sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Crianças x Adultos


As crianças riem em média cerca de 400 vezes por dia, e os adultos em média apenas quinze. Por quê? É tão difícil ser feliz? Parece que sim. Adultos se preocupam demais, coisas demais e vivem de menos. Por que uma criança fica feliz ao receber uma bala e adultos custam a dar um simples sorriso para alguém na rua? A maioria dos adultos pensam em viver, mas esquecem de fazer isso. Eles estabelecem uma rotina na qual diversão não entra muitas vezes. Procuram pela felicidade, mas esquecem de tê-la. A felicidade não tem segredo, é só abrir a porta que ela entra.

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E aproveitando,  mais uma vez obrigada a todos que participaram da Promoção seu Cantinho no meu, a vencedora foi a Beatriz Elisa, e embaixo está o selinho (:

(Clica na imagem)

Bom carnaval a todos !

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

A lenda


Hoje, fui até a varanda como de costume para olhar as estrelas, ver por mais uma noite todos aqueles sonhos que ainda pretendo realizar, as pessoas que ainda quero rever e conhecer... e neste momento nostálgico passou uma brisa leve por mim, quando olhei para o lado, um rosto amigo e querido aparece para me acalentar o coração saudoso. Me deixei levar pelo momento de sonho e me perdi nos desenhos que o céu fazia relembrando o passado, e como aquilo faz falta, como é difícil ter o que tínhamos, fico imaginando, se fosse um conto de fadas, estaríamos de mãos dadas, rodopiando com vestidos rodados pelo parque e se lambuzando daquele doce que comíamos, e rindo daquelas piadas e... e... Não era um conto de fadas!
A noite foi escurecendo e ela foi indo com a brisa, enquanto isso dizia a ela, "amiga sinto saudade de quando planejávamos o futuro e ele era tão promissor e real, eramos livres, eramos um, mesmo sendo uma multidão, tínhamos uns aos outros, era verdadeiro."
As estrelas já começavam a sumir e meu coração aos poucos foi se partindo, quero mais da mágica, do sorriso que eu não sei dar com novos alguéns, quero me deixar levar como antes pela beleza e encanto da vida e ela se foi. Se foi com o vento, se foi com o tempo... Se foi...
Quase de madrugada, volto para o quarto em prantos pensando se seria novamente a ultima vez que veria e sentiria aquela segurança e felicidade de novo,  se isso ainda seria possível no futuro sem eles(as)...


Por: Beatriz Elisa, do blog Etc e Tal...
Um blog cheio de talento!

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

[Resenha] O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa - As Crônicas de Nárnia


Imagino que todos já conhecem a história de O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa, contando o início da história de Pedro, Edmundo, Susana e Lucia em Nárnia. Mas antes de começar esta aventura, lembra do Sobrinho do Mago? Então, ele ao retornar de Nárnia trouxe uma maça (com consentimento se Aslam) para curar a mãe dele e depois plantou as sementes, que fez nascer uma árvore. Esta arvore em uma tempestade, infelizmente foi destruída, e Digory (o sobrinho do mago que já estava velhinho e tinha se tornado um grande professor e se mudado para uma casa de campo) pede para que façam um guarda-roupa com a madeira. Ligando alguns pontos aqui e outros acolá, logo sabemos que os 4 protagonistas desta história se mudam para a casa do sobrinho do mago (velhinho agora) e que entram no guarda-roupa construído com a madeira da arvore da maça de Nárnia. Agora vamos a história dos 4 irmãos, Lucia é a primeira e conhecer esse mundo encantado e depois de algumas brigas e falta de fé de seus irmãos, todos acabam conhecendo a grande e maravilhosa Nárnia. Desde que o Mago saíra de lá, em nosso mundo passaram apenas algumas décadas, mas lá se passaram 100 anos e infelizmente a Feiticeira Branca (rainha Jadis, que descobrimos ser parente de Lilith, é, essa mesma Lilith que você está pensando) fez com que caísse um rigoroso inverno em Nárnia, jamais chegando o natal ou qualquer outra estação. Mas havia uma profecia (*esperança*), quando 2 filhos de Adão e 2 filhos de Eva pisassem em Nárnia novamente, Aslam voltaria e então a primavera chegaria – dito e feito. A primavera chegou com a volta de Aslam, mas para derrotar finalmente a feiticeira, foi necessário uma batalha em que no final (com o lado de Aslam ganhando) os quatro irmãos foram coroados reis e rainhas de Nárnia e nos anos que se seguiram ao reinado deles, se chamou de Era de Ouro.

Pág: 88.


Nota: 5 estrelas.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Mais que a mim


Meus dias pareceram em vão a partir da sua partida naquele dia, onde todos festejavam, e eu me continha para não chorar.
Sussurrei para alguém que confio “Acho que acabou” e ela me olhou e disse “Alma gêmeas não se separam”. O amor pode não acabar, mas a distância sempre pode acontecer.
Eu errei e erraria tudo de novo se necessário fosse, amor igual eu nunca senti, e se fosse para reviver alguma coisa, com certeza seriam aqueles anos ao seu lado o tempo todo, vendo seu sorriso... Errei ao me doar demais, ao esperar demais, ao acreditar nos juramentos. Mas sentir aquilo me fazia revigorada, me fazia ser reconhecida como eu era, por ser quem eu era. Eu não era mais alguém, eu era alguém para você, e naquela época era só o que me importava.
Se tivesse o conhecimento que tenho hoje, viveria aquele amor ainda mais plenamente.
Podem falar o que for, amor sentido por este coração aqui, nunca deixará de existir, mesmo as minhas cinzas, ao voarem pelo ar estarão espalhando amor!

Por: Beatriz Elisa do blog Etc e Tal...

“Ouvi dizer que você tá bem.
Encontrei moedas pelo chão, mas não vi ninguém pra me abraçar, me dar a mão.
Eu chorei sem disfarçar quando vi seu carro passar vi todo amor que em mim ainda não passou, eu já não sei
bem aonde vou, mas agora eu vou!
Tentei falar mas você não soube ouvir, tente admitir! Tentei voltar e pude ver o quanto errei, te amei mais que a mim! 

Ah, bem mais que a mim, mais que a mim....” ♫ ♪ ♫

Minha nota: Acho que o amor faz isso com as pessoas. Ás vezes nos deixa meio loucos. O amor talvez seja meio suicida, mas não vivemos sem ele. E o nosso amor, mesmo que o agora não seja para sempre, sempre estará em nossa memória. Tenho que contar o que aconteceu comigo: Eu estava em minha aula de Psicologia, na qual minha professora (já casada há bastante tempo e com filhos grandes) falava sobre o amor, e então ela nos contou de uma garoto com quem namorou durante oito anos, o qual não tinha "previsão para o futuro" e ela já estava na faculdade. Então eles terminaram e ela viveu sua vida, mas o que mais me intrigou, foi que alguma lágrimas rolaram por seu rosto falando dele. O amor nunca acaba, fica guardando em um cantinho dando espaço para outros maiores. É aquela velha frase "nem sempre é para sempre, mas que seja eterno enquanto dure.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

[Resenha] O Sobrinho do Mago - As crônicas de Nárnia


O Sobrinho do Mago é o primeiro livro de As Crônicas de Nárnia. Conta a história de como Nárnia nasceu e como a Feiticeira Branca (Rainha Jadis) entra neste mundo encantado. A história começa simplesmente com a vida de duas crianças em Londres: Polly e Digory. Com anéis mágicos eles acabam indo parar no Bosque entre Dois Mundos, no qual se tem passagem para diversos outros mundos. O primeiro a ser explorado é Chair, o qual se encontra em ruínas uma vez que a Rainha Jadis o destruiu. Infelizmente, posteriormente tentando salvar a própria Londres das garras da perversa Rainha, fogem para o Bosque entre Dois Mundos com ela e tentam se salvar entrando em outro mundo, mas a Rainha Jadis segura-os para fazer a viagem junto com eles. Este novo mundo em que entram, na falha tentativa de fugir de Jadis, é Nárnia (ainda não formada) – apenas em escuridão e sem vida. E então com uma simples canção de alguém majestoso (o qual não conto quem é), a vida desperta e então temos o primeiro dia de vida de Nárnia. Para os humanos lá presentes de bom coração que ouviam a canção, ela era maravilhosa, para a Rainha ela era horrorosa e deveria ser destruída – Jadis então foge para as florestas e continua até as montanhas do Norte. E assim está criada Nárnia, onde já existe o bem e o mal.

Pág: 92.


Nota: 5 estrelas. 


segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

E o que será de nós ?

A crítica esta implícita em cada pensamento, e pelo que vejo o egoísmo também! É notável a facilidade de se apontar o dedo, mas a dificuldade de ter o mínimo de respeito e consciência. Vejo tanto potencial desperdiçado por espíritos rebeldes, e rebeldia sem fundamento! Quanto se perde nesse jogo de eu sou perfeito e a culpa de tudo são os outros? Se cada um fizesse ao menos sua obrigação como cidadãos já teríamos um Brasil muito melhor independentemente do governo!
Todos culpam o governo, mas as coisas só chegaram a este ponto por causa de pessoas que vendem seus futuros por migalhas, por pessoas que sentam em assentos preferenciais e não tem a capacidade de dar bom dia, pessoas que passam por outra e não concordam com sua opção de roupa, estilo, gosto musical, sexo e se acham no direito de brincar de Deus tratando essas pessoas como não dignas. Mas não dignas de que minha gente?
A carne vai feder e apodrecer da mesma maneira no final das contas!
Porque esse mundo está tão banalizado e gostando disso?
Eu me pergunto se isso é um pesadelo e uma hora acabará. Se uma hora as pessoas vão adotar estereótipos no mínimo sem vulgaridade e que saiba falar a língua de origem correta na sua forma menos formal. No mínimo! Minha gente, eu me incluo nisso, pois não sou perfeita, mas dou o meu melhor, vamos pedir menos e fazer de mais. Vamos parar de falar mal e não fazer nada em relação a isso? Vamos para de utilizar a burrice ao dizer “Eu não vou economizar agua, enquanto eu estou aqui trabalhando tem gente que tana piscina.”, ou seja, não vamos nos rebaixar. Vamos ser educados. Buzinar demais não vai fazer o carro da frente sair voando, ficar estressado não vai fazer o metro desencher. Mas fazer algo sobre isso e sobre sua forma de reagir sobre as situações sim. Não confundam o que estou dizendo com submissão. Pois não é o caso. NÃO MESMO! Estou dizendo que já que esse governo não ajuda, vamos fazer a nossa parte para resolver pelo menos o estresse que mata tantas pessoas por dia, e a falta de respeito e consciência que são os verdadeiros vilões dessa história! Se quiserem fazer jus aos manifestos de seus pais/avós não tem problema. Mas eles eram politizados, entendidos e estudados. Eles iam com o intelecto lutar a favor de seus direitos não com as mãos, por isso obtiveram resultados! Quem faz vandalismo e guerras infundadas não merece melhoras. O governo merece uma lição, mas utilizar da burrice e ignorância para fazer algo só vai piorar a situação, até mesmo para você que fez/faz esse tipo de coisa.

Não estou indignada, e sim frustrada de ver que a maior parte das pessoas partem do senso comum de que o que está acontecendo aqui é bom. Tenho pena delas, mas quem sabe pessoas com consciência ainda sejam a maioria.

Por: Beatriz Elisa, do Blog Etc e Tal,
Vale a pena ler.

"Não me convidaram pra esta festa pobre, que os homens armaram pra me convencer. A pagar sem ver toda essa droga, que já vem malhada antes de eu nascer. Não me ofereceram nem um cigarro, fiquei na porta estacionando os carros, não me elegeram chefe de nada e o meu cartão de crédito é uma navalha... Brasil! Mostra tua cara quero ver quem paga pra gente ficar assim
Brasil! Qual é o teu negócio? O nome do teu sócio? Confia em mim!!!!" ♫ ♪ ♫

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

[Resenha] Crescer na Terra do Nunca - Anna Osta

Fazia tempo que eu não publicava nenhuma resenha, então vamos lá:

Crescer na terra do nunca de Anna Osta nos conta fases da vida de João, quando ele era criança, depois adolescente e finalmente adulto, nos detalhando os sentimentos, os pensamentos, que provavelmente já ocorreram conosco. De forma bem simples e instigadora lemos e refletimos sobre nossa própria vida e o que está ao nosso redor. Para quem está curioso, os capítulos são Adolescer, Descoberta do Amor, Escolhas e Decisões, Decisões e Renúncias, Colher Frutos e temos o Epílogo. O livro é pequeno e a leitura gostosa, recomendo para todas as idades. (para saber mais clique no marcador “Livros” que terá bastantes citações desta maravilhosa autora).

Páginas: 63.


Nota: 4 estrelas. 


quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

E a gente vai levando...

Todos nós sabemos, é até ridículo quando alguém diz "É a vida", eu sei que é, mas posso compartilhar?
Parece não mais haver um canto a me embalar as mãos para transcrever o que minha alma dançante sente. Sinto não existir mais aquela conexão explicita e flamejante entre folhas e tintas que havia.
As cores existem, os sois ainda são brilhantes, mas a música não é mais a de antes que entorpecia meus sentidos e implorada por poesia e paixão.
Tudo se tornou normal, até banal aos olhos de um coração que cresceu a duras perdas (superou, mas...).
Tudo é bom, mas não me deixa mais com falta de ar de tanto rir, sem dormir de tanto ansiar, soluçar de tanto chorar ou aquecer de tanto amar...
Sabia que tudo ia mudar, tenho essa consciência, faz parte, não tem jeito. Mas não sabia que a canção ia acabar, que a valsa ia para e a inspiração ia me deixar...
Amo intensamente, juro, amo mesmo. sou latente, mas algo mudou, algo ficou para trás e eu não sei bem o que, mas se eu soubesse onde perdi, voltaria para buscar.
Ou quem sabe só não gostei muito de crescer e conhecer a verdadeira face dos meus antigos alguéns!

Por: Beatriz Elisa, do Blog: Etc e Tal
(blog com visual novo, vale a pena conferir)

"Ainda resta o brilho nos olhos, só que agora eles acompanham uma falta inquietante que não sei de onde veio, ou para onde vai, só sei que existe e finjo que não ligo"

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Entre pais e filhos

Todo mundo pressupõe que pais e filhos saberão se relacionar, como se isso acontecesse automaticamente. Mas não é bem assim. Precisamos cultivar, se quisermos que exista uma relação de amizade e companheirismo. Dedicar tempo, como em qualquer outro relacionamento, participar de sua vida, expressar seus sentimentos, retribuir os gestos carinhosos, demostrar interesse, compartilhar experiências, cuidar um do outro, zelar pelo seu bem-estar. Enfim, a relação com nossos pais não deve ser diferente da que mantemos com outras pessoas, nossos amigos, por exemplo. Se pensarmos assim, será mais fácil fortalecer os laços que nos unem, e estabelecer um relacionamento sólido.
Anna Osta

Crescer na Terra do Nunca

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

É preciso vive-lo em prenitude

Superestimado e mau usado.
É o melhor e o pior de todos os sentimentos,
e a forma mais fácil de perder os sentidos e rumo.
Quem nunca sentiu, não sabe o que está perdendo,
E muito menos o que está ganhando!
Quem já sentiu sabe o que já perdeu por ele e o que ganhou com ele.
Sabemos da força deste.
Sentimos ele por diversas pessoas e de formas diversas.
É desde a mágica até a tragédia no noticiário.
O amor é a faca de dois gumes que todos querem ter, mas quase ninguém sabe conservar!
É o que faz suspirar e chorar ao mesmo tempo, mas eu com certeza amo toda essa inconstância que me deixa como constante na minha formula de amar.

Por: Beatriz Elisa, do Blog: Etc e Tal


“Quem nunca amou que atire a primeira pedra, quem nunca sofreu por amor, seja ele de que tipo for, que se atire uma pedra, quem já quis deixar de amar, que se atire de uma pedra, pois quem um dia quis ama sabe a maestria do sentimento, quem não soube cultivar e vive-lo em plenitude é que quis desistir. E isso é muito fácil.”

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

E a rotina?


“Os sentidos ficam entorpecidos diante da repetição e aparente banalidade do cotidiano.”

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

O que há de bom


Sonhos podem assustar também...
Mas sempre a de se correr o risco (eu acho).
Não há como estar em um mundo onde há certezas, afinal elas são somente fruto da criação de pessoas desesperadas por chão, mas há um mundo que podemos nos sentir como certos.
O nosso.
Confesso. Tenho medo de sonhos, porque um dia você pode acordar deles, justo quando decidiu tomar coragem de escalar o pico mais alto... E pular dele!
E quando você acorda sabe que vai sobreviver, mas morre uma parte de ti, mesmo que mínima, ou por frustração de não ter “vivenciado” a queda, ou por tristeza por não poder voltar e terminar o que começou.
Sonhos são ilusórios, são multifacetados, são sombrios, mesmo os considerados bons. Sonho bom é aquele que fazemos acordados, é o que chamamos de plano, de presente, de vida, de amor, amigos, família, sonho mesmo é poder se sentir voando sem sair do lugar e quando você quiser acordar, ainda estará tudo ali. Igualzinho!


Por: Beatriz Elisa, do blog Etc e Tal.
Ela foi a ganhadora da Promoção "Seu cantinho no Meu"
"Pode haver frustrações? Claro! Mas cabe a você saber se vai querer viver em prol dela, ou deixar ela de lado e vivenciar o que há de bom!"