sábado, 13 de janeiro de 2018

No interior dos Estados Unidos e High School


Sabe aqueles livros onde a garota chega em uma cidade pequena e diz que virou a novidade do momento e que tudo o que acontece com ela, TODOS vão ficar sabendo? Bom, eu achava que era exagero - como assim uma cidade toda pode saber o que está acontecendo em sua vida? Pois bem, passei a acreditar nisso depois que fui para os Estados Unidos e passei por cidades com cerca de 100 habitantes - não, não está faltando zeros nesse numero. Eu mesma fiquei em uma cidade com população de 3.800, e olha que eu já considerava minha cidade natal pequena com 104 mil habitantes. Você pode imaginar o choque que é, sair de um lugar calmo e ir para um mais pacato ainda onde pouco ou nada acontece, mas não nego que foi uma experiência muito legal, portanto, vamos ao tema do post: No interior dos Estados Unidos.
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A cidade que fiquei por duas semanas se chama Flora, fica no estados de Illinois e há quatros horas de carro de Chicago. A cidadezinha não tem muito o que oferecer, mas conta com Wallmart, McDonald's, Taco Bel, Burguer King, Pizza Hut, Subway e alguns bons restaurante que não são fast food.
O centro da cidade é pequeno também, e havia uma escola, aquela bem típica dos filmes onde os ônibus amarelos passam levando a criançada. 
No subúrbio quase não há calçadas, mas isso não é um problema para o americano que faz tudo (até ir até a esquina) de carro. Praticidade é uma palavra que mora na vida dos americanos. 
As pessoas são sempre educadas e os mais velhos bem receptivos, um sotaque ou outro é difícil de entender, mas nada que um "ok" de resposta seja suficiente. 
Há muitas casas de campo, sem cercas, sem muros. As casas do centro são uma ao lado da outra, separadas apenas por um pedaço de grama bem aparada, enquanto no campo você vê uma casa aqui e outra acolá. 
Se me perguntassem se eu moraria em um lugar desse, a resposta seria sim, mas ao lado da pessoa certa (oi amor¹). A vida seria pacata, o tempo não passaria, tudo seria prático e você ainda teria a pessoa amada ao seu lado para inventar e descobrir aventuras de monte. A unica dificuldade é a comida, para ser saudável o jeito é cozinhar em casa.

vídeo do hotel até a empresa

Agora uma dica para quem quer fazer High School no EUA. Conheci duas moças, ambas donas de uma empresa de intercâmbio para High School. São uns amores, se entrar em contato com elas, fale sobre a garota na estação de trem em Effingham, no final da noite esperando um táxi. Vai lhe render uma ótima história. Sei que já fizeram o intercâmbio de diversos brasileiros e de outros alunos ao redor do mundo. Super recomendo! Você pode achar a Rhonda no face também. 


Por enquanto é só, aguardem nos próximos posts aventuras em Chicago!

Legenda
¹ - meu namorado.

domingo, 7 de janeiro de 2018

Projetos 2018


Acredito que sempre quando um ano começa as pessoas se renovam, se sentem maravilhadas em começar a famosa primeira página dos 365 dias. Fazemos planos e devaneamos sobre os próximos doze meses e quais aventuras nos aguardam. Aqui no My Life não seria diferente, e por esse motivo gostaria de compartilhar algumas coisas que farão parte da rotina do blog neste ano. 

1º - Viagens.

Como parte de meu trabalho, precisarei viajar para alguns países durante o ano e claro que todas essas aventuras serão compartilhadas aqui. Quero também investir um pouco de tempo para falar sobre minha rotina e profissão, e como é o curso de engenharia. Então se preparem para desvendarem o mundo e saberem mais sobre profissões. 

2º - Livros

É um saco achar tempo para ler quando se estuda e trabalha ao mesmo tempo, mas a gente nunca desiste. Tenho cerca de cem livros para ler em casa e claro, como todo bom leitor, quero comprar muitos mais. Então se preparem para várias citações e resenhas ao longo de 2018.

3º - Meu livro

Minha lista para o blog se encerra aqui e acredito que este seja um dos mais importantes para mim. Há um pouco mais de um ano dei início na história de Antonieta De Pauli, uma italiana que chegou ao Brasil na época em que as fazendas cafeeiras estavam no seu auge e desde a saída da Itália até esta nossa terra verde passa por inúmeras aventuras, algumas fantásticas e outras nem sempre tão boas. O livro foi inspirado em uma história que minha vó me contava e possuí humor, romance e fatos históricos. Estou terminando a 754324867º revisão e espero logo poder compartilha-lo com todos vocês. 

Por fim, uma frase de William Shakespeare para começar este ano muito bem:

"Somos da mesma matérias de que são feito os sonhos"

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Retrospectiva 2017 e Feliz ano novo!

Olá queridos leitores, lendo o blog da Gabi (likegabs) decidi fazer a retrospectiva do blog: os cinco posts mais acessados em 2017. Primeiramente, queria agradecer a todos por sempre dedicarem um tempinho para passar aqui e ler o que está envolto em minha vida
Então, borá lá:

1º - Existir 



"Existir significa criar a própria vida"
Nós e somente nós somos donos de nossa própria vida, com o poder de fazer a diferença sempre que preciso.







2º - Aniversário


O segundo post mais acessado foi do aniversário de 7 anos do blog. Fico muito feliz por várias pessoas ter participado desse momento e participado da campanha de divulgação. 
E vamos rumo ao aniversário de 8 anos!








3º - Deixa eu voar mais, me arriscar mais, o céu é tão lindo, e tão grande


Este foi um post da campanha de divulgação do aniversário do blog, é da Pamela do blog Love in Red (link no post).
Fala sobre escrever, deixar as palavras fluírem e que ás vezes sempre postergamos a tarefa de publicar em nosso cantinho.





Panteão - Roma

Esse post foi uma citação do livro "Anjos e Demônios" do Dan Brown. Fala sobre o templo católico que originalmente era dedicado ao panteísmo (adoração as deuses pagãos). É um excelente livro e recomendo. 





5º - Pais e Filhos

Nesse post fiz uma citação de uma das minhas músicas preferidas do legião urbana: "Você culpa seus pais por tudo, isso é um absurdo, são crianças como você, o que você vai ser quando você crescer?" 





Obrigada a todos por fazerem parte da história do My Life e feliz 2018!

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

O que saber antes de ir para os EUA?

Para quem acompanha o insta e viu fotinho de viagem, o destino foi: Estados Unidos. Uma viagem a trabalho para o meio do nada (Flora, Illinois), mas que vão render alguns posts, então vamos para o primeiro deles: O que saber antes de ir para os EUA?


1. O povo é simpático e educado: Estão sempre cumprimentando, pedindo licença, por favor ou dizendo obrigado. Vale lembrar que para desculpas ou licença você deve falar "Excuse Me", é mais comum que "Sorry".

2. Se prepara para a comida: 90% é fast food. É bizarro, tem Mc Donalds, Subway, Burguer King, Taco Bell, Piza Hut... em todo lugar e vão pessoas de todas as idades, desde os pequenos até seus avós no dia a dia e a qualquer horário. Os restaurantes também não tem muita variedade e viver desse tipo de comida todo dia engorda. Tem hambúrguer até no café da manhã!

3. Alguém com sede?: Assim que você entrar em um restaurante vão perguntar se quer beber algo, muitas vezes antes mesmo de lhe entregar o menu. Para os americanos, qualquer bebida acompanha todas as refeições, tipo todas mesmo, e na maioria das vezes são refrigerantes. Os copos são enormes e vem com muito gelo e sempre um canudo. 


4. Fast food + refri sempre: pode imaginar qual país lidera o ranking de pessoas obesas. 

5. Se for dirigir: Os carros são automáticos e existe a lei de "conversão a direita", se o semáforo estiver fechado, em alguns lugares você poderá virar a direita mesmo assim. Onde for proibido terá uma placa avisando ou um semáforo exclusivo para a via da direita. Para mais dicas de trânsito, acesse este site excelente e não esqueça que o PARE, significa totalmente pare. 

6. Ainda dirigindo: As pessoas fazem tudo de carro, raramente alguém vai ir a pé ao mercado. 

7. Unidades de medida: Fahrenheit ao invés de Celsius e Milhas ao invés de Quilômetros.  

Bom, por enquanto é isso. Fique ligado nos próximos posts que teremos mais curiosidades, detalhes da visita e o que fazer em Chicago (consegui dar um pulinho lá). 

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Nada se cria, tudo se copia.



“[...] – Os halos, como grande parte da simbologia Cristã, foram tirados da antiga religião egípcia baseada na adoração ao Sol. O cristianismo está cheio de manifestações de adoração ao Sol.
 - Desculpe [...], mas vou sempre à igreja e não costumo ver tanta adoração ao Sol assim!
 - É mesmo? O que você comemora no dia 25 de dezembro?
 - O Natal, O Nascimento de Jesus Cristo.
 - No entanto, de acordo com a Bíblia, Cristo nasceu em março. Por que então, se comemora a data no final de dezembro?
Silêncio.
 - O dia 25 de dezembro, meus amigos, é o dia da antiga festa pagã do sol invictus, o Sol Invicto, que coincidia com o solstício de inverno. É aquela maravilhosa fase do ano em que o sol retorna e os dias começas a ficar mais longos outra vez. [...] As religiões vitoriosas costumam adotas as festas já existentes parar tornar a conversão menos chocante. Chama-se a isto transmutação. Ajuda as pessoas a se acostumarem com a nova fé. Os devotos mantêm as mesmas datas santas, rezam nos mesmos locais sagrados, usam uma simbologia semelhante e apenas substituem o deus anterior por outro diferente.
A essa altura, a moça da frente estava furiosa.
 - O senhor está insinuando que o cristianismo não passa de uma espécie de adoração ao Sol em outra embalagem!
 - De jeito nenhum. O cristianismo não tomou elementos emprestados somente da adoração do Sol. O ritual da canonização cristã foi tirado do antigo rito de deificação de Euheremus. A prática de “comer Deus”, ou, a Santa Comunhão, foi copiada dos astecas. Até o conceito de Cristo morrer por nossos pecados pode-se dizer que não é exclusivamente cristão: o auto sacrifício de um rapaz para absolver os pecados de seu povo aparece nos registros das mais remotas tradições associadas a Quetzalcoatl. [...].
 - Espere ai – disse Hizrot – Existe uma coisa cristã que é original. A nossa imagem de Deus é original, não é?
 - Quando os primeiros cristãos convertidos abandonaram suas divindades anteriores, como os deus pagãos, os deus romanos, os deus gregos, o Sol, Mitra ou o que seja, eles perguntaram à igreja com quem se parecia o seu deus cristão. Sabiamente, a Igreja escolheu o mais temido, o mais poderoso e aquele cuja aparência era a mais conhecida que se tinha notícia.
 Hitzrot arriscou, cético:
 - Um velho com uma barba branca? [...]
 - Zeus não lhe parece familiar?”

Anjos e Demônios – Dan Brown
Ok, eu sei que parece um pouco pesado, mas pesquisem algumas palavras chaves e vão se surpreender com as respostas.

De forma nenhuma estou criticando o Cristianismo, pois também faço parte dele. Mas existem muitas coisas ainda que não entendemos, ou que não nos foram reveladas.