sábado, 20 de dezembro de 2014

A ultima batalha - C.S. Lewis

Bom, eu realmente queria escrever sobre minha vida, meu relacionamento, trabalho e alguns fantasmas que rondam minha mente, assim também como contos, porém minha falta de tempo e não ter um computador em casa impedem/dificultam tudo isso. Então, vamos com mais uma resenha:

As Crônicas de Nárnia: A ultima Batalha - C.S. Lewis

Bem, este é a última crônica que encerra o livro. Nos primeiros capítulos apenas uma coisa passou pela minha cabeça: vontade de rasgar as páginas de tanta raiva por causa de uma macaco que se achava o “bam bam bam” e fez coisas terríveis (como fazer dos Nárnianos escravos dos Calormanos). No decorrer desta crônica vemos que vários seres, anões, animais são enganados e muitos passam a desacreditar em Aslam. Quando o rei Tirian (último rei de Nárnia) se encontra em apuros, Eustáquio e Jill novamente aparecerem, mas desta vez não foi porque foram chamados, mas sim por um motivo maior que não só os levou ali, mas também Lorde Digory, Lady Polly, Rei Pedro, Rei Edmundo e Rainha Lúcia (a última coisa que lembram é de um barulho no trem em que estavam antes de serem transportados para Nárnia). Acontece que com o “mal” em Nárnia, ela é destruída e todos os seres daquele mundo vão para um outro lugar: Uma Nárnia maior e mais bonita, onde há um jardim com portões de ouro onde estão todos os habitantes bons que já passaram por Nárnia – desde o primeiro rei e rainha que estavam com Polly e Digory em sua aventura, no primeiro dia de Nárnia, até o príncipe Tirian, último rei de nárnia que lutou a última batalha (para salvar os Nárnianos dos Calormanos). O narrador encerra esta aventura contando que Aslam ao falar com todos os presentes ali, no decorrer não parece mais um Leão, mas sua magnitude e beleza era tão grande, que não seria possível descreve-la, só quem iria para lá um dia, poderia conhecer.

Páginas: 112.

Nota: 5. 

Tento voltar em breve.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Melancolia

É necessário tentar,
É preciso correr,
É complicado arriscar,
É difícil fingir,
É mais fácil aceitar,
E tentar esquecer.
É proveitoso esperar,
Pra tentar resolver.
Só o tempo ajuda.
Só assim a dor some.
Mas não importa o que aconteça...
Eu to em greve de fome!
Greve de esperança;
Greve de amor;
Greve de acreditar no fim dessa dor.
No final das contas ainda sou criança...
Quero acreditar que ainda há esperanças...
Mas quando olho pro lado,
Percebo como é difícil,
Aceitar e entender esse mundo indigno!
Por: Beatriz Elisa, do blog: Etc e tal...

"O mundo é bom, mas às vezes eu sinto necessidade quase que vital de descer um pouco dele"

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Uma conversa sobre autismo

 - Meu neto é autista - disse a senhora, procurando qualquer assunto para iniciar uma conversa.
 - Puxa, é mesmo? Eles são bem inteligentes, não é? - por que não conversar? 
 - São sim, o médico já explicou tudo para nós.
 - Eles focam em algo e querem aprender tudo sobre aquilo, não é? - eu estava tentando mostrar meus conhecimentos sobre o assunto. 
 - Sim, meu neto é bem esperto, mas tem que tratar certinho, se não pode ficar igual passou na TV - (referência a novela da globo em que tinha uma autista).  
 - Ah sim. Todos tem uma grande facilidade com contas, Einstein era autista, sabia? 
 - Quem?
 - Aquele cientista famoso... - começando a ficar perplexa. 
 - Não sei quem é, mas o Messi é autista. 

Ok, estamos no Brasil.