quinta-feira, 12 de abril de 2012

Dança


Ah! ah dança.
O jazz, o ballet.
Os movimentos.
Amo dançar,
Esqueço tudo e todos.
Me sinto eu mesma,
Me encontro.
E é isso que gosto.
Ah! como é bom dançar
Deixar os movimentos fluirem pelo corpo
Sentir-se e ser parte da coreografia,
Da musica.
Sentir-se como nunca se sentiu antes.

Raphaela Barreto  

domingo, 8 de abril de 2012

Finalmente.


Ela já não aguentava mais suportar tudo. Queria colocar tudo para fora, mas ninguém estava lá para ouvir. Queria chorar, mas lagrimas faltavam. Tudo era tão estranho. Tudo era tão confuso. Ela já nem sabia mais o que o que ou quem era ela. Respirou fundo w o que tanto queria veio.  Começou a chorar por um motivo, mas terminou com mil. Não  irei dizer para não chorar porque nem todas as lagrimas precisam ser tristes e ninguém precisa ser forte o tempo todo. 
E então, ela chorou, chorou até não conseguir mais e depois dormiu. Finalmente dormiu.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Apenas confie

 
Há umas várias vagas lembranças, tempos perdidos, sorrisos que se perderam, amizades que se tornaram apenas imagens dispersas na mente, porém importantes. Mas como tu tens sido fiel. Como tudo tens estado presente quando ninguém mais estava. Como é bom poder saber que o Senhor nunca me abandonara.

Acreditar, andava sempre meio que perdida, eu não estava entendendo nada para ser exata. As palavras "Confie em mim" que vinham do alto, soaram tão diferentes "como posso, como eu vou conseguir, se não vejo nada?" APENAS CONFIE. Era o que prevalecia.

Passou o tempo, e esperar se tornou a coisa mais certa. Se tornou o brilho diferente, Deus me deu motivos para acreditar e para confiar, mas precisamos ter fé, precisamos crer que ele tem o melhor preparado para as nossas vidas.
 
Texto de Karine Cassol, do blog Dreamer.
Amei esse texto, "Nem sem pre Deus diz sim,
ou não. Ás vezes a respota é espere."

quinta-feira, 5 de abril de 2012

I love you

 
Ela andava em reconstrução, olhando para os cantos que pareciam estar vazios, mas estavam cheios. Olhava as pessoas que encontrava no seu caminho até chegar até a aconchegante biblioteca, e via frases estampadas, citações expostas que davam vida e muitas vezes falta de vida em algumas pessoas.
Tirou calmamente um pedaço todo amassado de papel, um embrulho de uma velha carta, que haveria ganhado a muito tempo. Hoje seria o dia, hoje seria o momento, depois de treze longos anos a única coisa que permanecia dentro de si eram as palavras daquela carta e a esperança de que tudo estava da mesma forma.
Entrou calmamente pela velha sala,  se sentou sobre a última mesa. E  ficou por um momento ali olhando para as lembranças. Por um momento sussurrou brava, e indignada.
-Não acredito o que estou fazendo aqui?
Realmente sair milhares de quilômetros, uma viajem tão cansada, para cumprir uma promessa era algo tolo e sem valor, "não devemos confiar tanto nas pessoas" dizia ela. Mas era ele. Sempre foi ele. Uma lágrima repousou sobre a carta, por anos tentou fugir e hoje tudo o que ela mais queria era ter ele perto, era poder fazer com que a ampulheta do tempo voltasse e recolhesse todas as rosas que ela havia jogado fora enviadas por ele.
-Você veio. -Uma voz balbuciava por detrás dela, uma voz que havia mudado que de fina, havia se tornado grossa, o que era jovem, havia se tornado homem. Ela virou calmamente sua face e pode perceber ele estava lindo, e seu sorriso demonstrou, que sua promessa havia se cumprido: "Te amarei para sempre".
 
Texto de Karine Cassol, 
do blog Dreamer
Perfeito não?

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Para sempre. Aprendizes.

 
-Uma hora eu me acostumo. - Dizia ela à amiga.
- Se acostuma com o que?
- A ver e não falar, não reagir, e a ver as coisas não mudarem.
-Você sabe que elas sempre mudam.
-Não, não...
-Mudaram com você.
-Não mudaram comigo, nunca mudaram, apenas amadureceram.
 
Texto da Karine Cassol, do blog Dreamer
Eu leio os textos dela e não tenho vontade de mudar nada,
de tão perfeitos que são.