o fiz, a pedido da minha mãe que sempre sonhou com a festa dela e não teve). 
Agora, com 18 anos, apesar de namorar (voltamos, detalhes a parte), não me vejo casando, nem com meu namorado, nem com ninguém. Simplesmente não me imagino morando com outra pessoa na mesma casa usando uma aliança no anelar da mão esquerda. 
E a pior parte, sobre ser mãe, confesso que já passei minutos em frente ao espelho me imaginando grávida e imaginando a melhor sensação do mundo, afinal é um desejo que a maioria das mulheres tem. Pois é. Não me imagino mais sendo mãe. Não possuo mais este desejo. 
E isto me assusta.
Como as três coisas que eu mais queria quando era criança, estão sumindo de minha vida? 
Eu sei que tenho muitos anos pela frente, e que talvez isto possa ser apenas uma crise de existencialismo, mas estou com medo.
Quem sou eu?
E em quem me transformei?
Ou irei me transformar? 

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Pensando

Mas se me faz sorrir e rir, mesmo que às vezes, é bom, não é?

domingo, 26 de outubro de 2014

Sei lá.


Foi a decisão mais difícil que tomei, sem duvida, mas foi necessário. Desci do ônibus com um aperto enorme no peito, cada passo era uma agulhada maior dentro de mim. Segurei as lágrimas, precisava ser firme, mesmo sabendo que não aguentaria bancar a durona por muito tempo. Assim que o vi as lágrimas rolaram, ele me abraçou, pediu para que eu não fosse embora, pediu perdão - mas a decisão já estava tomada. Assim que tirei aquela coisinha minuscula de meu anelar um vazio se instalou dentro de mim. Entreguei-a ele e fui embora. Chorei, solucei. Queria gritar. Parecia que uma parte de mim tinha ficado para trás. Meu instinto dizia para correr na direção oposta a que eu estava indo. Voltar para onde ele estava, abraça-lo e ficar lá para sempre. Mas eu não podia. Não mais. Não por enquanto.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Romance barato


Não, eu não quero a casa desarrumada, eu com seu moletom e nós dois jogados embaixo de um edredom pela sala não se preocupando com nada, isso é coisa de livros, romances baratos e uma utopia qualquer. Eu quero a casa arrumada, a louça guardada, nós dois deitados em um sofá macio, eu usando um baby doll fresquinho com você do meu lado, conversando e relaxando a noite toda depois de um longo dia de trabalho em uma boa empresa - ai sim não precisamos nos preocupar com nada, além de se amar. 

Raphaela Barreto

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Psicologia na veia: Pedofilia é um transtorno?

Hoje vou falar de um tema um tanto polêmico: Pedofilia. A primeira coisa que vem à cabeça de quem está lendo deve ser raiva, ligamos uma pessoa assim a um monstro, afinal, quem teria coragem de fazer tal coisa com uma criança, não é mesmo? Em uma de minhas aulas de psicologia aprendi mais um fato que gostaria de compartilhar com todos os meus leitores. Pedofilia não é um pensamento que ocorre e o indivíduo vai lá e faz, mas sim um transtorno mental em que o indivíduo tem uma compulsão a fazer tal ato pela criança. E vamos mais além, o pedófilo pode ser uma pessoa normal, com hábitos comuns, porém possui esse transtorno mental – e como toda pessoa ele tem os seus valores que foram adquiridos ao longo do tempo e pela família, e ao praticar o ato, seu próprio inconsciente o culpa, é por este motivo que muitos deixam “pistas” (como fotos em computadores, brinquedos pela casa, etc...) para serem presos, porque muitos repugnam seu próprio ato e sabem a crueldade que fizeram. O pedófilo não possuí o mesmo transtorno mental que o estuprador, pedófilo tem desejo por crianças e estupradores por mulheres adultas (e se coloca-los na mesma cela, é provável que o estuprador mate o pedófilo, como qualquer outro preso se colocado junto com o pedófilo, pois eles não aceitam esse tipo de crime). Quando a pessoa tem esse transtorno, NÃO DEVE ser colocada em uma cadeia, mas sim em um centro de psiquiatria, pois ele possuí uma doença e deve ser tratado. Há países em que fazem castração química nos indivíduos, então eles não sentem mais desejo sexual o que acarreta a não praticarem o ato. Achei tudo isso muito interessante, e penso em como toda a população é desinformada e em como o governo é ineficiente e ineficaz no Brasil. Claro que o que o pedófilo faz é horrível, mas prendê-lo e depois que cumprir sua pena, solta-lo, só vai fazer com que ele cometa o mesmo ato novamente, por isso é necessário tratamento. O pedófilo é um cidadão comum, apenas com uma doença digna de ter pena.

Raphaela Barreto,
Aprendi isto em minha aula de psicologia.
P.S: não faço psicologia, e sim tec. em segurança do trabalho, e a grade do curso possui psicologia.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Loja vintage de roupas online


Esse post não é um conto, um diálogo ou um monólogo, é simplesmente a divulgação da minha loja online que que criei a pouco tempo: Italian Soster. É uma loja de roupas vintage femininas que criei (vamos direto ao ponto) com o objetivo de arrecadar dinheiro para meu grande sonho: fazer um intercâmbio. Peço a ajuda de todos para curtirem a página no face e divulgar para alguns amigos, colegas, famílias... 
Para o site clique aqui.
Para a página no face clique aqui.
Para o blog clique aqui.

Os produtos são importados do Canadá, Estados Unidos e China, e vêm de navio para o Brasil, por este motivo levam cerca de 15 a 50 dias para chegarem, mas a entrega é garantida e os meios de pagamento são seguros. Olhem alguns dos produtos:








Fiquem de olho no facebook que sempre estou postando promoções, novidades e mais detalhes de todos os produtos. Obrigada.

Raphaela Barreto

sábado, 27 de setembro de 2014

[Qualquer título serve]


Aquela prova tinha sido uma droga, eu tinha estudado a droga do mês inteiro para ficar em DP naquela droga de matéria. Droga. Meus pais iriam me matar, eles pagavam faculdade e apenas exigiam: estude. Estude 24 horas por dia - eu tinha sido a nerd em casa e a boa garota para ficar com DP. Talvez eu precisasse de umas doses. Me dirigi para o barzinho de costume, sozinha, eu queria ficar um porre. Sentei ao balcão e pedi um whisky, o ar cheirava a hortelã e alguma música que eu não conhecia estava tocando, mas era boa, o ambiente mal iluminado estava até me fazendo sentir melhor.
 - Posso me sentar aqui? - Olhei para o dono da voz, era alto e moreno, eu podia ver alguns músculos através da camisa e seu sorriso era bem cafajeste. Apenas balancei a cabeça em sinal afirmativo, a noite ia ser longa. - Onde está seu namorado?
 - Ficar em casa estudando não garante romances - disparei bebendo a terceira dose já e por que diabos eu tinha falado aquilo? 
 - Estude menos, se divirta mais - ele olhou em meus olhos para falar isso e eu estava pensando em uma resposta quando ele disparou outra - Parece que teve uma noite difícil, estou certo?
 - Sim - ok, ele sabe jogar, sabe como falar com mulheres que estão bebendo sozinhas num barzinho. Inexplicavelmente contei porque estava ali e como seria quando eu chegasse em casa, ele me pagou uma bebida que eu nem sei o nome e dez minutos depois estávamos conversando, cantando e sorrindo como se nos conhecêssemos anos a fio. Entre intervalos de tempo ele me olhava de cima a baixo, e eu sentia algo em meu estomago... que bem, não tem como explicar. E eu olhava para ele também, tentei guardar cada linha de seu corpo. Disse que precisava ir ao banheiro, e ele disse também. Fomos juntos, mas na volta para nossos lugares não foi como eu havia planejado - foi melhor. Antes de sair do corredor dos toiletes, ele puxou meu braço e então eu estava dentro de uma sala, parecia mais um escritório. Meu cérebro tinha sido lento demais para ver que ele tinha aberto a porta e depois fechado-a atrás de mim. Senti meu corpo contra a parede, e senti o corpo quente dele sobre o meu. "Não vou fazer nada que você não queria, e nem te obrigar a nada" sussurrou ele em meu ouvido, o que acendeu um desejo voraz dentro de mim. Olhei para os olhos dele, enrolei minhas mãos em seu cabelo e o puxei para um beijo - o contato foi eletrizante. Ele delineou meu rosto com as mãos e depois o corpo, ele sabia exatamente o que fazer e como fazer. Em minutos eu estava deitada sobre a mesa, e ele em cima de mim, beijando meu rosto, meu pescoço, meu corpo. Eu o queria. E não estava preocupada sobre estar em um pequeno escritório com pouca luz dentro de um barzinho, com um cara que eu não conhecia. E melhor, eu nem sabia mais o que era faculdade. Eu só sabia que ela era bom no que fazia e que meu corpo respondia positivamente - e estava ficando cansado. Minutos depois estávamos prontos para sair do aposento, e eu estava pronta para ter uma longa noite de sono.
 - Você vai embora agora, não vai? - perguntei, eu sabia o que aconteceria a seguir. Soube no momento que vi o sorrido dele. Ele veio até mim, passou a mão em meu rosto, me deu um beijo e disse apenas sim. - Posso saber o seu nome ao menos? 
 - Você não vai precisar - disse ele sorrindo e saindo da sala. Engraçado, a noite tinha sido perfeita e eu nem sabia o nome do "salvador da pátria". Não o esqueceria hoje, e nem amanhã, e se alguém perguntasse sobre arrependimento, eu sabia que nunca teria. 
Sai da sala e olhei pelo barzinho, é, ele não estava mais lá. 

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Eu te espero, vem?

Roupas rasgadas pelo quarto
Nada está em seu lugar
A memória nunca funciona
Tudo se passa como um flash
Sonho ou realidade?
Me dê a mão
Vamos fingir que tudo está bem
Não vamos rotular isso
Só vamos correr por aí
Deixe o medo e as preocupações em casa
Os monstros não vão nos alcançar
Sonho ou realidade?
As chaves já estão no carro
Os livros no porta-malas
Compramos o resto na estrada
Vamos sentir o vento tocar nosso rosto
Parar em uma rodoviária abandonada
Beber, sorrir e conversar com os olhos
Sonho ou realidade?
Nós não vamos ouvir quando eles disserem 
O que temos que sentir 
Vamos colocar o celular na rua
Ver um caminhão de oito rodas estraçalhá-lo 
E saber que ninguém mais irá nos incomodar
Dormir em um hotel barato
Traçar um caminho no mapa
E entrar em uma via completamente diferente 

Você vem? Eu sei
Mas antes, abra os olhos
Precisamos acordar


Do blog Café e Ócio. Admito que sou uma leitora e fã assumida deste blog.
Dani, demorei, mas postei (: 

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Hipocrisia


Hipocrisia é eu sempre falar para o meu pai desde os dez anos que gostaria de ir para os Estados Unidos para fazer um curso de inglês e aperfeiçoar o modo como eu falo e ele sempre falar que seria perca de dinheiro e tempo, uma vez que posso ter fluência morando apenas no Brasil, e agora que namoro um garoto que tem várias tatuagens e usa alargador, ele fala que eu deveria fazer igual “fulano” e ir morar no Estados Unidos.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Mulheres


Alguém já percebeu como é difícil ser mulher? Não conseguir esvaziar a mente um só minuto, transformar uma gota no copo em tempestade. Sangrar cinco dias no mês com cólicas, reviver o passado com a mesma intensidade no presente, sofrer pelo futuro pensando em algo que sequer pode nem acontecer. Querer mil coisas ao mesmo tempo, querer viver um romance literário, dar sentindo a coisas banais e se estressar por besteiras. Ser sensível demais, chorona demais, carente demais, preocupada demais. Tudo é "demais" quando se trata de ser mulher. E isso é um saco. Ou talvez o problema seja só eu. (em compensação somos seres lindo, maravilhosos, graciosos, mortais com corpos que todos os homens querem). 

P.S: não usem internet da Claro, ou vocês não terão internet. Ta aí o motivo da minha ausência.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Contradições Humanas

Olá pessoal, separei algumas imagens bem interessantes para publicar aqui, encontrei todas neste site awebic. As obras são de Pawel Kuczynski, espero que gostem e reflitam.

















sábado, 9 de agosto de 2014

Mudando o rumo


Maria estava trêmula enquanto fazia aquilo pela terceira vez, seu namorado havia pedido, ele queria ver com os próprios olhos o resultado. Maria saiu do banheiro e entregou à Henrique aquilo que confirmaria a mudança definitiva da vida dos dois, desabando na cama em seguida - ela não sabia o que aconteceria a partir dali. Henrique assumiu uma expressão mais séria e de preocupação. Ele olhou para ela, Maria estava se controlando para não chorar, ela já havia surtado o suficiente nesta ultima semana. Os dois namoravam há dois anos, ela tinha 20 anos e ele vinte e dois, eram novos demais. Henrique foi até ela e abraçou-a, "vai ficar tudo bem" sussurrou em seu ouvido, mas a verdade era que ele também estava com medo. "Como vamos contar para os nossos pais? Vão nos matar..." disse ela derrubando as primeiras lágrimas."Vamos dar um jeito, você e eu, juntos". Os dois se apertaram mais na pequena cama, um peso enorme havia caído em cima deles, responsabilidades aumentariam e dois futuros seriam modificados. Henrique olhou ainda uma ultima vez para o teste de gravidez, positivo, Maria tinha um filho seu no ventre, é, ele seria pai. 

Raphaela Barreto
P.S: Um feliz dia dos pais!

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Baile de Máscaras


Marta Santos passou todo o dia do Carnaval a trabalhar num novo projeto para a empresa de arquitetura em que trabalhava. Quando saiu do escritório estava um pouco cansada, ainda assim não resistiu a sair para descontrair um pouco do stress dos últimos dias. Vestiu um vestido negro arrojado com uma pequena mascara vermelha que tapava um pouco da sua face. Olhou-se ao espelho e deu um pequeno sorriso, sentia-se deslumbrante.
Dirigiu-se para a festa privada a que tinha sido convidada. Assim que entrou observou que estava completamente cheia, percorreu toda a sala despreocupadamente. Os seus olhos verdes intensos pararam quando encontrou um jovem loiro que lhe captou a atenção. A máscara daquele homem revelava uns olhos azuis safira. Olhou fixamente para ele durante algum tempo, até que ele reparou que estava a ser observado. Lançou um sorriso encantador que a deixou completamente hipnotizada. Retribuiu. Estava altamente atraída por aquela pessoa, sentia uma enorme excitação por todo aquele mistério.
Ficou surpreendida quando aquele estranho lhe fez sinais para irem lá para fora. Marta Santos ainda hesitou, mas num momento de loucura seguiu aquele homem. Enquanto avançava atrás dele reparou naquele corpo esbelto e bem constituído. O seu coração acelerou, a arquiteta nunca fora do tipo de pessoa de arriscar numa aventura. Tudo aquilo era território novo. Enquanto isso, Ele parou numa pequena e discreta ruela, virou-se para ela e olharam-se durante um longo período de tempo. Não houve quaisquer troca de palavras. De repente, sem que nada o fizesse prever aquele homem deu-lhe um longo e apaixonado beijo.
A princípio a arquiteta ainda tentou negar o avanço, mas acabou mergulhada naquela volúpia de prazer. Rapidamente os beijos começaram a aumentar de intensidade, o que fez com que aquele par ficasse com a respiração ainda mais ofegante... O desejo de Marta Santos aumentava a cada minuto, assim sendo começou a percorrer o corpo daquele homem com as suas mãos. Aquele era o incentivo que aquele estranho necessitava. Com grande destreza levantou-lhe a perna direita. O momento era escaldante para aqueles dois…
Ela baixou-lhe as calças o mais rápido que podia, não suportava mais a espera. Começaram a fazer amor naquela ruela escondida. A arquiteta não consegui suster os gemidos frenéticos produzidos pelas penetrações constantes. O homem sorriu e aumentou a intensidade. Marta Santos ficou absolutamente descontrolada, cravando-lhe as unhas nas suas costas. Estiveram ali durante um longo e prazeroso tempo, não se importaram com mais nada além do prazer carnal. Os movimentos eram cada vez mais rápidos e acabaram os dois com um orgasmo mutuo. Voltaram a olhar-se, cansados mas definitivamente satisfeitos.

- Então meu amor, quando é voltamos a repetir? – perguntou Pedro Santos, enquanto tirava a máscara. Á sua frente, estava o seu marido com aquele sorriso que tanto amava.

Texto do blog "Um mar de Recordações"
Achei muito bom este conto e decidi posta-lo,
espero que gostem.

P.S: Minha internet está "ótima" e este é mais um motivo das minhas ausências prolongadas.

terça-feira, 22 de julho de 2014

Melancolia


O dia lá fora está bonito, o céu azul, mas aqui dentro não. Nunca fui de contar meus problemas e conflitos interiores para os outros – não conseguia nem fazer isso com minha psicóloga, e então eu escrevo, é mais fácil do que falar, não é? Sim, com certeza é. E então estou assim, sem muita vontade de nada, com um relacionamento caindo aos pedaços e fazendo tudo mecanicamente. Queria viajar, sozinha, para um lugar longe com natureza e esquecer-me de tudo – amigos, namorado, família, trabalho e até um pouco de mim. Mas até nisso tem um problema: 18 anos não muda nada na sua vida e seus pais não vão deixar você sair descobrindo o mundo, e o único lugar que mais se aproxima de natureza onde eu possa ir aqui, é uma ponte em cima do rio Tietê. Pois é, não ta fácil para ninguém, então eu continuo essa minha melancolia patética.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Entrevistando o Nescau

Hoje no My Life temos uma novidade: Entrevista. Pois é, resolvi dar uma inovada e divulgar trabalhos alheios também, e o entrevistado de hoje é o Nescau (não, não vou entrevistar a marca Nescau, e sim o Michael Gonçalves, popularmente conhecido como Nescau). Ele tem 18 anos, nasceu na cidade de Itu/SP e possui olhos que variam de azul e verde, herdados de sua bisavó e de seu pai. Uma de suas maiores paixões é andar de skate e ele também adora gravar videos para o vlog, em cima disso, fiz algumas perguntas para ele e você confere aqui as respostas:




  1. Quando surgiu sua paixão pelo skate? - Quando cai 3 vezes assim que subi do skate e falai "nossa que bagulho loco"
  2. Faz quantos anos que anda de skate? - Dois anos e 5 meses.
  3. Qual foi o maior tombo que já levou? - Foi no primeiro role, ralei joelho, braço, tudo... rs.
  4. Mudando um pouco de assunto, você tem quantas tatuagens? Pretende fazer mais? - Uma só por enquanto, vou fazer muitoooooo mais!!!
  5. E há quanto tempo você tem i vlog? - Cinco meses e 9 dias.
  6. E da onde surgiu a ideia de criar o vlog? - Eu queria passar meus conhecimentos repassar tudo que eu aprendi e to aprendendo e é claro trazer felicidade para as pessoas, porque não coisa melhor do que uma pessoa falar "cara eu tava mó triste com uma briga aqui, mas eu assisto seu vídeo parece que tudo isso acaba e esqueço de tudo mesmo que por um momento" não a dinheiro que pague isso.
  7. E o que você espera do futuro? - Espero ser rico rs, brincadeira, espero que eu tenha uma família muito foda com filhos, amor, dinheiro, saúde, amigos, skate e trabalhando no que eu gosto.
  8. O que mais preza na vida? - Acho que minha felicidade porque aprendi que "primeiro eu, segundo eu, terceiro eu, depois penso no resto, pois se vivermos apenas pensando na felicidade dos outros e não a nossa acabamos nos fodendo"
  9. Pretende fazer faculdade? - Sim sim, artes cênicas no Rio de Janeiro.
  10. E essa é para as garotas solteiras, tem namorada? - Não D:
Bem, esta foi a entrevista com o Nescau, espero que tenham gostado, e segue abaixo algumas fotos dele:





Você pode encontra-lo no Twitter, Facebook, Página do vlog, e o mais legal, no Vlog (assistam, não vão se arrepender).

Quer participar de uma entrevista também? É fácil, basta curtir página do My Life no face clicando aqui, e lá me enviando uma mensagem que quer ser o próximo entrevistado!

P.S: Estou surtando por não conseguir entrar frequentemente no blog --'

sábado, 12 de julho de 2014

Lago assassino transforma animais em estátuas


My Life também cultura gente!
(vi esta reportagem e pensei: tenho que postar no meu blog, é assustador e fantástico ao mesmo tempo)

A natureza pode ser feia e assustadora, como prova o Lago Natrão, no norte da Tanzânia. Essa porção de 'água assassina' alcança temperaturas de 60 ºC, e seu pH vai entre 9 e 10.5. O nome vem do natrão, composto a base de carbonato de sódio e bicarbonato de sódio, proveniente das cinzas vulcânicas de um vale na região. As informações são da New Scientist.

Esse 'poço mortal' abriga um tipo de tilápia ultra-resistente (Alcolapia alcalica), mas é fatal para outros animais. Aves que se acidentam em suas margens, iludidas pela superfície refletora do lago, têm um destino cruel: acabam mortas e calcificadas, como estátuas. Flamingos que tentam usar suas ilhas de sal como ninho correm o mesmo risco, como mostra a foto no topo.

Você pode encontrar mais fotos, clicando aqui.

sábado, 5 de julho de 2014

Psicologia na veia: ID, Superego e Ego.


Recentemente tive uma aula de psicologia que foi bem interessante, e não é à toa que o blog chama My Life. Então vamos ver um pouco do nosso comportamento, que está ligado ao nosso aparelho Psíquico, onde encontramos o:

  •  ID: Instintos inconscientes que impulsionam o organismo. Há duas formas de instintos: o da vida, tais como fome, sede e sexo; e os da morte, que representam a agressão. O ID não tolera a tensão e utiliza o prazer para descarregá-la, lembrando que o que pode ser prazeroso para uma pessoa normal, é diferente do prazeroso de um psicopata. (Ex: alguém bate em seu carro na rua, sua primeira reação é xingar a pessoas e com certeza bater nela – é um impulso inconsciente que passa pela sua mente).
  • Superego: É o representante das normas e valores sociais aprendidos durante a infância. É o superego que inibe a ação do ID. (Ex: Ao pensar em xingar ou bater na motorista que bateu em seu carro, você vai pensar melhor e ver que isso não é uma boa ideia, que seus pais te ensinaram a não partir para a agressão, etc).
  • Ego: o ego ele parte para o princípio da realidade, isto é, pelo o que nossa realidade considera correto. (Ex: Com os valores aprendidos na infância, nesse caso, lhe ensinaram que é errado partir para a agressão, então após o Superego inibir o ID, é agora que você vai agir. Vai sair do seu carro e conversar naturalmente, talvez um pouco nervoso com o motorista que te atingiu e tentar resolver o problema, sem xingamentos e sem agressão).

Psicopatas tem um problema no superego, por isso ao sentirem vontade (ID) de matar/estuprar/etc determinada pessoa, o superego não consegue inibir o impulso, não há a consciência do Ego e posteriormente não existe culpa. O psicopata é caracterizado por não sentir culpa após o ato. E se você está pensando que se xingar alguém por causa do calor do momento, te torna um psicopata, relaxa, psicopatia vai muito além disso.
Considerando os valores aprendidos na infância é de extrema importância que pais tomem cuidados ao educarem seus filhos, uma vez que, segundo a Psicanálise, tudo o que acontecer em sua infância (desde a gestação) poderá refletir em traumas, medos, psicopatia, doenças, alegrias e comportamento em sua vida adulta. (Um exemplo foi de uma paciente que estava fazendo terapia porque tinha fobia de lugares apertados, chegava até a passar mal. Através da regressão – processo em que a pessoa em transe vai lembrando do passado – foi descoberto que essa paciente na hora do parto normal, quando ela foi nascer, teve uma complicação que dificultou sua saída, e esse foi o motivo que gerou sua fobia de lugares apertados.)
Para se ter um adulto saudável é necessário que desde a gestação haja uma estrutura e maturidade por parte dos pais, pois tudo pode influenciar no comportamento da pessoa.  

Raphaela Barreto

O My Life Agora tem uma página no face, como não é sempre que consigo estar passando por aqui, a página pode ser atualizada pelo celular (essas tecnologias e hoje em dia...) Bem, curtam lá: My Life

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Quem seríamos sem a tecnologia?


Como seria nossa vida sem essa pequena caixinha que chamamos de celular? O que faríamos no ônibus ao invés de ouvir musica? Veríamos nossos amigos no domingo a tarde ao invés de ficar no facebook? Quem nós seríamos sem essa constante tecnologia?

Achei o vídeo no blog "Minha Forma de Expressão"
da Sr. Nathalia.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Despedidas e o tal 18 anos

Nunca fui muito boa com despedidas, abraços e choradeira, mas tudo tem um fim - e um ciclo de minha vida acabou. Foi um alivio terminar um técnico de dois anos e meio, mas triste ao saber que aquela seria a ultima aula. Foi triste sair da empresa que trabalhei durante 1 ano e 10 meses, mas estava feliz por tudo que aprendi lá, e pelas pessoas que conheci. Foi uma semana de beijos, abraços e lágrimas, e agora uma nova jornada se inicia. Como se para afirmar mais um pouco tudo que estou dizendo, ainda teve os finalmente 18 anos. As pessoas esperam demais por essa idade, e ela acaba sendo igual a qualquer outra, um ano a mais, mais responsabilidades, mais um passo... Me sinto exatamente como semana passada, quando eu ainda tinha 17 anos, mas agora com uma pequena diferença: posso comprar bebidas (não sou alcoólatra), ir em clubes (não vou em clubes) tirar carta e ser presa (o que é difícil, que eu me lembre,não tráfico drogas, animais e nem pessoas). É, acho que é isso ai.
Estou já em um novo emprego também, e infelizmente minhas passadas por aqui não serão tão frequentes, mas prometo jamais abandonar o blog (e em breve teremos novidades).

Raphaela Barreto

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Nostalgia e os 18 anos


É como um filme passando em minha mente, as férias escolares, as brincadeiras, a casa da Barbie espalhada pelo chão, os pés pretos, a gritaria da criançada na rua. É como lembrar de um sonho, é uma viagem em que ficamos imaginando os desenhos nas nuvens enquanto nossa roupa está suja de sorvete de chocolate. É como um clichê ouvindo a mãe dizer para ir tomar banho, e nós sempre esquecermos a toalha e pedir "mãaaaaaae, pega a toalha?". É enfrentar os bichos papões e dormir com os pés para dentro cama, fazer amiguinhos na escola, levar brinquedos às sextas-feiras, é sorrir a cada cinco minutos, perguntar se o amigo tem bala, bater figurinhas no chão sujo, jogar futebol descalço, chutar a bola e na verdade chutar o chão. É crescer e crescer mais um pouco, dar montanhas de roupas embora, e crescer mais ainda e imaginar as profissões que vamos exercer: Médica? Veterinária? Secretária? Professora? Dançarina? Cantora? Modelo? - ok, eu já quis ser tudo isso. Ansiei crescer e cresci, então a infância começa a passar em flahshs, os pensamentos mudam, e caramba, amanhã faço 18 anos! A jornada parecia fácil quando eu tinha oito anos, mas só parecia. Andávamos com pirulitos na boca, não havia malicia, queríamos descobrir o mundo e ser descobertos, posso dizer que continuei com a criança dentro de mim, outros a perderam durante o caminho e quiseram ser adultos cedo demais. Uma vez li em um livro, é uma frase que nunca esquecerei:
 - A infância passa depressa, trate de aproveitar (Vee Sky - Silêncio, Hush Hush). 

O tema sugerido foi "Nostalgias da Infância", pela Luiza Porfirio,
do Blog: Meus Devaneios.
Juntei o tema ao fato de eu fazer 18 anos amanhã (na abertura da copa + dia dos namorados).
Se eu pudesse, eu voltaria a minha infância, viveria tudo novamente, aproveitando tudo o dobro.

E aqui encerra a promoção do My Life, dos quatro aninhos do blog, fico muito feliz pela participação de vocês. E em breve teremos mais novidades também! 

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Voluntariado - Frederico Ozanam

Já se imaginou no lugar de outra pessoa? Sentindo as mesmas coisas que ela ou tentando desvendar o que aqueles olhos cansados escondem? Já se imaginou ajudando alguém que tem apenas uma refeição por dia, que mora em dois cômodos com várias pessoas e quem simplesmente não tem família? Já se imaginou simplesmente... ajudando outra pessoa?
Parece não ser fácil sair do nosso mundinho para fazer algo como voluntariado, mas é mais fácil e gratificante do que todos podem imaginar e não há palavras no mundo que expressem o sentimento que se instala dentro de nós ao ver os rostos cansados se abrirem em um sorriso.
Recentemente eu e minhas amigas montamos um projeto ligado a nossa matéria no curso técnico de administração, decidimos fazer voluntariado e o local escolhido guarda histórias de muitos anos: um asilo. O asilo de chama Frederico Ozanam e fica no município de Salto/SP, para mais informações você pode entrar no site clicando aqui.
Conhecemos pessoas fantásticas e histórias incríveis. Conversamos com todos o máximo que nosso tempo permitia, tiramos fotos e tentamos de alguma maneira alegrar a tarde daquelas pessoas. E tornaremos isto um hábito, não só por eles, mas por nós mesmos também. Pensamos que certas situações não podem acontecer conosco, mas não sabemos o dia de amanhã – muitos estavam lá porque os filhos moravam longe, ou porque os filhos já haviam morrido e o marido também, outros os filhos não tinham condições de cuidar e alguns simplesmente não tinham mais famílias. Parece uma realidade distante da nossa, mas não é, tudo isso está sujeito a acontecer conosco em um piscar de olhos e fazendo o bem para com eles, garantimos que um dia as pessoas também possam fazer algo bom para nós. Não estamos nos doando para receber algo em troca, de maneira nenhuma, o sorriso que recebemos deles já é suficiente, mas gentileza gera gentileza e tudo o que você faz volta em dobro para você mesmo. E a maior recompensa que podemos receber em toda a vida é atenção, amor e carinho.



Você já pensou em fazer voluntariado? Reflita com você mesmo se ajudar outras pessoas valem a pena. Reflita sobre o resultado que isso vai exercer na vida da pessoa, e na sua própria. E acima de tudo, não só reflita, mas faça também.


segunda-feira, 2 de junho de 2014

Sobre existir nos resta apenas a verdade:

“Depois de pensar um pouco sobre o fato de existir, Sofia não pôde deixar de pensar também que um dia desapareceria. – Estou vivendo no mundo agora, pensou. Mas um dia terei desaparecido”


 - O Mundo de Sofia

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Psicologia: Necrofilia é um distúrbio?

Vamos entrar em um pouco de psicologia hoje, talvez a pessoa que sugeriu este tema esperasse algo diferente, um conto ou uma história qualquer, mas é preciso fazer com que as pessoas enxerguem esse universo em que vamos entrar, de uma forma diferente. Qual é a primeira coisa que vem a sua mente quando leem ou ouvem a palavra necrofilia? Muitas pessoas se repudiam, fazem sinal de cruz, querem prisão para a pessoa e acabam se perdendo em sua própria ignorância. Ninguém vai transar com um cadáver simplesmente porque quer, existe todo um contexto por trás e é sobre isso que vamos falar. O necrófilo sofre de um distúrbio mental sexual, no qual ele sentirá prazer durante o ato, podendo até se culpar ou próprio se repudiar depois. Ninguém nasce com essa doença, ela pode ser adquirida por diversas maneiras: uma mãe que tentou abortar o filho, uma criança muito nova vendo pornografia ou ouvindo algo impróprio ligado ao sexo, e o mais comum: ser abusado sexualmente na infância. Isso vai criando diversas situações e distúrbios na mente da criança e que na maioria das vezes desenvolvem-se puberdade. Esta pessoa pode ter uma vida normal, casar-se e ter filhos, porém vai precisar de medicamentos e acompanhamento com psicólogos. Ai vai da pessoa ter uma força de vontade, o governo fornecer soluções e a população ser mais informada e entender que necrofilia é um distúrbio e não algo para se criticar e jogar todas as pedras que tem na mão.


O tema sugerido foi Necrofilia, um tanto diferente não?
Quem sugeriu foi o Nicolas, do blog Fucking the Medice.
(Que é um blog ótimo, com uma escrita excelente, se você não for preconceituoso demais para ler.) 
Escrevi usando o que já aprendi em minhas aulas de psicologia.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Patriotismo Brasileiro


E de repente todo mundo resolve ser patriota e exibir bandeiras por causa de uma estupida copa.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Morte


A única certeza que qualquer pessoa pode ter na vida, é a da morte. É uma situação complicada que parece estar longe de nossa realidade, sabemos que um dia irá acontecer com qualquer um que amamos, mas jamais estaremos preparados. Ao mesmo tempo que olhamos “o quintal mais verde do vizinho” a morte por um câncer, acidente de carro ou de trabalho, overdose ou causas naturais parece que sempre irá ocorrer no vizinho e quando acontece conosco é um choque. É como perder o chão, um soco no estomago e três no olho ao acordar. Só quem perdeu sabe como é, e a única coisa que nos resta é lembrar da pessoa em momentos bons e seguir em frente. Se é complicado? Com certeza, mas é isso que devemos fazer. Ninguém quer perder alguém querido, mas esse é o processo natural da vida, e querendo ou não temos que aceitar, afinal, um dia nós também iremos para um outro lugar.

O tema sugerido foi "Morte", pela Beatriz Elisa,
do Blog: Etc e Tal.. (é um blog que acompanho a bastante tempo já, e adoro tudo que vejo nele).
Não digo que o tema foi difícil, talvez um pouco complicado por se tratar de "dor", mas é algo inevitável em nossa vida. Chega até a ser casual. 
Banal.  

sexta-feira, 23 de maio de 2014

[Resenha] As Crônicas de Nárnia, A Cadeira de Prata - C.S Lewis


Em A cadeira de Prata temos um velho conhecido que retorna a Nárnia, Eustáquio, e ele não vai sozinho, sua amiga Jill também o acompanha, após pedirem para Aslam deixarem os visitar Nárnia. Assim que chegam ao mundo mágico, uma missão é lhes confiada por Aslam: achar o Príncipe Rilian, filho de Caspian X, que há muito tempo sumiu na floresta. Como se passaram muitos anos em Nárnia, Eustáquio se surpreende ao ver Caspian X já de barba branca, uma vez que navegou com ele no Peregrino da Alvorada velejando para os mares do oriente. Pois bem, a missão começa e junto de Eustáquio e Jill viaja um Paulama (só lendo para saber o que é isso). Aslam lhes dá sinais para poderem completar a missão, e infelizmente os três primeiros são perdidos. Depois de quase serem mortos por gigantes, as coisas começam a funcionar quando caem no mundo subterrâneo e encontram o príncipe envolto por um feitiço. Após o encantamento quebrado, a feiticeira morta e os terrícolas livres, Eustáquio, Jill, Brejeiro e o Príncipe Rilian conseguem sair do submundo. Rilian se encontra com seu pai, que o abençoa e depois parte para o País de Aslam, onde todos um dia irão. Uma curiosidade é que Caspian fica jovem novamente no País de Aslam, Jill e Eustáquio voltam para o nosso mundo onde tudo começa a ir a favor deles. Minha nota é que essa foi a melhor Crônica que li até agora em “As Crônicas de Nárnia”, não sei se é porque me emociono com a morte do Rei, ou pela aventura das crianças, ou pelo que Aslam faz no final para que Caspian possa voltar a ser jovem, só sei que vale a pena ser lida (não só a Crônica, como o livro inteiro).

Páginas: 112.

Nota: 5 estrelas.