domingo, 21 de abril de 2013

Viver


Quero me sentir viva, deixar a alegria pulsar em peito. Sinto-me como um robô, um fantoche no capitalismo em um mundo cinza e monótono. Preciso sair, me divertir, me libertar. Sentir o vento suave bagunçar meu cabelo e sorrir para o céu azul. Fechar os olhos e mergulhar sem medo no desconhecido, no estranho e acreditar que no fundo do túnel haverá uma luz. Sem me arrepender, preciso viver.

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