domingo, 20 de maio de 2018

Viajando sozinho?


Muitas pessoas já me perguntaram como é viajar sozinha, então decidi dedicar um post a isso antes de falarmos mais sobre as aventuras na Alemanha.
E então, como é viajar sozinho?
A primeira coisa que me vem em mente é "se virar". Toda a preparação da viagem desde procurar o hotel e definir o roteiro é feita por você mesmo e isso às vezes pode dar um pouco de trabalho, geralmente eu levo uma semana para procurar tudo o que preciso na internet. E se por um lado há certo trabalho, no outro há a flexibilidade e liberdade de escolher onde você quer e quanto tempo quer ficar nos lugares que quer visitar. Segue a listinha de algumas vantagens e desvantagens:

Desvantagens:
  • Selfies de montão ou ter que pedir para as pessoas na rua tirarem foto;
  • Ninguém para compartilhar seus comentários malucos sobre o que está vendo;
  • Atenção 100% do tempo em onde está indo, horários, locais, dinheiro, comida...

Vantagens:
  • Você escolhe todo o seu roteiro;
  • Conversa com outros mochileiros também sozinhos; 
  • Atenção 100% fazendo você absorver cada detalhe.


Independente se você for viajar sozinho ou em grupo, simplesmente vá se tiver esta oportunidade. Há lugares incríveis no mundo para serem descobertos, culturas diferentes a serem vistas e experiências diferentes a serem vividas. Para todo lugar que você vai, volta sempre com mais bagagem cultural e sobre como o mundo é lá fora, vê que o mundo é muito mais aquilo do que a caixinha preta em que vivemos. 
E há sempre aquele tal ditado, que podem tirar tudo da sua vida, menos o conhecimento e tudo aquilo que você já viveu. 

Boa viagem!

terça-feira, 1 de maio de 2018

Indo para a Alemanha?

Para quem acompanha o insta, viu fotinho de passaporte e avião e com destino a Alemanha, e antes de descrever as peripécias nesta terra, vamos aos meus breves comentários sobre a cultura, o povo, a comida e a hospitalidade. 

Tudo começa comigo chegando em Frankfurt totalmente perdida e precisando pegar dois trens para chegar ao destino final, uma cidadezinha chamada Lippstadt. Durante todo o percurso várias pessoas foram bem receptivas quando pedi informação e prontamente me indicaram o caminho (tudo em inglês, o que me deixou mais fascinada ainda pelo país, pois você pode parar qualquer um na rua e eles falaram em inglês). 
Sendo quem eu sou, obviamente que me perdi nas trocas de trem e peguei o errado, mas sem o tal do estresse, um alemão me indicou os bondes até o centro da cidade e de lá um grupo na rua me chamou um táxi e o melhor: aguardaram comigo na rua até o táxi chegar. 
A história sobre os alemães serem "não me toquem" é verdade, mas são muito receptivos e prestativos com os estrangeiros, inclusive na volta para o aeroporto até me ajudaram com a bagagem.  

A culinária alemã confesso ser muito boa, batata, arroz, macarrão, vegetais, frutas, linguiça (deliciosa)... não passei aperto quando o assunto foi comida e a bebida então nem se fala, as cervejas eram muito boas. 



As pessoas são muito educadas, as ruas limpas e muito bem arquitetadas e você se sente seguro 100% do tempo, nem o clima frio atrapalha a vida na Alemanha onde todas as engrenagens parecem funcionar corretamente.








G E R M A N Y












De longe foi o país que mais gostei de visitar e adoraria retornar para esta terra e vamos entender mais um pouquinho ainda sobre a Alemanha nos próximos posts onde veremos os pontos turísticos e mais sobre a história deste lugar fantástico.
Confira mais fotos no instagram em: my life ou zombierapha