sexta-feira, 28 de março de 2014

Entre Aerosmith e AC/DC


Há tempos Karen não saía para se divertir, e justamente hoje seu melhor amigo tinha a chamado para ir à algum lugar, e a escolha seria o mesmo barzinho de sempre, com a habitual trilha sonora entre Aerosmith e AC/DC. Ela sabia que era bonita e gostava que os olhares se dirigissem a ela, por isso colocou seu melhor vestido, o coturno preferido e passou o batom mais vermelho que tinha. Felipe não se atrasou ao pega-la em casa, e não hesitou em dizer como ela estava linda – Karen apenas sorriu e disse que ele não estava nada mal também e ficaram rindo e contando piadas, eram amigos de anos e anos já. Chegaram ao conhecido pub, se sentaram à mesa que mais lhes era confortável e começaram a conversar – os dois adoravam falar sobre o universo, filósofos, um pouco de nada e chegar a conclusão nenhuma também, contanto que o copo estive cheio. Karen queria extravasar ao máximo essa noite e apenas sussurrou para Felipe “não me deixe fazer nenhuma besteira hoje à noite” Felipe sorriu – já havia visto Karen algumas vezes passando mal depois de beber ou pulando feito louca e cantando sem parar – falou que sim, ele seria o sóbrio da noite, alguém tinha que voltar dirigindo e entre copos de cerveja e doses de uísque a conversa e a noite iam passando. Karen já estava meia tropeça quando decidiram ir embora às 03hrs da manhã, Felipe não estava totalmente são, mas podia andar em linha reta e dirigir muito bem. Voltando para casa cantando Beatles o mais alto que podiam, Karen sentiu algo diferente – quando avistou a primeira rua que virava à esquerda, sem aviso prévio virou o volante. “Você ta louca Karen?” perguntou Felipe. “Pare o carro” disse ela com os lábios amortecidos, quando já estavam longe da pista e embaixo de um poste com lâmpada queimada. Ela conhecia aquela rua e sabia que ninguém passaria ali, nem policiais, nem bandidos, nem ninguém. “O que foi? Ta passando mal?” perguntou Felipe. Karen negou com a cabeça e sorriu, abaixou o volume do rádio e encarou Felipe e assim que o olhar de ambos se encontraram Karen avançou e o beijou, era um beijo doce com um gostinho de uísque. Felipe era quente, mas ela já sabia disso. Karen avançou querendo ir para cima de Felipe, mas ele recuou e se soltou dela, “você pediu para que não deixasse você fazer nenhuma bestei...”, Karen fez “xiiu” com os lábios, “eu sei o que eu disse” e voltou ao beija-lo. Desta vez não houve protesto, Felipe também queria aquilo mais que nada no mundo. Karen foi para cima dele e assim que seus quadris se encontraram ela soltou em leve gemido. O carro não era tão grande, mas eles faziam o melhor que podiam. Felipe delineou o pescoço dela com os lábios até chegar na clavícula e Karen abriu o zíper dele. Eles formavam uma bela dupla e pouco a pouco iam se transformando em um, o movimento era contínuo e ambos sabiam o que fazer para satisfazer um ao outro. Karen já estava cansada quando ambos chegaram ao ápice do prazer, ela sorriu e repousou a cabeça no ombro dele. “Você é louca” disse Felipe ofegante, e ela sabia disso. Olharam no relógio e já eram 05hrs da manhã, se arrumaram e Felipe dirigiu para a casa dele, o melhor de se ter um bom emprego e um bom diploma, é conseguir se sustentar sozinho. Karen entrou no apartamento dele, encontrou sua blusa jogada, havia esquecido na última visita, tirou o vestido, a lingerie e caiu na cama, Felipe não demorou para fazer o mesmo, se abraçaram e dormiram como tantas vezes haviam feito antes – eram amigos, amantes e namorados. 

Raphaela Barreto

segunda-feira, 24 de março de 2014

Nascimento


Nossa história começa hoje bem lá em nosso passado, quando o que nossa mãe sentia, nós sentíamos também; quando nós estávamos com fome e nossa mãe mão tinha que rápido se alimentar e quando ficávamos agitados dávamos chutinhos. É ai que tudo começa, e então crescemos e nos desenvolvemos – e precisamos de um espaço maior, enfim nascemos. Sentimos o primeiro sopro de oxigênio entrando em nossos pulmões, sentimos a vida se espalhar por nosso corpo e ai a luta pela sobrevivência começa. Nascimento representa algo novo, início e é um milagre.

Quando penso em vida, nascimento, me vem a imagem de pequenas tartarugas em mente, que ao nascerem já começam a lutar pela sua vida, enfrentando o mar, o desconhecido, mas o fazem por instinto, pela natureza, porque sabem que é o certo a fazer. E assim somos nós, nascemos e então instinto age, o coração pulsa, energia se espalha e a vida cresce. 

O tema sugerido foi Nascimento, pelo Cristiano do blog: Nada de Mais
Ok, eu não sabia a minima ideia de como começar o texto, mas está ai.

sexta-feira, 21 de março de 2014

[Resenha] As crônicas de Nárnia - O Príncipe Caspian


Igualmente como “O Leão, a feiticeira e o guarda-roupa”, imagino que a maioria conhecem a crônica “O Príncipe Caspian”. A história começa quando quatro crianças que outrora foram reis e rainhas de Nárnia estão indo para o seu primeiro dia de aula no colégio e misteriosamente são transportados para o mundo mágico em que já reinaram – mas as coisas estão muito diferentes agora. Pedro, Edmundo, Susana e Lúcia vão logo parar onde há centenas de anos antes ficava Cair Paravel (o castelo onde reinaram), que agora está totalmente em ruínas, mas que ainda guardam os presentes que ganharam em sua outra aventura: Uma espada e um escudo para Pedro, uma aljava de flechas e um arco e flecha para Susana, que deveria também conter uma trompa mágica, mas que inesperadamente sumiu, e, uma adaga e um elixir para curar doentes que pertence a Lucia. Logo nesta pequena ilha que se formou ao redor do castelo em ruínas, conhecem Trumpkin, um anão que estava em busca dos quatros reis e rainhas da Antiga Nárnia. Mas para entender melhor esta história precisamos saber onde está a trompa mágica de Susana. Como todos sabem, Nárnia já não é mais a mesma desde que foi tomada por Telmarinos há alguns anos e todo o povo mágico e animais falantes se esconderam na floresta, virando apenas lendas ao passar dos anos – e Aslam jamais foi visto. Então um grande tirano ocupa o trono, (Miraz – matou seu irmão aspirando o poder).
Então entra Caspian X na história, ele é sobrinho de Miraz (e filho do antigo rei, que foi morto por seu tio). Caspian tem uma Ama que vez ou outra lhe contava histórias sobre a antiga Nárnia, e após esta ser despedida, Caspian começa a ter aulas com Cornellius e para a felicidade dele, Cornellius também ensina sobre a Nárnia antiga, e mais que isso, entrega-lhe a trompa mágica de Susana e pede para ele fugir quando o filho de Miraz nasce, pois ele seria morto. Caspian foge e descobre os animais falantes em Nárnia, reúne um conselho de guerra e todos juntos rumam para o Monte de Aslam (onde fica a pedra de Aslam). Miraz consegue os achar e então batalhas começam a ser travadas todos os dias, até que Caspian assopra a trompa e nossos antigos reis e rainhas voltam – assim como Aslam. Voltando as quatro crianças, Trumpkin ajuda os a chegar ao Monte de Aslam, claro que no caminho se encontram com o Leão e este desperta as dríades, náiades, ninfas e árvores para ajudar na batalha. Enquanto Pedro e Edmundo seguem para o Monte, Susana e Lúcia ficam ao lado de Aslam e vão para a cidade, leia e saiba o que vai acontecer. Enquanto isso a guerra é travada perto do Monte e acho que já imaginam quem são os vencedores. Os telmarinos ficam então encurralados em uma ilha, enquanto o povo de Nárnia festeja a vitória e o novo reinado de Caspian X – desta vez justo para com todos os Nárnianos. Voltando aos Telmarinos, Aslam lhes faz uma proposta, e para entender temos que saber como os Telmarinos foram parar em Nárnia: Alguns piratas certa vez, navegando nos mares do Sul – em nosso mundo mesmo – após uma tempestades se viram obrigados a ficarem em uma ilha. Os piratas mataram os nativos e possuíram suas mulheres, até que seis deles, com suas esposas encontram uma caverna e uma das fendas era mágica, levando a perto de Nárnia, lá estabeleceram um reinado tirano, arrogante e desonesto em Telmar, e logo em seguida invadiram Nárnia – e então temos a história que conhecemos. Aslam propõe aos telmarinos que voltem a ilha (em nosso mundo) em que seus antepassados viveram, que agora está desabitada e os humanos ainda não tem conhecimento dela. É uma ilha cheia de frutos, solo fértil e riachos. Muitos telmarinos decidem ir, e os que querem viver em harmonia com os Nárnianos, ficam. Os quatro reis e rainhas tem de irem também, mas desta vez Pedro e Susana não poderão mais voltar – estão grandes e a conversa que Aslam teve com eles jamais saberemos. E assim os quatro voltam para a estação de trem enquanto se segue um reinado justo de mais um filho de Adão – Caspian X.
Um fato que não poderei deixar de falar: Não existe qualquer tipo de romance entre Susana e Caspian e falando na Susana, ela também não é a garotinha de sua outra aventura e me chegou a dar nos nervos com seus comentários de garota adolescente.

Pág: 108.

Nota: 5 estrelas. 

quarta-feira, 19 de março de 2014

O começo do fim

Adeus eu disse 

E não volto mais
A estrela que me orientava
Há tempos foi apagada

Adeus eu disse
E não volto mais
Sempre fui cheia e vazia
Transbordando o nada

Adeus eu disse
E não volto mais
Perdida sem endereço
Você nunca soube me encontrar

Adeus eu disse
E não volto mais
O diário de palavras lúgubres
Virou cinza ao luar

Adeus eu disse
E não volto mais
Escute esse silêncio
É tudo o que posso dar

Adeus eu disse
E não volto mais
Não me culpe por ser assim
Nunca aprendi a amar

Adeus eu disse
Antes de você me beijar.


Daniela Silva, 
do blog Café e Ócio

sexta-feira, 14 de março de 2014

Histórias, nossas histórias


Tantos rostos diferentes na rua, tantas pessoas com suas manias, hábitos e vidas. Imagine a história da pessoa que se sentou ao seu lado no ônibus, o tiozinho do mercado, aquele senhor que pega latinha na rua. Imagine a história daquele seu tio distante rico, do empresário que acabou de passar na sua frente. Imagine o pouco que a criança na rua brincando já viveu. Imagine a história de cada um e o que aquele rosto esconde. Todos nós criamos histórias e todos se surpreendem com o que cada um já viveu. Por isso o senhor com jeitão simples e chapéu na cabeça não deve ser olhado com indiferença e o homem de terno não deve ser olhado como egoísta. Todos batalharam para chegar onde chegaram, uns tiveram sorte, outros nem tanto, mas ninguém nunca morre no ponto de partida – mesmo um bebe após o parto aprendeu a respirar fora da barriga. Por isso, é necessário respeito, com a faxineira da empresa até o diretor. 

Raphaela Barreto

quarta-feira, 12 de março de 2014

Apenas parafraseando


Hoje, com 17 anos, se me perguntarem como é ter essa idade, vou responder que é como ter 16, e ter 16 é como ter 15, que é como ter 14, que é igual a ter 13... Só que quando eu me lembro de quando tinha 13, vejo que muita coisa mudou nesses quatro anos e não sei explicar o paradoxo da mudança que não é mudança. Entre as coisas que mudaram na minha vida no decorrer desses anos, está o fato de eu não mais assistir à televisão. Às vezes eu vejo umas partes do Fantástico, ou acompanho o Jornal Nacional, mas é só. A programação televisiva brasileira (pelo menos a da TV aberta) me dá náuseas e me faz desacreditar na possibilidade de um futuro melhor, porque, afinal, as nossas crianças estão assistindo programas como, por exemplo, o Domingão do Faustão. E é especificamente sobre este último que eu quero falar. 
Eu sinceramente não sei como um programa se sustenta no ar por tanto tempo. A única coisa que pode explicar isso é o fato de que há, realmente, pessoas que sentam sua bunda num sofá, nos domingos à tarde, para assistir ao Faustão. Não tenho absolutamente nada contra o Faustão (apesar de achar um saco os seus bordões que deixaram de ser engraçados faz muito tempo e o seu uso exaustivo do adjetivo "glorioso(a)" para se referir a qualquer um), ele faz apenas o seu trabalho. Acontece que, ao meu ver, esse trabalho de "entreter" o público brasileiro está todo errado. Do começo ao fim.
Notei isso quando, esperando começar o Fantástico para assistir a uma reportagem realmente interessante, tive o desprazer de acompanhar os último dez minutos do Faustão. Estava passando as famosas videocassetadas, com gente caindo e se machucando feio, enquanto todos riam e aplaudiam, principalmente as garotas do balé. Essas últimas, então, riem abobadamente de tudo, como se não tivessem cérebro. Ficam apenas lá, paradas, sorrindo, como se fossem parte da decoração do cenário. Eu me recuso a entender esse tipo de humor. Eu sei que os vídeos que eles mostram foram provavelmente concedidos pelas próprias pessoas que filmaram (eu acho), que eles têm permissão para pôr em rede nacional o tombo dos outros, porém eu acho essa maneira de entretenimento a pior já inventada. Me faz lembrar do coliseu e da política do pão e circo... acho que, nesse aspecto, nem tanta coisa assim mudou. E continua a cena: pessoas caindo e se machucando de verdade, quebrando possíveis pernas, braços ou dentes, e as garotas do balé gargalhando, aplaudindo, como se fosse a coisa mais engraçada que já viram, e a plateia acompanhando, todos incentivados pelo Faustão com seus comentários nada gentis sobre o peso e a idade de quem protagoniza a "piada", espalhando esteriótipos para os rincões do Brasil. E olha que eu não vou nem me referir ao fato de não existir homem no balé de programas de auditório como esse, porque essa já é outra (e longa) discussão.
Notei isso quando, esperando começar o Fantástico para assistir a uma reportagem realmente Percebi, então, que a Luana de 17 pode ser parecida com a de 16, mas é bem, bem, bem diferente da de 13, porque a de 13 assistia ao Faustão.

Texto de Luana, do blog Sou o que Quero
E baseado em seu texto desenvolvi o trecho abaixo:



Pensando na forma como falou das idades, eu com 17 anos também, sou a de 16, mas sem duvidas não sou a de 13. Os programas de TV brasileiros lançam muitos esteriótipos na sociedade, eu já tenho uma certa "birra" da globo, costumo dizer que ela é controladora de mentes, uma vez que quando você assiste (principalmente novelas) se prende e não consegue mais sair, ficando o que eu costumo chamar de "sem cérebro". Ao exemplo de faustão, pois é, sou mais uma que não suporta (o máximo que vejo - e se chegar a uma vez por mês é muito - são as danças, porque gosto de dançar, mas assim que começam os comentários, é zapear por qualquer outro canal, afinal não tenho paciência para o que sai da boca do faustão ou para qualquer convidado dele (que ele insiste em interromper a cada 5min). A TV brasileiro já foi melhor, ou talvez não. Acho que as pessoas deveriam exercitar a mente ou fazer qualquer coisa produtiva (ou assistir TV escola, discovery ou Nat Geo) do que passar horas em frente a uma TV.
Eu com 17 anos, falo também que não assisto TV, até porque não tenho tempo, e quando assisto é um filme de meu interesse (ou os três canais acima citados). A TV destrói a mente humana.

Raphaela Barreto

segunda-feira, 10 de março de 2014

4 anos de My Life


Neste dia o My Life está completando 4 anos, e como toda boa festa, temos direito a balões, bolo, festa e como isso é um blog, selinho.


Quero agradecer a todos aqueles que me acompanham desde o início e aqueles que começaram a passar por aqui no meio da jornada. Ter um blog pode parecer fácil, mas todo blogueiro sabe como não é simplesmente logar e postar a primeira coisa que vem à cabeça – exige tempo, dedicação e amor.



Todo aniversário do blog eu costumo fazer uma promoção, esse ano vai ser um pouco diferente. Vou explicar, cada leitor sugere um tema para um texto, e para cada sugestão vou fazer um post – e no post vou colocar o nome e o blog de quem deu a sugestão para aquele texto. Simples não? Minha ideia é exercitar mais a minha mente a temas que não estou acostumada a escrever e fazer com que mais blogueiros se conheçam. As sugestões dos temas deverão ser feitas neste post até o dia 23/03/2014, e no dia 24/03 eu já começo as publicações. Conto com a participação de todos, e mais uma vez obrigada pelo carinho e pelas visitas em meu cantinho. 



sexta-feira, 7 de março de 2014

[Resenha] O Cavalo e seu Menino - As Crônicas de Nárnia


Em O cavalo e seu Menino vemos a história de Shasta, uma garoto que vive na Calormânia com o seu “pai” – mas ele não acredita ser filho deste. Em sua terra todos são morenos e ele é branco, o que deixa sua origem suspeita das terras do Norte. Com a chegada de um grande senhor em seus aposentos, seu “pai” decide vender Shasta, e este antes que seja levado, na madrugada foge com o cavalo falante do grande senhor, cujo nome é Bri e fora raptado ainda pequeno de Nárnia. Juntos começam uma cavalgada para as terras do norte, e se encontram com Aravis, uma princesa que também está fugindo para Nárnia pois não quer se casar, e Huin, a égua falante de Aravis que também fora raptada de Nárnia ainda pequena. Juntos, os quatro, partem para Arquelândia (onde mais um passo e estarão em Nárnia), claro que no caminho acontecem muitas aventuras, como o encontro de Shasta com o Rei Edmundo, a Rainha Lucia, e Corin. Descobrem também um ataque surpresa que o príncipe de Tashbaan quer fazer a Arquelândia para buscar a Rainha Susana a força e obriga-la a casar-se com ele. Logo retomam a viagem tentando chegar o mais rápido possível em Arquelândia e avisar o rei sobre o ataque surpresa. Quase chegando em seu destino final, Bri, Huin e Aravis são machucados e ficam no templo de um eremita, enquanto Shasta continua o caminho sozinho e chega a tempo de avisar o Rei sobre o ataque. Claro que Aslam também aparece no meio da história, mas as aparições Dele devem ser lidas no livro. No final Shasta descobre sua verdadeira linhagem (sim, ele é das terras do Norte e seu nome não é Shasta, e sim Cor), Huin e Bri conseguem viver em Nárnia, e Aravis... bem, só lendo para saber.

Pág: 102.

Nota:
5 estrelas.

quarta-feira, 5 de março de 2014

Uma pequena curiosidade



Existe 75% de chances de que se você tiver mais de 16 anos você provavelmente já conheceu a pessoa com quem vai se casar.

(Só eu que choro nesse filme?)