segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Imaginação


“Não há nada que possamos imaginar de tão confuso, tão desordenado ou tão monstruoso com que não possamos sonhar”
 
 - A Interpretação dos Sonhos.
Freud.
 

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Velhos momentos

Ela viu,
Lembrou,
De quando era pequena
Sem muitos problemas
E só queria brincar.
Lembrou das amigas,
Da bagunça no quarto,
As bonecas vestidas,
Perfeitas,
Eram barbies.
Teve vontade de chorar,
Aquele tempo jamais iria voltar.
O tempo da diversão,
Dos pés sujos,
Das brincadeiras nas ruas.
Segurou as lágrimas
Com saudade
Percebendo que a melhor coisa
Do mundo
Era ser criança.
Engraçado, pensou ela
Crianças querem crescer,
E adultos querem ser crianças.
Então deixou o corredor das bonecas,
Pensando,
Com saudade
Do tempo,
Dos velhos momentos. 
 

Raphaela Barreto
 
 

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Sonhos

 
“Sonhamos com aquilo que vimos, dissemos, desejamos ou fizemos”
 
– A Interpretação dos Sonhos, Freud.
 
 
 

sábado, 6 de outubro de 2018

Um pouquinho sobre a Romênia

Conhecida por ser a terra do Drácula e onde Carlinhos Weasley trabalhava com dragões, eu não sabia muito o que esperar quando viajei para a Romênia. Fui em meados de Maio a trabalho, o clima estava bom, não tão calor durante o dia e não tão frio durante a noite. Acabei visitando duas cidades: Timisoara e Arad, ambas muito parecidas, só que Arad mais nova e cuidada do que a outra.



Com o passar dos dias pude notar que um país tão distante do Brasil, também tinha algumas semelhanças. A Romênia também fazia parte do território pertencente ao Império Romano, logo sua língua é derivada do latim, assim como o português. Muitas palavras em lojas e restaurantes eram possíveis de entender e até uma ou duas durante uma conversa. Os gestos com as mãos, a fala alta, as risadas e piadas também fazem parte da cultura, assim como o gosto pela carne e cerveja.
Os prédios me lembravam a grande São Paulo e sua parte histórica, prédios estes que alguns estavam reformados e outros nem tantos. As calçadas também me faziam lembrar do Brasil, algumas árvores aqui e acolá, um matinho na guia, trânsito às sete horas da manhã e problemas políticos.



Para aqueles que me perguntarem o que achei, até ouso dizer que é uma parte do Brasil na Europa, só que somente com pessoas brancas e sempre bem vestidas.
Foi uma experiência totalmente diferente, nos Estados Unidos eu conseguia enxergar um padrão americano nas pessoas. Na Alemanha, quase todos brancos e loiros de semblante fechado e conversa baixa, mas na Romênia... era um festival de tamanhos, cores diferente de cabelo, maquiagem, roupas e sapatos. Há uma característica ali difícil de ser achada, não há um rosto padrão, assim como não há um no Brasil. E por fim, de todos os países que já conheci, ali foi o que mais me lembrou minha casa, mesmo não sendo, mesmo eu não querendo ali morar, mas eu até podia sentir uma familiaridade com o lugar.