segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Quintana


Quando depositamos muita confiança ou expectativas em uma pessoa, o risco de se decepcionar é grande. As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui, para satisfazer as dela. Temos que nos bastar… nos bastar sempre e quando procuramos estar com alguém, temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém. As pessoas não se precisam, elas se completam… não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida. Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com a outra pessoa, você precisa em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem ou a mulher de sua vida. Você aprende a gostar de você, a cuidar de você, e principalmente a gostar de quem gosta de você. O segredo é não cuidar das borboletas e sim cuidar do jardim para que elas venham até você. No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!

Mario Quintana

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Carregando o título


Quando for fazer algo, independente do que seja, pense duas, três, quatro vezes. Pense muito. Para não fazer algo que possa se arrepender pelo resto de sua vida. 

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Aristóteles

Aristóteles acreditava em três formas de felicidade: a primeira forma de felicidade é uma vida de prazeres e satisfações. A segunda forma de felicidade é como um cidadão livre, responsável. E a terceira forma de felicidade é a vida como pesquisador e filósofo.


- O Mundo de Sofia

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Fases


É incrível como ideias para escrever podem surgir nos momentos mais inusitados, como por exemplo, no banheiro de um barzinho – claro que não escrevi este post lá, mas arquivei a ideia em uma nota mental, certa de que viraria um post.
Pois bem, estava eu num barzinho onde a entrada é permitida somente aos maiores de dezoito anos, mas eu me lembro bem de quando tinha 16, 17 anos e queria muito ir, o que não aconteceu, porque não e do meu feitio fazer um RG falso, fora isso, analisando toda a situação, sou grata de nunca ter ido lá antes da maior idade, estou certa que se tivesse frequentado o lugar aos dezesseis anos não seria tão legal quanto agora: aos dezenove.
Quando somos mais jovens queremos tudo do nosso jeito e no nosso tempo, mas as coisas não são assim e existe um limite para tudo, que só vamos entender quando crescermos. Alguns jovens poderão dizer sobre a emoção de entrar proibido, uma emoção que logo passa e te faz fazer coisas bestas só por estar em um lugar que não deveria, fora que como disse antes, a diversão não seria a mesma se você tivesse ido mais tarde, sabendo exatamente como curtir.
Existe diversão certa para cada fase da vida, e se quisermos apressar alguma delas, mais preocupações e problemas, muitas vezes permanentes, teremos. 

domingo, 10 de janeiro de 2016

Recomeço


Então começou mais um ano, e assim como o calendário mudou, este ano será diferente de tudo o que vivi até então. Novos desafios, metas e realizações, tais como o início da faculdade, a procura de um novo emprego e maiores responsabilidades.
Sobre o blog, é provável que eu apareça menos por aqui, mas não está nos planos abadona-lo.
Um ótimo 2016 à todos!!