14/02/2014

[Resenha] Crescer na Terra do Nunca - Anna Osta

Fazia tempo que eu não publicava nenhuma resenha, então vamos lá:

Crescer na terra do nunca de Anna Osta nos conta fases da vida de João, quando ele era criança, depois adolescente e finalmente adulto, nos detalhando os sentimentos, os pensamentos, que provavelmente já ocorreram conosco. De forma bem simples e instigadora lemos e refletimos sobre nossa própria vida e o que está ao nosso redor. Para quem está curioso, os capítulos são Adolescer, Descoberta do Amor, Escolhas e Decisões, Decisões e Renúncias, Colher Frutos e temos o Epílogo. O livro é pequeno e a leitura gostosa, recomendo para todas as idades. (para saber mais clique no marcador “Livros” que terá bastantes citações desta maravilhosa autora).

Páginas: 63.


Nota: 4 estrelas. 


12/02/2014

E a gente vai levando...

Todos nós sabemos, é até ridículo quando alguém diz "É a vida", eu sei que é, mas posso compartilhar?
Parece não mais haver um canto a me embalar as mãos para transcrever o que minha alma dançante sente. Sinto não existir mais aquela conexão explicita e flamejante entre folhas e tintas que havia.
As cores existem, os sois ainda são brilhantes, mas a música não é mais a de antes que entorpecia meus sentidos e implorada por poesia e paixão.
Tudo se tornou normal, até banal aos olhos de um coração que cresceu a duras perdas (superou, mas...).
Tudo é bom, mas não me deixa mais com falta de ar de tanto rir, sem dormir de tanto ansiar, soluçar de tanto chorar ou aquecer de tanto amar...
Sabia que tudo ia mudar, tenho essa consciência, faz parte, não tem jeito. Mas não sabia que a canção ia acabar, que a valsa ia para e a inspiração ia me deixar...
Amo intensamente, juro, amo mesmo. sou latente, mas algo mudou, algo ficou para trás e eu não sei bem o que, mas se eu soubesse onde perdi, voltaria para buscar.
Ou quem sabe só não gostei muito de crescer e conhecer a verdadeira face dos meus antigos alguéns!

Por: Beatriz Elisa, do Blog: Etc e Tal
(blog com visual novo, vale a pena conferir)

"Ainda resta o brilho nos olhos, só que agora eles acompanham uma falta inquietante que não sei de onde veio, ou para onde vai, só sei que existe e finjo que não ligo"

10/02/2014

Entre pais e filhos

Todo mundo pressupõe que pais e filhos saberão se relacionar, como se isso acontecesse automaticamente. Mas não é bem assim. Precisamos cultivar, se quisermos que exista uma relação de amizade e companheirismo. Dedicar tempo, como em qualquer outro relacionamento, participar de sua vida, expressar seus sentimentos, retribuir os gestos carinhosos, demostrar interesse, compartilhar experiências, cuidar um do outro, zelar pelo seu bem-estar. Enfim, a relação com nossos pais não deve ser diferente da que mantemos com outras pessoas, nossos amigos, por exemplo. Se pensarmos assim, será mais fácil fortalecer os laços que nos unem, e estabelecer um relacionamento sólido.
Anna Osta

Crescer na Terra do Nunca