segunda-feira, 23 de junho de 2014

Quem seríamos sem a tecnologia?


Como seria nossa vida sem essa pequena caixinha que chamamos de celular? O que faríamos no ônibus ao invés de ouvir musica? Veríamos nossos amigos no domingo a tarde ao invés de ficar no facebook? Quem nós seríamos sem essa constante tecnologia?

Achei o vídeo no blog "Minha Forma de Expressão"
da Sr. Nathalia.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Despedidas e o tal 18 anos

Nunca fui muito boa com despedidas, abraços e choradeira, mas tudo tem um fim - e um ciclo de minha vida acabou. Foi um alivio terminar um técnico de dois anos e meio, mas triste ao saber que aquela seria a ultima aula. Foi triste sair da empresa que trabalhei durante 1 ano e 10 meses, mas estava feliz por tudo que aprendi lá, e pelas pessoas que conheci. Foi uma semana de beijos, abraços e lágrimas, e agora uma nova jornada se inicia. Como se para afirmar mais um pouco tudo que estou dizendo, ainda teve os finalmente 18 anos. As pessoas esperam demais por essa idade, e ela acaba sendo igual a qualquer outra, um ano a mais, mais responsabilidades, mais um passo... Me sinto exatamente como semana passada, quando eu ainda tinha 17 anos, mas agora com uma pequena diferença: posso comprar bebidas (não sou alcoólatra), ir em clubes (não vou em clubes) tirar carta e ser presa (o que é difícil, que eu me lembre,não tráfico drogas, animais e nem pessoas). É, acho que é isso ai.
Estou já em um novo emprego também, e infelizmente minhas passadas por aqui não serão tão frequentes, mas prometo jamais abandonar o blog (e em breve teremos novidades).

Raphaela Barreto

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Nostalgia e os 18 anos


É como um filme passando em minha mente, as férias escolares, as brincadeiras, a casa da Barbie espalhada pelo chão, os pés pretos, a gritaria da criançada na rua. É como lembrar de um sonho, é uma viagem em que ficamos imaginando os desenhos nas nuvens enquanto nossa roupa está suja de sorvete de chocolate. É como um clichê ouvindo a mãe dizer para ir tomar banho, e nós sempre esquecermos a toalha e pedir "mãaaaaaae, pega a toalha?". É enfrentar os bichos papões e dormir com os pés para dentro cama, fazer amiguinhos na escola, levar brinquedos às sextas-feiras, é sorrir a cada cinco minutos, perguntar se o amigo tem bala, bater figurinhas no chão sujo, jogar futebol descalço, chutar a bola e na verdade chutar o chão. É crescer e crescer mais um pouco, dar montanhas de roupas embora, e crescer mais ainda e imaginar as profissões que vamos exercer: Médica? Veterinária? Secretária? Professora? Dançarina? Cantora? Modelo? - ok, eu já quis ser tudo isso. Ansiei crescer e cresci, então a infância começa a passar em flahshs, os pensamentos mudam, e caramba, amanhã faço 18 anos! A jornada parecia fácil quando eu tinha oito anos, mas só parecia. Andávamos com pirulitos na boca, não havia malicia, queríamos descobrir o mundo e ser descobertos, posso dizer que continuei com a criança dentro de mim, outros a perderam durante o caminho e quiseram ser adultos cedo demais. Uma vez li em um livro, é uma frase que nunca esquecerei:
 - A infância passa depressa, trate de aproveitar (Vee Sky - Silêncio, Hush Hush). 

O tema sugerido foi "Nostalgias da Infância", pela Luiza Porfirio,
do Blog: Meus Devaneios.
Juntei o tema ao fato de eu fazer 18 anos amanhã (na abertura da copa + dia dos namorados).
Se eu pudesse, eu voltaria a minha infância, viveria tudo novamente, aproveitando tudo o dobro.

E aqui encerra a promoção do My Life, dos quatro aninhos do blog, fico muito feliz pela participação de vocês. E em breve teremos mais novidades também! 

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Voluntariado - Frederico Ozanam

Já se imaginou no lugar de outra pessoa? Sentindo as mesmas coisas que ela ou tentando desvendar o que aqueles olhos cansados escondem? Já se imaginou ajudando alguém que tem apenas uma refeição por dia, que mora em dois cômodos com várias pessoas e quem simplesmente não tem família? Já se imaginou simplesmente... ajudando outra pessoa?
Parece não ser fácil sair do nosso mundinho para fazer algo como voluntariado, mas é mais fácil e gratificante do que todos podem imaginar e não há palavras no mundo que expressem o sentimento que se instala dentro de nós ao ver os rostos cansados se abrirem em um sorriso.
Recentemente eu e minhas amigas montamos um projeto ligado a nossa matéria no curso técnico de administração, decidimos fazer voluntariado e o local escolhido guarda histórias de muitos anos: um asilo. O asilo de chama Frederico Ozanam e fica no município de Salto/SP, para mais informações você pode entrar no site clicando aqui.
Conhecemos pessoas fantásticas e histórias incríveis. Conversamos com todos o máximo que nosso tempo permitia, tiramos fotos e tentamos de alguma maneira alegrar a tarde daquelas pessoas. E tornaremos isto um hábito, não só por eles, mas por nós mesmos também. Pensamos que certas situações não podem acontecer conosco, mas não sabemos o dia de amanhã – muitos estavam lá porque os filhos moravam longe, ou porque os filhos já haviam morrido e o marido também, outros os filhos não tinham condições de cuidar e alguns simplesmente não tinham mais famílias. Parece uma realidade distante da nossa, mas não é, tudo isso está sujeito a acontecer conosco em um piscar de olhos e fazendo o bem para com eles, garantimos que um dia as pessoas também possam fazer algo bom para nós. Não estamos nos doando para receber algo em troca, de maneira nenhuma, o sorriso que recebemos deles já é suficiente, mas gentileza gera gentileza e tudo o que você faz volta em dobro para você mesmo. E a maior recompensa que podemos receber em toda a vida é atenção, amor e carinho.



Você já pensou em fazer voluntariado? Reflita com você mesmo se ajudar outras pessoas valem a pena. Reflita sobre o resultado que isso vai exercer na vida da pessoa, e na sua própria. E acima de tudo, não só reflita, mas faça também.


segunda-feira, 2 de junho de 2014

Sobre existir nos resta apenas a verdade:

“Depois de pensar um pouco sobre o fato de existir, Sofia não pôde deixar de pensar também que um dia desapareceria. – Estou vivendo no mundo agora, pensou. Mas um dia terei desaparecido”


 - O Mundo de Sofia