quinta-feira, 30 de julho de 2015

Poesia


Perguntaram se escrevo poesia. Respondi que não.
Coloco no papel sentimentos intensos que habitam em mim.



(Layanne Rezende) 

domingo, 26 de julho de 2015

Fotografando

Olá pessoal, neste post quero mostrar o incrível trabalho do fotografo Bruno Salvadori, no qual fiz um ensaio e estarei deixando o contato dele (clique aqui) e super recomendo, um artista nato com a câmera e super profissional. O estilo de seu trabalho encontramos desde o boudoir até o portrait. Sigam ele no instagram também e acompanhem diariamente seu maravilhoso trabalho.










quinta-feira, 9 de julho de 2015

O cientista



Amor... 
Sensato seria vive-lo em sua essência 
A simplicidade de um momento 
Na sinceridade de um abraço 
Na resplandecência de um sorriso 
No calor de um beijo 
Mas como acondicionar um Universo de sentidos e emoções em 
receptáculos tão frágeis? 
Onde encontra-se a sensatez de um sentimento perfeito 
sentido por criaturas imperfeitas? 
Lúcido seria abdicar de tal incoerência 
Viver no mundo de racionalidade;
Números, fórmulas e sapiência 
Cosmo da razão! 
Onde o amor é facilmente traduzido como uma resposta 
psicológica e nada tens a ver com sua essência. 
Porém de que serve tal lucidez se a razão rende-se as 
incógnitas de um sentimento atemporal e prófugo? 
Livre! 
De tudo que o tenta confinar, 
Não existem leis, não existem reis, nem fronteiras 
Uma mescla intangível entre realidade e utopia 
Onde o certo e errado se emaranham em uma ligação quântica 
e a massa do ser que o sente passa a te-lo como realidade única 
e irrefutável 
Assim, um a um, todos os muros que traziam segurança e serenidade desabam,
e de uma maneira insensata, aprende-se a 
Dançar! 
Uma valsa entre o prazer e a dor, 
o sofrer e o querer... 
o sorriso e o pranto. 
Pranto esse, velho amigo de quem ama. 
pois comparado a paixão que é chama 
o amor revela-se uma reação atômica 
com o poder de aquecer ou devastar o coração 
que o tem dentro de si. 
Mas pouco sabe sobre isso 
o velho coração que aqui bate 
Que sofreu por um amor proibido e decidiu 
entregar-se a razão. 
Que escolheu o caminho mais fácil a arriscar-se na emoção 
Que sofreu outrora por um amor que não podia acontecer 
Corações que batiam no mesmo ritmo 
Desejos que se encontravam,a cada palavra, a cada toque, a cada olhar, 
a cada gesto, a cada sorriso 
beijos e promessas, sonhos e esperanças de um amor 
que nasceu como uma rosa na aridez do deserto; 
da maneira errada, no lugar mais improvável 
E foi a coisa mais perfeita que pode-se viver. 
Almas que se completam e que vivem separadas 
por desavenças do destino e pelo medo de arriscar 
Tudo o que sei sobre o amor está nos livros... 
Poderia declamar sobre o amor por versos e versos 
Mas comparado ao seu real significado seriam apenas 
palavras ao vento. 
Quem dera a ciência pudesse explicar, a física quantificar, a química reproduzir 
e a matemática prever, mas como cientista descobri; 
o amor não é nenhuma ciência. 

23 de Fevereiro.

Um poema especial, escrito por alguém mais especial ainda.